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		<title><![CDATA[G-Sat Connecting People - Informações e Link's Úteis]]></title>
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			<title>Regras para usar as redes sociais</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/regras-para-usar-as-redes-sociais-515556-novo-post.html</link>
			<pubDate>Tue, 14 May 2013 07:48:34 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-EC01_5191EBE8.jpg*Muitas empresas já começaram a estabelecer regras para o uso das redes sociais, mesmo a título pessoal.*...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-EC01_5191EBE8.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Muitas empresas já começaram a estabelecer regras para o uso das redes sociais, mesmo a título pessoal.</b><br />
<br />
Quando um cidadão comum escreve um parágrafo no Facebook a insultar o CEO de uma empresa, não acontece nada. Mas se esse cidadão for um jornalista do Washington Post ou um engenheiro da Yahoo, o caso muda de figura. Aquilo que os utilizadores escrevem nas suas contas nas redes sociais deixou de ser pessoal e passou a ser matéria para o código de conduta da empresa.<br />
<br />
“Publicações em blogues podem gerar cobertura na comunicação social”, avisa a Yahoo, no <b><a href="http://jeremy.zawodny.com/yahoo/yahoo-blog-guidelines.pdf" target="_blank" rel="nofollow">documento de regras</a></b> para os seus trabalhadores. A empresa de internet sublinha que pode haver consequências legais para quem escrever o que não deve– por exemplo, se dados confidenciais forem publicados, mas garante que acredita em “incentivar uma comunidade online florescente e apoia a criação de blogues como uma componente válida de partilha de média.”<br />
<br />
A <b><a href="http://www.vodafone.com/content/dam/vodafone/about/sustainability/2012/pdf/vodafone_code_of_conduct_2012.pdf" target="_blank" rel="nofollow">Vodafone</a></b> vai mais longe e dedica um espaço às redes sociais no seu código de conduta. “Não queremos que diga algo que tenha consequências não intencionais”, diz a operadora móvel. As regras podem resumir-se em três, indica a empresa: “seja você mesmo, utilize o senso comum e respeite a lei.”<br />
<br />
A <b><a href="http://blog.adidas-group.com/wp-content/uploads/2011/06/adidas-Group-Social-Media-Guidelines1.pdf" target="_blank" rel="nofollow">Adidas</a></b> pede, como muitas outras marcas, que os colaboradores se identifiquem claramente como trabalhadores da empresa. No entanto, salienta: “Você é pessoalmente responsável pelo conteúdo que publica em blogues, wikis ou qualquer outro meio. Lembre-se que a internet nunca esquece.” A marca desportiva recomenda cuidado antes de fazer publicações e pede cuidado com as informações que se relacionem consigo. “O senso comum é um enorme fator nesta questão.”<br />
<br />
O jornal norte-americano <b><a href="http://www.washingtonpost.com/wp-srv/guidelines/social-media.html" target="_blank" rel="nofollow">Washington Post </a></b>também estabelece regras que devem ser seguidas, tendo em conta a utilização massiva de redes sociais por jornalistas. “Os jornalistas do Washington Post são sempre jornalistas do Washington Post”, mesmo quando se trata de contas pessoais, avisa o meio.<br />
<br />
Boa parte das empresas utiliza estas expressões, “senso comum”, “respeito”, “prudência.” Mas nenhuma chega sequer aos pés do governo da Catalunha [Generalitat de Catalunya]. Nada mais que <b><a href="http://www.gencat.cat/web/meugencat/documents/20100607_GUIA_USOS_XARXA_ENG.pdf" target="_blank" rel="nofollow">44 páginas de recomendações</a></b>, que tratam as principais redes sociais uma a uma. Há uma secção para o Facebook, Twitter, Flickr, LinkedIn, YouTube e Delicious, sem esquecer os blogues e passando ainda pela Slideshare. As regras são detalhadas ao ponto de o documento estabelecer qual a frequência com que o colaborador deve fazer publicações e não permitir comentários nos vídeos do YouTube.<br />
<br />
<br />
dinheirovivo.pt</div>

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			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Vale a pena comprar casa de férias agora?</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/vale-a-pena-comprar-casa-de-ferias-agora-513492-novo-post.html</link>
