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		<title>G-Sat Connecting People - Internet</title>
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			<title>G-Sat Connecting People - Internet</title>
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			<title><![CDATA[Internet, o fenómeno que 'alterou as relações humanas']]></title>
			<link>http://www.g-sat.net/internet-1504/internet-o-fenomeno-que-alterou-as-relacoes-humanas-516220-novo-post.html</link>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 11:45:38 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-BC72_51961849.jpg*A Internet alterou as relações humanas, as formas de agir e interagir em sociedade, aproximou pessoas...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-BC72_51961849.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>A Internet alterou as relações humanas, as formas de agir e interagir em sociedade, aproximou pessoas distantes, mas também isolou gerações e criou dependências graves, considerou hoje o sociólogo da Universidade do Minho Albertino Gonçalves.</b><br />
<br />
Em entrevista à agência Lusa a propósito do Dia Mundial da Internet, que hoje se comemora, o especialista, assumido "viciado na rede", apontou como positiva "a democratização" no acesso à informação permitida pela "net", mas alertou para "o lado perverso" que a Internet atravessa da capacidade de "formar especialistas em qualquer coisa".<br />
<br />
Além das implicações "mais abrangentes" da Internet, o sociólogo apontou as "mudanças e inovações" que a rede introduziu na vida a dois e na forma como esta se constrói, implicações corroboradas na primeira pessoa pelo casal Sara e João Pedro em testemunho à Lusa.<br />
<br />
"Hoje constroem-se vidas pela Internet, fazem-se e desfazem-se namoros e casamentos, tem-se ciúmes de pessoas que existem na vida do outro quase só na 'net'", descreveu Albertino Gonçalves, numa opinião partilhada por Sara e Pedro, que se conheceram através de um amigo em comum, numa rede social.<br />
<br />
"Ela fazia uns comentários castiços, eu meti conversa com ela. Um ano depois vejo-me a braços com a escolha de flores e das cores para o casório", brincou João.<br />
<br />
Em resposta, depois de beliscar João pela brincadeira, Sara explicou à Lusa: "Vi a fotografia dele e achei que era girinho. Dei-lhe trela e agora quem se vai enforcar sou eu". Vão casar-se em Julho.<br />
<br />
"Giro era dizermos o 'sim' através do portátil ou do 'smartphone'. Já que a única coisa que não fizemos por lá foi o primeiro beijo. Esse, felizmente, foi à moda antiga", descreveu João.<br />
<br />
O casal é "a prova viva" do que o sociólogo defendeu: "a Internet alterou a forma de agir e interagir em sociedade".<br />
<br />
Para Albertino Gonçalves, a "rede" tem "essa coisa maravilhosa de permitir que pessoas em continentes diferentes troquem emoções", mas também tem o "lado perverso de isolar gerações que se sentam no mesmo sofá e não comunicam, por estarem apanhadas na rede, cada uma na sua".<br />
<br />
Em média, explicou Albertino Gonçalves, cada pessoa passa entre três e quatro horas por dia na 'net', o que "é muito tempo na vida de alguém, que deixa de ser dedicado à sociabilização cara a cara, mas que pode ser usado como tempo de informação".<br />
<br />
"Um dos pontos mais positivos da Internet é a democratização no acesso à informação" que esta representa, ao ser "relativamente fácil e acessível de aceder", facto que "permite que uma grande faixa da população tenha acesso a informação", explicou.<br />
<br />
Mas, "também aqui há o lado preservo", alertou o sociólogo.<br />
<br />
"O Google é uma autêntica faculdade. Quase que se pode ser médico só com o Google. Andar informado e alertado é positivo. Mas daqui a coisas como a automedicação, com os riscos que esta tem, é um tirinho", exemplificou.<br />
<br />
Para Albertino Gonçalves, há ainda "outra questão que não se pode descurar" na análise do fenómeno Internet: "a Organização Mundial de Saúde já reconheceu que cria adição, pode tornar-se uma doença, já que gente privada de acesso tem sintomas de abstinência, tal e qual um drogado".<br />
<br />
Durante a conversa com a Lusa um sinal sonoro interrompeu o sociólogo. Recebeu um e-mail, que se apressou em abrir.<br />
<br />
"Eu não sofro de abstinência, mas que não seria fácil estar sem 'net' não. Admito, sou um viciado!", brincou.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

