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		<title>G-Sat Connecting People - Cultura e Ciência</title>
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			<title>G-Sat Connecting People - Cultura e Ciência</title>
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			<title>Cientistas russos descobriram elixir da juventude</title>
			<link>http://www.g-sat.net/cultura-e-ciencia-16/cientistas-russos-descobriram-elixir-da-juventude-516514-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 20:41:20 GMT</pubDate>
			<description><![CDATA[http://upimagens.com/image-FFC0_5197E74F.jpg*Pesquisadores siberianos testaram com êxito em si mesmos um "comprimido da juventude". O fármaco G5...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-FFC0_5197E74F.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Pesquisadores siberianos testaram com êxito em si mesmos um &quot;comprimido da juventude&quot;. O fármaco G5 estava sendo desenvolvido para tratamento da cirrose hepática. Não obstante, verificou-se que seu campo de aplicação é muito mais amplo.</b><br />
<br />
Foi uma notícia sensacional que o G5 é capaz de produzir um efeito de rejuvenescimento. Por enquanto, aliás, é cedo para cantar vitória: em primeiro lugar, os principais testes do medicamento serão ainda realizados; e, em segundo lugar, esta já não é a primeira vez em que a ciência mundial anuncia mais uma &quot;descoberta do século&quot;.<br />
<br />
Os cientistas do Instituto de Pesquisas em Farmacologia da cidade siberiana de Tomsk, Rússia, se aproximaram da criação de um remédio universal contra todas as enfermidades. O G5, ou o &quot;comprimido da juventude&quot;, como o batizaram em seguida os jornalistas, estimula a medula óssea a produzir de forma ativa as células-tronco, que são necessárias para a recuperação de quaisquer órgãos e tecidos afetados. Vários pesquisadores já experimentaram em si próprios a eficácia do medicamento. Andrei Bekarev, diretor da empresa desenvolvedora do fármaco, explicou à Voz da Rússia como é o mecanismo de funcionamento do G5:<br />
<br />
&quot;Existe um conceito que se denomina de &quot;matriz extracelular&quot;. Trata-se de uma substância intercelular, através da qual se produz o lançamento de células-tronco. É um mecanismo concebido pela natureza, quer dizer, mecanismo que funciona de maneira natural, sobretudo, na juventude, quando todas as lesões se curam facilmente, e o ser humano supera com facilidade doenças. Pois, uma das teorias explica o envelhecimento e as enfermidades crônicas com disfunções, justamente, da matriz extracelular. Nosso desenvolvimento resolve várias questões. Em particular, ao alterar a estrutura da matriz extracelular, o fármaco favorece a que as células-tronco surjam em quantidades maiores, possibilita a todas elas se deslocarem quase sem impedimentos dentro do organismo e, portanto, faz com que todos os processos venham a decorrer de uma forma, em certo grau, diferente&quot;.<br />
<br />
As experiências em ratos mostraram o seguinte: os roedores não medicados com o G5 envelheciam rapidamente, enquanto seus congêneres que o recebiam, viviam por mais tempo, sendo ativos e saudáveis até os últimos dias. Contudo, a vida humana tem duração muito mais larga do que a dos ratos. Por isso, os estudos do G5 como remédio contra o envelhecimento podem prolongar-se por vários décadas. O gerontologista Yuri Konev assinala que as notícias sobre novas substâncias com milagrosos efeitos rejuvenescedores aparecem, ao menos, a cada três ou quatro meses. No entanto, inclusive os titãs da luta contra a velhice, como, por exemplo, o acadêmico Vladimir Skulachev, quem iniciou seus experimentos ainda no fim da década de 1960, distam muito da vitória sobre o tempo:<br />
<br />
&quot;O acadêmico Skulachev ainda não finalizou o desenvolvimento de seu remédio. Dizem que nas mãos do autor funciona, embora a aparência do mesmo Skulachev não o confirma. Atualmente, seu filho e seu neto é que seguem desenvolvendo o seu projeto. E terão trabalho por toda a vida&quot;.<br />
<br />
Na verdade, a busca de uma fonte da longevidade é uma tarefa que requer séculos. As doenças, porém, os males concretos, requerem tratamento agora, desde já. O G5 tem ampla gama de indicações: de infertilidade a doenças pulmonares. Mas os pesquisadores se concentraram por enquanto numa só – a cirrose hepática. Isso permitirá lançar mais rápido o medicamento no mercado. Os ensaios clínicos oficiais do G5, com participação de voluntários, terão seu início em novembro. Dentro de alguns anos, o medicamento poderá aparecer em farmácias.~<br />