			<pubDate>Thu, 02 May 2013 14:27:15 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-995E_51827793.jpg*Os preços estão mais baixos, mas especialistas do mercado alertam que é preciso escolher muito bem o...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-995E_51827793.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Os preços estão mais baixos, mas especialistas do mercado alertam que é preciso escolher muito bem o produto e quem o está a gerir.</b><br />
<br />
Comprar uma casa de férias agora ou, pelo menos, começar a analisar o mercado, pode ser uma boa opção. De acordo com alguns especialistas do mercado, não só os preços estão mais baixos como o mercado deu, pela primeira vez em março, sinais de uma ligeira recuperação.<br />
 <br />
"Nota-se um aumento das consultas de potenciais clientes, principalmente no Algarve, que é o tradicional mercado de segunda habitação", disse ao Dinheiro Vivo, o responsável da empresa de estatísticas Confidencial Imobiliário, Ricardo Guimarães. <br />
<br />
De acordo com este responsável, esta situação tem muito a ver com os Golden Visas, criados pelo Governo para estimular o investimento estrangeiro no turismo e que facilitam vistos para quem comprar casas com valores acima de 500 mil euros, mas também com o facto dos preços estarem mais baixos.<br />
 <br />
Só no Algarve os preços já desceram cerca de 20%, adiantou Ricardo Guimarães. E noutras zonas, como o Oeste ou o Douro, a quebra da procura também gerou descontos, disse a responsável pela área de hotelaria da consultora Worx, Alexandra Torres.<br />
<br />
No entanto, há outros destinos turísticos, como Tróia, onde os preços não desceram e onde tem havido muita procura, principalmente por parte do mercado interno, disse a mesma responsável. <br />
<br />
Ainda assim, os dois especialistas concordam que quem quiser comprar casa não se deve precipitar e deve analisar muito bem o investimento. "Neste momento, tudo pode acontecer, tanto podem baixar, como subir", disse Ricardo Guimarães. <br />
<br />
Já Alexandra Torres considera que é preciso avaliar bem o emprendimento, percebendo se ele continua a ser bem gerido apesar dos descontos no preço. <br />
<br />
De acordo com esta responsável, existem boas oportunidades agora para investir em casas de resort. "É mais seguro comprar uma casa onde há uma empresa fidedigna e com uma marca consolidada e onde até pode ganhar algum rendimento se colocar a casa para exploração turística quando não a está a ocupar", explicou. <br />
<br />
Além disso, diz ainda Alexandra Torres, é preciso saber que tipo de investimento se quer fazer. Se for para comprar uma casa de férias para vender dentro de um ou dois anos, então é preciso ter em conta que ela não vai valorizar. <br />
<br />
Mas, "num investimento a longo prazo, faz sentido aproveitar os preços baixos do mercado", rematou Alexandra Torres. <br />
<br />
<br />
dinheirovivo.pt</div>

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			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>pinoquio38</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>É empreendedor social e precisa de apoios? A Santa Casa tem 250 mil euros para distribuir</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/e-empreendedor-social-e-precisa-de-apoios-a-santa-casa-tem-250-mil-euros-para-distribuir-513300-novo-post.html</link>
			<pubDate>Wed, 01 May 2013 07:39:18 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-EECF_5180C64D.jpg*Santa Casa da Misericórdia de Lisboa lança fundo de investimento para apoiar projectos geradores de...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-EECF_5180C64D.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Santa Casa da Misericórdia de Lisboa lança fundo de investimento para apoiar projectos geradores de valor social. Candidaturas abrem nesta quarta-feira.</b><br />
<br />
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) lança nesta quarta-feira um fundo de investimento social, o primeiro do país, que visa dar apoio a desempregados — e não só — com ideias empreendedoras na área social.<br />
<br />
O financiamento inicial é de 250 mil euros, dos quais 150 mil provêem da Santa Casa e os restantes 100 mil serão injectados pelo banco Montepio Geral, e ao qual se juntarão depois outros apoios de 25 instituições parceiras no programa. Quem tiver ideias de projectos geradores de valor social pode, entre 1 e 31 de Maio, candidatar-se ao programa de apoio ao empreendedorismo, alimentado por este fundo.<br />