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			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Internet é uma nova arma no 'jogo político']]></title>
			<link>http://www.g-sat.net/internet-1504/internet-e-uma-nova-arma-no-jogo-politico-516219-novo-post.html</link>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 11:44:38 GMT</pubDate>
			<description><![CDATA[http://upimagens.com/image-5B40_5196180E.jpg*A Internet é uma "nova e imprescindível" arma nas campanhas eleitorais e no "jogo político", ao permitir...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-5B40_5196180E.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>A Internet é uma "nova e imprescindível" arma nas campanhas eleitorais e no "jogo político", ao permitir difundir mensagens de forma "rápida e imediata", tornando-se assim uma "nova disciplina" na comunicação politica, defendeu um especialista em comunicação.</b><br />
<br />
Em entrevista à agência Lusa a menos de seis meses das eleições autárquicas e a propósito do Dia Mundial da Internet, que hoje se comemora, o antigo jornalista e actualmente director de uma agência de comunicação Rodrigo Viana de Freitas reconheceu que o advento das redes sociais pode "facilitar o jogo político", mas também "torná-lo mais sujo".<br />
<br />
Das autárquicas de 2009 para as de Outubro deste ano, Viana de Freitas apontou o Facebook como uma "nova ferramenta" que alterou o modo de "desenhar uma campanha política", algo agora "impensável que aconteça fora da 'rede'".<br />
<br />
"A Internet, nomeadamente através do Facebook, oferece a possibilidade de falar directamente com o eleitorado sem que a mensagem tenha que passar pelo filtro do jornalista, sem que esteja restringida a orientações editoriais ou ao espaço físico no jornal impresso, cada vez mais diminuto", afirmou.<br />
<br />
Segundo este antigo jornalista, "a mensagem é passada de forma imediata, quase instantânea, para um sem número de destinatários", mas a internet "também comporta perigos" e pode "tornar o jogo mais sujo".<br />
<br />
Isto porque, "através da internet, a mentira e o insulto também se multiplicam de forma mais rápida e com a agravante de ser difícil identificar a fonte".<br />
<br />
Para Rodrigo Viana de Freitas, "a internet modificou, sem dúvida, a forma de fazer campanhas eleitorais", tendo atingido mesmo o estatuto de "uma nova disciplina na comunicação política".<br />
<br />
Se na altura das últimas eleições autárquicas, em 2009, a 'rede' social "de referência", o Facebook, "ainda não tinha mostrado todas as potencialidades políticas", nas deste ano "tudo será diferente".<br />
<br />
"Em 2009, a Internet teve um papel central, mas de uma outra forma, nomeadamente através dos blogues. Mas este meio perdeu força e terreno para o Facebook, que é muito mais fácil de alimentar e tem muito mais potencialidades", explicou.<br />
<br />
O especialista alertou que "não se pode cair no erro de pensar que basta uma forte aposta nas redes sociais para se ganhar uma eleição, porque o eleitorado não tem acesso uniforme à 'net'", mas que "também é impossível traçar uma campanha fora das redes sociais.<br />
<br />
A 'net' "alterou até a constituição das equipas de comunicação em campanhas eleitorais, ao obrigar a introduzir especialistas em redes sociais, em marketing de guerrilha, em escrita vocacionada para este novo meio".<br />
<br />
Estas alterações acarretam, admitiu o especialista, "novos custos" que podem encarecer uma campanha.<br />
<br />
"Ainda assim o custo/benefício é muito positivo para o candidato, ao permitir que a sua mensagem chegue a muito mais gente e de forma mais facilitada do que através dos media tradicionais", salientou.<br />
<br />
O Dia Mundial da Internet foi instituído em 2006, idealizado pela Associação dos Utilizadores de Internet espanhola e com o aval das Nações Unidas, para promover a reflexão sobre as potencialidades das novas tecnologias na vida dos cidadãos.<br />
<br />
<br />
<br />
SOL</div>

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			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Português é 5º idioma mais 'falado' na Internet]]></title>
			<link>http://www.g-sat.net/internet-1504/portugues-e-5-idioma-mais-falado-na-internet-515969-novo-post.html</link>
			<pubDate>Wed, 15 May 2013 23:03:27 GMT</pubDate>