<br />
<br />
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			<category domain="http://www.g-sat.net/cultura-e-ciencia-16/">Cultura e Ciência</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>O sexo masculino poderá desaparecer da face da Terra</title>
			<link>http://www.g-sat.net/cultura-e-ciencia-16/o-sexo-masculino-podera-desaparecer-da-face-da-terra-514927-novo-post.html</link>
			<pubDate>Fri, 10 May 2013 11:16:24 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-AFE6_518CD6DB.jpg*O sexo masculino poderá desaparecer da face da Terra. A metade masculina da humanidade irá perder...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-AFE6_518CD6DB.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>O sexo masculino poderá desaparecer da face da Terra. A metade masculina da humanidade irá perder completamente a batalha entre os sexos, declarou Jenny Graves, uma cientista australiana.</b><br />
<br />
A cientista acredita que dentro de cinco milhões de anos o sexo masculino irá desaparecer devido ao fato de o cromossoma Y, responsável pelos genes masculinos, ser débil e estar em processo de extinção. No entanto, outros especialistas desconfiam que os acontecimentos tenham um tal desenlace.<br />
<br />
A australiana Jenny Graves é conhecida na comunidade científica como investigadora séria e pouco dada a declarações controversas. No entanto, o prognóstico dela, pressagiando aos homens um futuro pouco invejável, foi qualificado pela maioria de seus colegas como polêmico.<br />
<br />
Como se sabe, as fêmeas e os machos apresentam uma diferença cromossômica. As mulheres têm o par de cromossomas &#1061;&#1061; e homens o &#1061;Y. Se, em indivíduos do sexo feminino um dos cromossomos &#1061; sofrer uma mutação, poderá ser recuperado à custa do outro. No sexo masculino, no caso do cromossoma Y, tal procedimento é impossível. Todavia, isso só quer dizer que um cromossoma incapaz de funcionar nunca crescerá até à maturidade e, portanto, rapazes com cromossomos afetados não irão nascer. Aliás, o número de cromossomas não influi substancialmente no processo de evolução. Por exemplo, os cães têm 78 cromossomos e não 46, para além das particularidades inerentes a cada espécie, comenta o diretor geral do Instituto de Células-Tronco, Artur Isaev:<br />
<br />
&quot;No que diz respeito à questão de quem irá perder, é difícil de responder. Tanto homens como mulheres são determinantes para a mesma espécie – o Homo Sapiens. Se houver quaisquer modificações que afetem a espécie, toda ela irá se deparar com problemas. Por outro lado, não nos devemos desapontar com isso. Cinco milhões de anos é muito tempo e os cientistas estão trabalhando em matéria de genética. Em particular, foi inventado um cromossomo artificial. Pois, agora procuramos utilizá-lo em terapia como veículo para transporte de genes. A vantagem dele consiste na capacidade de permanecer durante um tempo bastante prolongado dentro de células e converter-se em parte constitutiva do genoma. Portanto, a ciência estará em condições para combater fenômenos de tal natureza.&quot;<br />
<br />
Mas por que motivo tal prognóstico é feito apenas em relação aos seres humanos? Os pares de cromossomas &#1061;&#1061; e &#1061;Y existem não só no Homo Sapiens e, por conseguinte, a extinção do sexo masculino representa uma ameaça não apenas para os seres humanos. Os animais mamíferos apareceram no planeta muito antes do homem. Ora, o número de machos por qualquer razão não diminui, discorre o professor catedrático do Instituto das Ciências e Tecnologias de Skolkovo, Konstantin Severinov:<br />
<br />
&quot;O dimorfismo sexual relacionado com os cromossomas Y observa-se não só em seres humanos mas também em animais mamíferos, em vertebrados que existem há muitos milhões de anos. Não há provas algumas de que estejam em extinção. Porém, o mais importante é que tudo isso não faz sentido, pois não se pode verificar nada.&quot;<br />
<br />
Entrementes, os demógrafos deparam-se com um outro fato preocupante. Nos últimos anos foi registrado que os rapazes nascem com mais frequência. Nos próximos decênios, a falta de mulheres poderá exercer sobre a humanidade uma influência não menos sensível do que o aquecimento global. Especialistas da ONU publicaram recentemente um documento em que constatam que uma distribuição desigual de sexos a nível mundial está diretamente vinculada com o incremento de migrações e aumento da prostituição. Há também outros estudos indicando que o desequilíbrio entre a quantidade de homens e mulheres no planeta pode conduzir a novas guerras. E, infelizmente, muito mais cedo que dentro de cinco milhões de anos.<br />