<br />
A plataforma pretende reunir diferentes activos de 25 parceiros — entre os quais estão o Ministério da Solidariedade e Segurança Social, as câmaras de Lisboa e Cascais ou o Instituto do Emprego e Formação Profissional — para os colocar ao dispor dos empreendedores e dos projectos que vão ser apoiados.<br />
<br />
A ajuda não é só financeira: estão previstos apoios logísticos, jurídicos ou ao nível do marketing edesign, por exemplo. Dependendo do número de propostas recebidas, o programa de apoio ao empreendedorismo poderá ajudar entre 30 a 50 projectos.<br />
<br />
<br />
<b>Como concorrer?</b><br />
<br />
O fundo de investimento social é uma das vertentes do Banco de Inovação Social (BIS), institucionalizado nesta terça-feira em Lisboa pela Santa Casa e 25 outras entidades. “O Banco de Inovação Social inclui um programa de apoio ao empreendedorismo, um fundo de investimento social e a participação nas redes europeias”, sintetiza a directora do BIS, Maria do Carmo Pinto.<br />
<br />
As candidaturas são feitas através do <u><a href="http://bancodeinovacaosocial.pt/" target="_blank" rel="nofollow"><font color="#b22222"><b>preenchimento de um formulário online</b></font></a></u> e podem ser de dois tipos. Quem optar pela candidatura à criação da própria empresa “tem de estar desempregado, em situação de trabalho precário ou à procura do primeiro emprego”, explica a directora. Já as pessoas que quiserem abrir um negócio social têm de pretender dar resposta a pelo menos uma de quatro questões: criação de emprego, promoção do envelhecimento activo, combate do desperdício ou prevenção do abandono escolar.<br />
<br />
Os vencedores do concurso serão revelados em Junho e a selecção dos projectos a apoiar estará a cargo de um conselho operacional, com representantes dos 25 parceiros que integram o Banco de Inovação Social.<br />
<br />
<br />
<br />
publico.pt</div>

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			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Quer investir? 10 regras de ouro para ter o dinheiro seguro</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/quer-investir-10-regras-de-ouro-para-ter-o-dinheiro-seguro-513027-novo-post.html</link>
			<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 07:42:13 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-1C4F_517E23D3.jpg*A crise económica desmoraliza muitos investidores, mas também pode ser vista como uma boa oportunidade...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-1C4F_517E23D3.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>A crise económica desmoraliza muitos investidores, mas também pode ser vista como uma boa oportunidade para rentabilizar o seu dinheiro. Para evitar desagradáveis surpresas, deve seguir algumas regras básicas de investimento. Conheça aqui algumas fórmulas de sucesso.</b><br />
<br />
<br />
<b>1.Ter em conta o imprevisto</b><br />
<br />
Antes de investir pense se precisa realmente desse dinheiro. Caso não necessite então poderá começar a aplicar essa verba extra de forma a rentabilizar o montante da melhor forma. De acordo com as contas da Associação de Defesa do Consumidor (Deco), os investidores devem reservar o equivalente a três e a seis meses de despesas mensais do agregado familiar para que consigam enfrentar eventuais imprevistos. É o caso, por exemplo, dos custos de saúde, arranjos no carro, em casa ou, até mesmo o desemprego. Por isso mesmo, essa espécie de fundo de emergência deve ser aplicado em produtos de baixo risco para que possam ser facilmente transferidos para a conta corrente se for necessário. Os depósitos a prazo são as soluções ideais para este caso. Se necessário, abra conta noutro banco para beneficiar de taxas de juro mais elevados.<br />
<br />
<br />
<b>2.Investir a longo prazo</b><br />
<br />
Pense sempre a longo a prazo, principalmente se estiver a pensar em apostar no mercado bolsita. A explicação é simples: quanto mais tempo der aos seus investimentos, mais pode arriscar e, como tal, mais pode rentabilizar. Ou seja, o ideal é apostar em aplicações a longo prazo para que consiga solidificar os resultados financeiros.<br />
<br />
Deve investir no mínimo a cinco anos – 10 anos é bom e 20 ainda é melhor – para que o montante aplicado em acções seja maximizado. Além disso, mesmo que exista perdas temporárias, estas serão eliminadas se apostar num prazo mais longo.<br />