			<description><![CDATA[http://upimagens.com/image-D258_51941427.jpg*A língua portuguesa é já o quinto idioma mais 'falado' na Internet, tendo ultrapassado o árabe, o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-D258_51941427.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>A língua portuguesa é já o quinto idioma mais 'falado' na Internet, tendo ultrapassado o árabe, o francês e o alemão, revelam dados divulgados pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) e citados na imprensa brasileira.</b><br />
<br />
De acordo com os dados da UIT, citados pelo portal online Estadão, serão já cerca de 83 milhões os utilizadores que utilizam a língua portuguesa para comunicar e navegar pela Web.<br />
<br />
Isto significa que actualmente há já mais utilizadores lusófonos na Internet do que os 75 milhões de alemães, os 65 milhões que usam a língua árabe ou os 60 milhões que utilizam o francês, um feito que, segundo a UIT se deve sobretudo à expansão da Internet nos últimos dez anos no Brasil, o maior país lusófono com cerca de 194 milhões de habitantes.<br />
<br />
Os especialistas ouvidos na imprensa brasileira referem que, em pouco anos, o português poderá superar o japonês - hoje com 99 milhões de utilizadores na rede - e que actualmente ocupa a quarta posição.<br />
<br />
Isso porque a expansão da Internet no Brasil, Angola e em Moçambique ainda tem um longo caminho a percorrer até atingir os mesmos níveis de penetração dos países ricos, como o Japão, onde a Internet é uma realidade há muito tempo.<br />
<br />
Em primeiro lugar, há mais de dez anos, mantém-se o inglês, actualmente com 565 milhões de utilizadores. Mas o seu domínio começa a ser seriamente ameaçado pela língua chinesa, utilizada por 510 milhões.<br />
<br />
No terceiro lugar figura o espanhol, com 165 milhões.<br />
<br />
Os especialistas citados pelo Estadão lembram que num futuro próximo parte da influência atribuída a uma língua a nível mundial será fortemente influenciada pelo número de utilizadores que nela comunicam e teclam on-line.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

]]></content:encoded>
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			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Tugastream e Zuuk: os reis do stream ilegal na mira dos produtores de TV</title>
			<link>http://www.g-sat.net/internet-1504/tugastream-e-zuuk-os-reis-do-stream-ilegal-na-mira-dos-produtores-de-tv-515699-novo-post.html</link>
			<pubDate>Tue, 14 May 2013 20:43:57 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-C03F_5192A1A1.jpg*Sport TV, Big Brother Vip, AXN ou SIFY são distribuídos para vários sites sem qualquer custo ou...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-C03F_5192A1A1.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Sport TV, Big Brother Vip, AXN ou SIFY são distribuídos para vários sites sem qualquer custo ou mensalidade. Tugastream e Zuuk são os grandes fornecedores dos streams ilegais. Produtores e canais de TV já estão a preparar uma investida judicial.</b><br />
<br />
Um chama-se Tugastream.com; ou outro Zuuk.net: ambos sites transmitem na Net os canais de TV mais procurados pelos portugueses – e segundo as associações que representam canais e produtores de TV, são estes dois endereços que alimentam sites de grande audiência como TelevisãoFutebol, TVDez, CasadosSegredos.TV, EstádioFutebol, TVTuga, entre muitos outros especializados no mercado português.<br />
<br />
Face a este panorama, a Federação de Editores de Videogramas (FEVIP) e o Movimento Cívico Anti-Pirataria na Internet (MAPiNET) estão a ponderar processar os maiores abastecedores de transmissões de TV não autorizadas.<br />
<br />
Depois das tentativas de notificação dos serviços de alojamento do Tugastream e Zuuk, as duas associações poderão avançar, em breve, com uma queixa nas autoridades a fim de levar os gestores destes sites a tribunal.<br />
<br />
Os técnicos das duas associações dizem ter uma ideia de quem gere os dois sites, apesar de não avançarem com muitos detalhes: «Temos quase a certeza de que são portugueses… é verdade que um estrangeiro poderia fazer o mesmo, mas então por que é que estes dois sites só transmitem canais procurados pelo público português?», explica um responsável da FEVIP que solicitou o anonimato.<br />
<br />