<br />
<br />
portuguese.ruvr.ru</div>

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			<category domain="http://www.g-sat.net/cultura-e-ciencia-16/">Cultura e Ciência</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Cientistas calculam probabilidade de uma quarta guerra mundial</title>
			<link>http://www.g-sat.net/cultura-e-ciencia-16/cientistas-calculam-probabilidade-de-uma-quarta-guerra-mundial-514923-novo-post.html</link>
			<pubDate>Fri, 10 May 2013 11:06:36 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-8855_518CD496.jpg*O intervalo de tempo que foi concedido à humanidade entre a terceira e a quarta guerra mundial está...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-8855_518CD496.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>O intervalo de tempo que foi concedido à humanidade entre a terceira e a quarta guerra mundial está perto do fim, foi a conclusão a que chegaram os cientistas da Academia das Ciências Militares russa com base na teoria dos ciclos de Kondratiev.</b><br />
<br />
De acordo com essa teoria (também chamada de teoria das &quot;ondas longas&quot;), desenvolvida pelo economista soviético Nikolai Kondratiev, a próxima guerra mundial poderá ter início na próxima década, na opinião de Serguei Malkov, membro da Academia das Ciências Militares e Professor da Universidade de Moscou. A pedido da nossa estação de rádio, o professor expôs a sua visão das perspetivas previsíveis que a humanidade irá enfrentar.<br />
<br />
De forma extremamente resumida, os ciclos de Kondratiev são períodos de desenvolvimento econômico da civilização moderna com uma duração de quarenta a sessenta anos.<br />
<br />
Nikolai Kondratiev delineou um total de seis ciclos que abarcam um período histórico entre os anos de 1803 e 2060. O quarto ciclo decorreu aproximadamente entre o fim da Segunda Guerra Mundial e a primeira metade dos anos oitenta. Neste momento nós estamos a viver o quinto ciclo que, segundo as previsões de Kondratiev, deverá terminar em 2018. Os adeptos dessa teoria ligam cada ciclo econômico diretamente ao seu nível ou padrão tecnológico. O período atual é caracterizado pelo desenvolvimento das IT, das telecomunicações e da robótica. O ciclo seguinte, o sexto, deverá ficar assinalado por um grande avanço das nano e biotecnologias e das tecnologias da informação e do conhecimento.<br />
<br />
Cada ciclo, no entanto, além dos avanços tecnológicos, é acompanhado por crises e guerras. O fim do ciclo atual e a transição para o padrão tecnológico seguinte será acompanhado pelo menos por uma fortíssima instabilidade política, ou mesmo por uma guerra mundial, na opinião do Professor da Universidade de Moscou Serguei Malkov:<br />
<br />
&quot;Nós encontramo-nos agora na fase de crise, esta evoluiu para uma depressão e estamos à procura de possíveis saídas desse estado de depressão. Nomeadamente graças às novas tecnologias de ponta que serão os controladores do crescimento. São as chamadas tecnologias NBIC: nano e biotecnologias, tecnologias da informação e ciências cognitivas. Mas este período é muito perigoso porque ainda não se vislumbra uma saída, enquanto já se acumularam as contradições. Nessa altura, normalmente, acontecem as guerras mundiais. Tanto as comerciais, financeiras, econômicas e políticas, como as guerras propriamente ditas. Acontece uma espécie de reordenamento do mundo&quot;.<br />
<br />
Realmente, se considerarmos a teoria dos ciclos como um modelo a seguir, podemos verificar que, durante os dois últimos séculos, os acontecimentos mais sangrentos da história mundial ocorreram no final de cada uma das chamadas ondas de Kondratiev. A crise já passou e agora estamos a aproximar-nos do ponto fatal. Segundo as previsões dos partidários da teoria de Kondratiev, o momento crítico irá ocorrer nos anos 2016-2017.<br />
<br />
É obviamente difícil prever neste momento se irá rebentar uma guerra mundial em grande escala no sentido tradicional. Mas o professor Malkov não tem dúvidas que irão começar as guerras informativa, psicológica, econômica e comercial:<br />
<br />
