É o Santo Graal dos paleontólogos. Trata-se de um hadrossauro que mantém partes do seu corpo conservadas.
Os restos de dinossauro, baptizado Dakota, descobertos em 2000 pelo jovem de 17 anos Tyler Lyson no Estado de Dakota do Norte, só agora viram a luz do dia.
Sete anos depois, Lyson decidiu comunicar o achado ao paleontólogo Phil Manning, da Universidade de Manchester (na Grã-Bretanha). Com o patrocínio da National Geographic foi feita uma expedição ao local onde se encontrava o achado e parece que saiu a sorte grande.
No interior de uma caverna tapada por rochas foi finalmente resgatado o esqueleto do animal com cerca de 67 milhões de anos. À luz do dia, os paleontólogos constataram a existência de pedaços de tecido quase intacto, tendões e ligamentos fossilizados.
O esqueleto do dinossauro, da família dos hadrossauros (herbívoro, semi-bípede, uma mistura de lagarto com bico de pato), está a fornecer uma oportunidade única para testar as teorias sobre a capacidade de locomoção dos dinossauros, a textura da sua pele, comprimento e largura.
Actualmente o raro espécime está a ser alvo de profundos estudos científicos realizados pela equipa de Phillip Manning.
Num futuro próximo poderão ser desvendados segredos sobre a evolução dos dinossauros e seus descendentes.



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