O mesmo responsável admite que as pessoas que exploram o Tugastream e o Zuuk não sejam as mesmas que gerem sites como o Wareztuga ou o BTnext, que se dedicam aos downloads e streaming (a pedido e não em direto) de filmes e séries de TV sem autorização dos detentores de direitos de autor e distribuição.<br />
<br />
<br />
<b>Bola, filmes e séries</b><br />
<br />
No passado sábado à noite, a Sport TV terá alcançado um pico de audiências durante o Porto-Benfica – mas não terá sido o único canal com motivos para rejubilar com os picos de popularidade. A Sport TV é provavelmente o canal português mais procurado na Net e um jogo capaz de decidir o título de futebol é também um maná de audiências e de publicidade para Zuuk e Tugastream. «Estes sites deixaram de publicar os números, mas há tempos dava para ver que um único link de um canal chegava a ter quase 30 mil pessoas ligadas», explica o responsável da FEVIP.<br />
<br />
Tugastream e Zuuk estão na base da “cadeia alimentar” que suporta o ecossistema do streaming de TV em Portugal. No cardápio do Tugastream figuram Sport TV, Big Brother Vip, AXN, SIFY, FOX e os generalistas TVI e SIC; no Zuuk a lista de canais disponíveis não é divulgada em público, mas os representantes dos produtores de TV acreditam que abrange quase todos os canais pagos em Portugal.<br />
<br />
Além de permitirem o acesso a canais de TV que exigem o pagamento de mensalidades, Tugastream e Zuuk permitem que muitos outros sites especializados redirecionem os seus links – e coloquem anúncios sobre as emissões piratas.<br />
<br />
Posteriormente, as emissões piratas que, originalmente, tinham por origem o Zuuk e o Tugastream, são sucessivamente redirecionadas entre vários sites. E é por isso que há uma boa probabilidade de o internauta ser “brindado” com vários anúncios publicitários quando clica num link com emissões ilegais.<br />
<br />
Aparentemente, quase todos ficam a ganhar: o Tugastream e o Zuuk faturam com o exponencial aumento do número de espetadores e de receitas de publicidade que provêm do redirecionamento de streams; os vários sites redirecionam as emissões do Tugastream e do Zuuk e adicionam mais anúncios sobre a emissão transmitida também garantem um quinhão de receitas publicitárias; e por fim milhares de internautas passam a ver no computador aquilo que não podem (ou não querem) pagar para ver na TV. Só os detentores e distribuidores dos canais de TV ficam a perder com a potencial concorrência ilegal que vem da Internet.<br />
<br />
As transmissões de TV podem ser o “bem” mais valorizado, mas o ecossistema do streaming dificilmente sobreviveria sem dois fatores de ordem tecnológica. No caso dos sites dedicados ao redirecionamento, a esmagadora maioria depende de plataformas que permitem criar, em poucos segundos, canais de TV a partir de links ou outras fontes de emissão. Nalgumas destas plataformas, nem é preciso sequer um registo – basta criar um endereço e indicar qual o link da emissão. LiveFlash, eLive, Ucast.eu, FlashCast.tv, Mips.tv e ReyHQ.com são provavelmente as plataformas mais usadas para criar sites de streaming.<br />
<br />
Em contrapartida, Tugastream e Zuuk, enquanto principais abastecedores, têm de garantir o acesso a uma emissão de uma box. Esse acesso pode ser garantido através de um ou mais clientes da Zon ou da PT que violam os termos do serviço ao conectarem boxes e computadores pessoais para procederem à retransmissão de canais de TV na Net. Nalguns casos, a retransmissão é feita através de boxes pirateadas que pemitem aceder a todos os canais de TV, independentemente de serem pagos ou gratuitos. «Já cheguei a ver canais transmitidos na Internet que tinham todos os indícios de virem de boxes adulteradas. O que significa que o mesmo conteúdo foi alvo, de pelo menos, dois tipos de pirataria», explica fonte da FEVIP.<br />
<br />
<br />
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]]></content:encoded>
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			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Google atribui 15 GB para Drive, Gmail e Google+ Photo</title>
			<link>http://www.g-sat.net/internet-1504/google-atribui-15-gb-para-drive-gmail-e-google-photo-515695-novo-post.html</link>
			<pubDate>Tue, 14 May 2013 20:25:18 GMT</pubDate>
			<description>*A Google unificou o armazenamento para os serviços Gmail, Drive e Google+ Photo, oferecendo agora um total de 15 GB gratuitos na nuvem.* 
 