&quot;A anterior, a Terceira Guerra Mundial ocorreu precisamente na fronteira entre o quarto e o quinto ciclos de Kondratiev. Ela teve lugar sem um uso generalizado das armas, mas os resultados estão à vista: o mapa geopolítico mundial foi redesenhado, a URSS, pretendente ao domínio mundial, e os seus aliados, sofreram uma derrota avassaladora e deixaram de existir na sua forma anterior. Na situação atual, o papel de União Soviética pertence ao novo candidato á supremacia mundial que é a China&quot;.<br />
<br />
No novo ciclo da espiral do desenvolvimento da humanidade, os acontecimentos principais irão se desenvolver à volta da interação entre a China e os EUA. De resto, o conflito em gestação na Península Coreana está perfeitamente de acordo com o modelo de reordenamento do mundo, é a opinião de Serguei Malkov. Neste caso, estas são consequências da política dos EUA que provocam o surgimento de zonas de conflito dentro das fronteiras das zonas dos interesses norte-americanos. Na Região da Ásia-Pacífico, estão presentes, lado a lado, todos os concorrentes &quot;tecnológicos&quot; dos EUA: a Rússia, a China, o Japão e até a Coreia do Sul.<br />
<br />
Na opinião de Malkov, neste momento os EUA estão a perder as suas posições por todo o mundo. A instabilidade econômica mundial valoriza o dólar norte-americano e a instabilidade política aumenta a necessidade de os Estados Unidos atuarem como um árbitro internacional. Como os EUA já não conseguem sustentar as suas pretensões à liderança mundial com base no seu poderio econômico, eles irão começar a usar para isso as suas ferramentas políticas, financeiras e mesmo tecnológicas. Os norte-americanos estão simplesmente obrigados a provocar a instabilidade no mundo.<br />
<br />
É completamente evidente que, no contexto atual, se trata realmente de uma utopia. Já a realidade é tal que, independentemente da teoria dos ciclos, o reordenamento mundial não é um cenário irrealista.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

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			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>A ciência explica: por que você não deve ir ao supermercado com fom</title>
			<link>http://www.g-sat.net/cultura-e-ciencia-16/a-ciencia-explica-por-que-voce-nao-deve-ir-ao-supermercado-com-fom-514912-novo-post.html</link>
			<pubDate>Fri, 10 May 2013 10:27:48 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-3C7F_518CCB31.jpg*Quantas vezes você já passou no supermercado antes do horário do almoço ou da janta, com fome, e comprou...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-3C7F_518CCB31.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Quantas vezes você já passou no supermercado antes do horário do almoço ou da janta, com fome, e comprou mais coisas do que realmente precisava?</b><br />
<br />
Os pesquisadores Aner Tal e Brian Wansink, da Universidade Cornell, em Ithaca, Nova York (EUA), realizaram um estudo de laboratório com 68 pessoas, para analisar o quanto a fome influenciava na hora das compras.<br />
<br />
Primeiramente, estas pessoas selecionadas foram convidadas a irem até o laboratório, mas com a recomendação de não comerem nada por até 5 horas antes do encontro. Chegando lá, metade do grupo recebeu bolachas, que poderiam ser consumidas a vontade, enquanto a outra metade permaneceu sem nenhuma comida.<br />
<br />
Na sequência, todos deveriam acessar o site de um supermercado e fazer compras como bem desejassem. O resultado foi o seguinte: o grupo que comeu as bolachas antes do processo comprou, em média, 4 produtos de alto teor calórico, enquanto que as pessoas que estavam a mais tempo sem se alimentarem compraram 6 destes itens mais calóricos.<br />
<br />
Outra pesquisa, liderada pelo diretor do Laboratório Comidas e Marcas, da Universidade Cornell, Brian Wansink, levou outro grupo, desta vez de 82 pessoas, a um supermercado, em dois horários diferentes: entre 13h e 16h (considerado um período menos propenso a fome, por ser após o almoço), e entre 16h e 19h (horário em que as pessoas começam a sentir mais fome, próximo a hora do jantar).<br />
<br />
Nesta análise, os pesquisadores perceberam que as compras mais saudáveis, ou de alimentos de menor teor calórico, foram realizadas pelo grupo que foi ao supermercado entre 13h e 16h (foram 11 produtos contra 8 do outro grupo).<br />
<br />
Os pesquisadores relataram que “mesmo que por um curto período, a privação alimentar pode levar a uma alteração no momento das compras, aumentando o consumo de produtos com alto teor calórico. O ideal é que as pessoas prestem atenção nas suas escolhas e, se possível, evitem fazer compras quando estão com fome”.<br />
<br />