Imagem:...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><b>A Google unificou o armazenamento para os serviços Gmail, Drive e Google+ Photo, oferecendo agora um total de 15 GB gratuitos na nuvem.</b><br />
<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://upimagens.com/image-6608_51929D6B.jpg" border="0" alt="" /></div><br />
De acordo com a Google, o facto de os diferentes serviços online da empresa já trabalharem em conjunto faz com que não faça sentido separar o armazenamento por serviço.<br />
<br />
Até agora, a Google oferecia 10 GB para o Gmail e 5 GB para o Drive e Google+ Photos. A partir de hoje a empresa começa a implementar um novo sistema de gestão do armazenamento, deixando de haver fronteiras de armazenamento entre os serviços, que passam a partilhar um espaço total de 15 GB gratuitos.<br />
<br />
No entanto, a implementação desta nova arquitetura é gradual, prevendo-se que decorra durante as próximas duas semanas.<br />
<br />
Esta nova política também vai ser válida para os utilizadores do Google Apps, que passam a ter 30 GB partilhados entre os serviços Drive e Gmail.<br />
<br />
<br />
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]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
			<title>Google recusa pagar aos media portugueses</title>
			<link>http://www.g-sat.net/internet-1504/google-recusa-pagar-aos-media-portugueses-508470-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 13:56:19 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-FEAC_51584018.jpg*O Google já chegou a acordo com os media belgas e franceses. 
 
*Representantes dos órgãos de...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-FEAC_51584018.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>O Google já chegou a acordo com os media belgas e franceses.<br />
<br />
</b><span style="font-family: Georgia">Representantes dos órgãos de comunicação portugueses estiveram reunidos na semana passada com o Google para exigir o pagamento pela utilização dos conteúdos em serviços como a pesquisa e o Google News. A empresa recusou, mas mostrou-se aberta a colaborar com a imprensa.<br />
</span><br />
<span style="font-family: Georgia">A notícia foi <b><a href="http://www.reuters.com/article/2013/03/27/google-portugal-media-idUSL5N0CJ3P420130327" target="_blank" rel="nofollow">avançada pela agência Reuters</a></b>. A reunião decorreu entre o Google e a Confederação Portuguesa dos Meios de Comunicação Social.<br />
</span><br />
<span style="font-family: Georgia">O presidente da confederação, Albérico Fernandes, afirmou ao PÚBLICO que o encontro foi agendado a pedido da multinacional, na sequência de uma conferência intitulada “Motores de Busca – o seu a seu dono”, realizada por esta organização em Janeiro.<br />
</span><br />
<span style="font-family: Georgia">Fernandes diz que a conferação não tem “nenhum modelo especial” em vista para um pagamento aos órgãos de comunicação. “O que defendemos é que os conteúdos sejam remunerados”, frisou.<br />
</span><br />
<span style="font-family: Georgia">De acordo com o responsável, ficou assente que as duas entidades teriam reuniões “com alguma regularidade” e está em cima da mesa a hipótese de “um <i>workshop</i>”, onde o Google poderia abordar questões “na área comercial, na área do <i>marketing</i>, das audiências, das plataformas para pequenos anúncios”. Albérico Fernandes adiantou ir agora contactar os grupos de media para saber se há interesse.<br />
</span><br />
<span style="font-family: Georgia">Contactado pela Reuters, o Google não quis comentar a reunião.A imprensa de vários países já exigiu pagamentos ao Google pelo uso dos conteúdos. Na Bélgica e em França, a empresa chegou a um acordo com os editores de media (no caso francês, <b><a href="http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/google-e-franca-acordam-fundo-de-60-milhoes-para-ajuda-a-imprensa-1583021" target="_blank" rel="nofollow">foi criado um fundo de 60 milhões de euros</a></b> para apoiar projectos da imprensa). Na Alemanha,<a href="http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/parlamento-alemao-aprova-lei-ambigua-para-cobrar-a-motores-de-busca-1586326" target="_blank" rel="nofollow"><b>foi aprovada no Parlament</b>o</a> uma lei que alargaria a protecção dada pelos direitos de autor aos excertos mostrados pelos motores de busca, mas o diploma tem ainda de passar pelo Conselho Federal, onde tem muita oposição.<br />