O endocrinologista da Faculdade Imperial de Londres, Tony Goldstone, destaca que os resultados devem ser interpretados com cautela, pois este comportamento resulta de um processo evolutivo, em que as pessoas tendem a procurar alimentos mais calóricos após um período de jejum.<br />
<br />
“O corpo está sempre tentando se manter em equilíbrio, e faz sentido que, se você estiver há um longo período de tempo sem comida, você busque a comida que é de alto teor calórico”, disse ele. “Se nós estamos precisando de energia, nós não vamos comprar alface”.<br />
<br />
Ele recomenda que, antes de ir às compras, as pessoas façam um lanche, nem que seja apenas uma fruta, ou até mesmo que masquem chicletes enquanto estão andando pelos corredores, como uma maneira de mascarar a fome.<br />
<br />
Amy Yaroch, chefe do Centro de Nutrição Swanson Gretchen em Omaha, Nebraska, ressalta por fim uma preocupação importante. “Eu sinto que as pessoas não entendem a conexão entre obesidade e insegurança alimentar. Sem saber quando terá comida disponível novamente, você tende a escolher uma opção de alto teor calórico, especialmente quando é o mais barato. Há definitivamente diferentes implicações para alguém que está com fome a maior parte do tempo”, disse ela. <a href="http://www.livescience.com/29360-grocery-shopping-hungry.html" target="_blank" rel="nofollow">[LiveScience]</a><br />
<a href="http://www.reuters.com/article/2013/05/06/us-shop-hungry-idUSBRE9450TF20130506" target="_blank" rel="nofollow">[Reuters]</a><br />
<br />
<br />
<a href="http://hypescience.com/a-ciencia-explica-por-que-voce-nao-deve-ir-ao-supermercado-com-fome/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29" target="_blank" rel="nofollow">http://hypescience.com/a-ciencia-exp...HypeScience%29</a></div>

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			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>A guerra dos genes já está nos tribunais. O caso é histórico</title>
			<link>http://www.g-sat.net/cultura-e-ciencia-16/a-guerra-dos-genes-ja-esta-nos-tribunais-o-caso-e-historico-511153-novo-post.html</link>
			<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 07:20:34 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-EC51_516F9E69.jpg*Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos começou a julgar caso histórico. Não faltou criatividade...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-EC51_516F9E69.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos começou a julgar caso histórico. Não faltou criatividade ao colectivo e aos advogados.</b><br />
<br />
Um gene isolado é mais parecido com a folha de uma planta da Amazónia ou com um taco de basebol? Esta semana começou a ser julgado no Supremo Tribunal de Justiça dos EUA um caso que poderá abalar a indústria biotecnológica do outro lado do Atlântico, rejeitando patentes de um laboratório de dois genes ligados ao risco de cancro da mama e dos ovários.<br />
<br />
Na sessão inicial, na segunda-feira, não se anteviu o veredicto, mas agora que a transcrição está disponível na internet pode pensar-se que o processo fará mais pela compreensão da ciência que muitas sebentas. A justiça é cega e não é doutorada em genética e não faltaram por isso analogias.<br />
<br />
De um lado, o representante de 150 mil peticionários, entre cientistas e médicos, numa acção interposta pela União Americana pelas Liberdades Civis (UCLA), que pede a revogação de patentes sobre os genes BRCA1 e BRCA2, que dão à Myriad Genetics o monopólio de investigação e diagnóstico nesta área. Do outro, a empresa, que sustenta que este direito está consagrado na lei americana há três décadas e, em última instância, é uma garantia de inovação e protege investimentos da indústria até haver retorno comercial.<br />
<br />
O Supremo Tribunal de Justiça americano foi chamado a pronunciar-se, depois de decisões contraditórias em tribunais menores. A questão de fundo é se genes - e não a tecnologias ou remédios criados a partir deles - devem ser patenteáveis. É a primeira vez que a dúvida chega à cúpula da justiça. Uma decisão favorável à UCLA poria em causa milhares de patentes - 20% dos genes humanos estão patenteados nos EUA. Por outro lado, libertaria a investigação e a medicina, defendem interessados no caso, como o Nobel da Medicina James Watson. Na imprensa americana há relatos de mulheres sem acesso a diagnóstico porque os seus seguros não cobrem os produtos da Myriad, que rondam os 3 mil dólares por teste.<br />
<br />
<br />
<b>OURO E BOLACHAS</b> <br />
<br />
“Uma das formas de abordar este caso é perguntar o que é que a Myriad inventou? Nada”, começou o advogado da UCLA Christopher Hansen. “Desvendou segredos de dois genes. Merece reconhecimento, mas não patentes. Os genes, onde começam, de que são feitos, o que acontece quando estão errados, são decisões da natureza e não da Myriad.”<br />
<br />
Se a retórica destrutiva chegasse, a sessão não teria um terço da piada. Mas os magistrados são pedagógicos: há muitas coisas obtidas na natureza e patenteadas, caso da aspirina sintetizada a partir do ácido da casca do salgueiro. “Implicou manipulação”, notou Hansen. Atribuir patentes aos genes seria como descobrir uma nova forma de fazer brincos de ouro e ter uma patente sobre o processo, mas também sobre o minério.<br />
<br />
Não contente com exemplos minerais, o colectivo passou para a Amazónia: seria legítimo patentear uma folha por ser possível, a partir dela, tratar uma doença? Aparentemente não, concordaram acusação e defesa. Sonia Sotomayor - a famosa primeira magistrada hispânica - entrou então pela culinária. “Faço uma bolacha de chocolate usando ingredientes naturais: sal, farinha, ovos e manteiga. Se os misturar de forma inédita, posso ter uma patente. Não me parece que consiga patentear sal ou farinha por lhes ter dado um novo uso.”<br />
<br />
Não há imagens, mas a transcrição regista os balbucios do advogado da empresa, Gregory Castanias. “Eram matérias separadas, mas antigas”, atira. “É o problema de usarmos analogias muito simplistas. Com todo o respeito, excelência, estarmos aqui a falar de carvão, folhas e esse tipo de coisas...”<br />
<br />
<br />
<b>TACO DE BASEBOL </b><br />
<br />
O colectivo não vacilaria: porque é que a composição do ADN isolado é diferente? “São 5914 nucleótidos [as letras genéticas] nas nossas sequências”, diz Castanias. O genoma completo tem mais de 3 mil milhões. Houve uma invenção na decisão de onde começar e acabar o gene. Não foi a natureza que nos deu isso.”<br />
<br />
Teria de se render às analogias para aumentar a eficácia. Para o seu cliente, explicou, o gene isolado é mais parecido com um taco de basebol. “Não existe até ser isolado da árvore”, descreve. “É produto da invenção humana decidir onde começa e termina o taco.” Os juízes acalmam, mas persistem dúvidas: dizem os cientistas que é possível encontrar os genes BRCA não só nos laboratórios da Myriad, mas no corpo humano, até em células mortas. “O taco de basebol é diferente. Tem de ser inventado. Não tem de inventar um segmento de ADN, só tem de o cortar.”<br />
<br />
Mas é que para o fazerem, defende Castanias, produziram uma molécula de ADN complementar (chamado cADN, ligeiramente diferente do natural), usando amostras de doentes até achar a sequência consensual. “Certo”, aceita o tribunal. “Mas o que está aqui em causa é a patenteabilidade do que sobra [o gene todo]”, diz um juiz. “Foi produto da invenção e representou usos novos”, diz Castanias. “O que está a dizer é que poderia patentear uma planta, porque encontrá-la exigiu esforço e capacidade de invenção?”, contra-ataca o colectivo.<br />
<br />
Castanias não perde a pachorra: o argumento final da Myriad é que aquilo que extraiu é diferente do que existia antes, como comprova o facto de antes não ser usado em medicina. “Pensa então que a primeira pessoa que isolou cromossomas poderia ter tido uma patente?”, surpreende o colectivo. É que foi igualmente novo e útil. “Em teoria, seria possível […] É uma nova composição da matéria”, alinha o advogado. “Interessante”, prosseguem os juízes. “Se podemos falar da mais pequena unidade do cromossoma, podemos falar de todas as partes do corpo humano, não? Por exemplo, a pessoa que descobriu o fígado?”<br />
<br />
Nem o absurdo, como seria de esperar, faria Castanias desistir da tese: a diferença entre o fígado ou o rim, a vesícula biliar - “escolham o órgão que quiserem”, diz aos juízes - é que fora do corpo são a mesma coisa. Mas as respostas lógicas também não diminuíram o tom céptico do colectivo. “Se tirar um pedaço do rim ou do fígado, diz que não é patenteável. Mas se tirar um gene e cortar um pedaço já é?” Apesar da aparente ligeireza, a matéria é mesmo mais distante do comum mortal que bolachas e brincos para ter resposta fácil. Há ainda outro peso na balança, reconheceram os juízes: “Porque não havemos de nos preocupar por a Myriad e outras empresas dizerem que então vão deixar de fazer este trabalho?”<br />
<br />
<br />
ionline.pt</div>

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