</span><br />
<span style="font-family: Georgia">Também o Conselho Europeu de Editores, encabeçado pelo presidente do grupo Impresa, Francisco Pinto Balsemão, tem defendido a remuneração dos órgãos de comunicação social. Balsemão é há muito <b><a href="http://www.publico.pt/politica/noticia/balsemao-acusa-governo-de-se-alhear-do-problema-da-pirataria-na-net-1581096" target="_blank" rel="nofollow">um crítico feroz do Google</a></b> e da forma como este usa os conteúdos da imprensa.<br />
<br />
<br />
</span>publico.pt<span style="font-family: Georgia"><br />
</span></div>

]]></content:encoded>
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			<dc:creator>pinoquio38</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Bitcoin - O valor de uma moeda virtual disparou, talvez com ajuda da crise</title>
			<link>http://www.g-sat.net/internet-1504/bitcoin-o-valor-de-uma-moeda-virtual-disparou-talvez-com-ajuda-da-crise-508469-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 13:53:24 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-EBB9_51583F57.jpg*As bitcoins não têm uma entidade emissora e funcionam através de um sistema automático assente numa rede...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-EBB9_51583F57.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>As bitcoins não têm uma entidade emissora e funcionam através de um sistema automático assente numa rede de computadores a que qualquer pessoa se pode juntar. A procura tem subido nas últimas semanas.</b><br />
<br />
<span style="font-family: Georgia">O valor de cada bitcoin ronda actualmente os 90 dólares, ou 70 euros. Há um ano, cada uma valia pouco menos de cinco dólares. Nesta quinta-feira, pela primeira vez, o valor do total de todas estas moedas virtuais em circulação ultrapassou os mil milhões de dólares.<br />
</span><br />
<span style="font-family: Georgia">A ideia de dinheiro virtual não é nova. É assim que funcionam muitos sistemas que permitem comprar créditos com dinheiro real e depois usar esses créditos para comprar bens ou serviços. Há jogos no Facebook que permitem comprar dinheiro virtual, por exemplo. A inovação das <b><a href="http://bitcoin.org/" target="_blank" rel="nofollow">bitcoins</a></b>, que foram lançadas em 2009, é que não há uma entidade central responsável pela moeda <span style="font-family: arial">–</span> nem sequer uma empresa.<br />
<br />
O sistema assenta em redes <i>peer-to-peer</i> (em que os computadores estão ligados directamente uns aos outros, de forma descentralizada). O valor do dinheiro (ou seja, o preço por que pode ser comprado com divisas convencionais, como o euro e o dólar) é guardado em ficheiros que existem na própria rede, tal como acontece com os proprietários dos fundos e o historial de transacções. As emissões de moeda são feitas periodicamente, de forma automática e pré-programada, sem intervenção humana.<br />
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A moeda já foi usada em mercados <i>online </i>de drogas e armas, mas também há serviços legais que aceitam este tipo de pagamento. O reputado serviço de alojamento de blogues Wordpress é um deles. No mês passado, o <i>site </i>Reedit, popular sobretudo nos EUA e onde os utilizadores agregam e discutem conteúdos que encontram <i>online</i>, passou a aceitar bitcoins para as suas funcionalidades pagas. Nos Estados Unidos, pelo menos, há um ou outro café que aceitam bitcoins e, no Canadá, houve quem pusesse <b><a href="http://mashable.com/2013/03/22/house-bitcoins/" target="_blank" rel="nofollow">uma casa à venda</a></b> por 405 mil dólares canadianos ou, em alternativa, 5750 bitcoins.<br />
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As bitcoins podem ser compradas e vendidas em <i>sites </i>criados para o efeito, cujo funcionamento não difere muito dos sistemas de investimento nas bolsas. O utilizador coloca ordens de compra ou de venda, definindo o preço porque está disposto a vender ou comprar, e espera que o sistema execute a ordem.<br />
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<b>Há sempre um risco<br />
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A comparação entre o valor actual e o valor de há um ano dá pistas sobre a valorização das bitcoins. Mas não conta toda a história: os valores tendem a oscilar muito e comprar Bitcoins pode ser um investimento arriscado. Além disso, já houve <b><a href="http://www.bbc.co.uk/news/technology-21964881" target="_blank" rel="nofollow">tentativas de fraudes informáticas para obter bitcoins</a></b>.<br />
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Nos últimos dias, as bitcoins suscitaram uma avalanche de atenção mediática, com vários órgãos de comunicação a notarem o valor elevado que a divisa atingiu. Alguns argumentam que a crise da zona euro e a perda de confiança no sistema bancário, particularmente após o anúncio da taxa sobre os depósitos em Chipre, estão a atrair pessoas para a moeda virtual.<br />
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Já em Abril do ano passado, a agência Reuters <b><a href="http://www.reuters.com/article/2012/04/02/us-traders-bitcoin-idUSBRE83108120120402" target="_blank" rel="nofollow">tinha entrevistado</a></b> um comerciante grego que dizia não recorrer a bancos e que, em vez disso, usava bitcoins. O fenómeno tende a gerar um ciclo: quanto mais os <i>media </i>falam das bitcoins, mais interesse suscitam na moeda e mais potenciais utilizadores surgem, o que acaba por despertar a atenção de mais órgãos de comunicação e de mais serviços disponíveis para aceitar esta forma de pagamento.<br />
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Em 2011, num artigo sobre o assunto, o prémio Nobel da Economia Paul Krugman <b><a href="http://krugman.blogs.nytimes.com/2011/09/07/golden-cyberfetters/" target="_blank" rel="nofollow">argumentou</a></b> que o sistema das bitcoins, bem como a sua valorização, fomentavam a angariação destas moedas e não promoviam o gasto. Se os preços estivessem a ser medidos em bitcoins, notou, a economia estaria em deflação.<br />
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<b>Ganhar moedas<br />
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A distribuição de novas moedas pela rede é um processo muito complexo. O sistema “gera” moedas a cada dez minutos, mas estas têm de ser “descobertas” e, em teoria, qualquer pessoa se pode ligar à rede e tentar fazê-lo.<br />
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Posto de forma simplificada, o processo de “descoberta” implica ter um software específico a solucionar uma espécie de problemas matemáticos complicados. Ao primeiro computador a encontrar a solução, é atribuída uma recompensa em bitcoins. A dificuldade dos problemas é ajustada em função da capacidade da rede para “descobrir” moedas, de forma a assegurar que a introdução de moedas no sistema se vai mantendo constante.<br />
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Este modo de funcionamento faz com que seja preciso investir recursos para obter moedas e que quem invista mais recursos seja quem as consegue obter com mais frequência. Resolver os problemas implica o uso de um poder de processamento que não está disponível nos computadores normalmente usados no quotidiano. Significa ainda um gasto considerável de electricidade e uma determinada quantidade de tempo, que depende da capacidade técnica.<br />
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Os vários “mineiros” de bitcoins (é o termo que designa os nós da rede que tentam resolver os problemas matemáticos) investem assim recursos (tempo, processamento, electricidade) na competição por um bem escasso. O funcionamento é mais semelhante ao das minas de metais preciosos do que ao de emissão de moeda por um banco central.<br />
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O sistema está desenhado para que o valor das recompensas atribuídas diminua para metade a cada quatro anos. Além disso, a “emissão” parará quando estiverem em circulação 21 milhões de bitcoins, o que, se a rede se mantiver em funcionamento, acontecerá em 2140.<br />
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O processo foi inventado por alguém sob o pseudónimo Satoshi Nakamoto. Em Novembro de 2008, Nakamoto publicou num fórum online <b><a href="http://bitcoin.org/bitcoin.pdf" target="_blank" rel="nofollow">um documento</a></b> com a estrutura típica de um artigo científico em que descrevia o processo. O sistema começou a funcionar em Janeiro do ano seguinte. Algures em 2010, Nakamoto afastou-se do processo e deixou a criação seguir o seu rumo.<br />
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</span>publico.pt<span style="font-family: Georgia"><br />
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