<br />
No entanto, se não está a pensar em longo prazo não arrisque o seu dinheiro no mercado bolsita. Embora deva optar por instrumentos de risco inferior, as aplicações de curto prazo deverão render menos do que os instrumentos de médio prazo. É o caso, por exemplo, dos depósitos – as aplicações a três meses rendem menos do que as de um ano – e das Obrigações de Tesouro. Estes últimos têm de ser negociados em bolsa, através de um intermediário financeiro, como tal, conte sempre com custos adicionais. Por norma, os encargos são muito semelhantes aos de uma carteira de acções. Não se esqueça que, as comissões elevadas podem anular, quase por completo, o rendimento de alguns títulos.<br />
<br />
<br />
<b>3.Negociar para ganhar mais</b><br />
<br />
Os bancos têm interesse em atrair o maior número possível de clientes, mesmo que o montante que cada consumidor dispõe seja reduzido. Desta forma, evite torna-se cliente sem reflectir sobre as condições que lhe são oferecidas e, sobretudo, não hesite em tentar negociá-las.<br />
<br />
Por exemplo, através de uma negociação é possível obter uma taxa de juro mais vantajosa no seu depósito a prazo ou uma redução nas comissões. Não se esqueça que, este conceito não se resume apenas aos investimentos. Pode também cruzar com outra oferta bancária: como os spreads dos créditos e os encargos dos seguros.<br />
<br />
A verdade é que, nem sempre a negociação resulta. De acordo, com a última ronda feita pela Deco, foi possível atingir crescimentos nas aplicações de 25 mil euros. Em alguns casos, os aumentos foram substanciais. Foi o caso, por exemplo, do Banif e da Caja Duero que deram mais 52 euros e 112 euros de juros respectivamente face à oferta prevista no precário para um depósito a um ano num montante de 25 mil euros. Já o BCP deu mais 47 euros em juros. Mais modesto foi o banco Popular que reviu a sua oferta em 4 euros, enquanto o Montepio manteve a taxa de juro oferecida inalterada. Analise muito bem antes de investir para que escolha as ofertas mais vantajosas à sua carteira.<br />
<br />
<br />
<b>4.Apostar em acções</b><br />
<br />
As acções mundiais têm oferecido uma rentabilidade de 5% por ano, ou seja, acima da inflação desde 1990. De acordo com a Deco, os títulos têm superado o rendimento das obrigações e da dívida pública de curto prazo nos últimos 113 anos, citando um estudo londrino. Segundo o mesmo, as obrigações renderam 1,8% por ano acima da inflação entre 1900 e 2012, enquanto a dívida pública de curto prazo deu 0,9%. A associação diz que as acções vão continuar a render mais do que as outras classes de activos e calcula que “no longo prazo, a rentabilidade anual das acções ficará entre 3% e 4% acima do retorno anual de uma carteira de obrigações soberanas com maturidades entre sete e 10 anos”. Por isso mesmo, aconselham os investidores a dedicar “uma fatia significativa do seu património de longo prazo aos mercados accionistas”. Pode fazê-lo através de investimento directo em acções ou através de fundos de investimento que se concentrem nesses títulos.<br />
<br />
<br />
<b>5.É adverso ao risco? Evite a bolsa</b><br />
<br />
Se é adverso ao risco e aos altos e baixos da bolsa então o melhor é não apostar no mercado accionista. Mesmo que este dê um rendimento superior, este não paga o suficiente pelas noites mal dormidas preocupado com a volatilidade da sua carteira. Desta forma, deve investir em instrumentos de baixo risco e evitar não só acções como todas as aplicações em divisas estrangeiras, cujo câmbio pode baixar em relação ao euro. Investir em dívida pública é uma opção racional. Pode escolher os Certificados de Aforro – em Março, capitalizaram uma taxa anual líquida de 2,3% – ou as Obrigações do Tesouro que rendem até 4,5% por ano na próxima década.<br />
<br />
<br />
<b>6.União faz a força</b><br />
<br />
Ter muito dinheiro para investir é sempre uma vantagem, já que tem acesso a muitos benefícios: são-lhe oferecidas melhores taxas de juro, as despesas também são proporcionalmente menos elevadas e goza de uma melhor recepção na instituição bancária. O cenário é diferente junto dos pequenos investidores. Além de terem menor poder negocial junto da banca enfrentam também outros obstáculos: dificuldade em diversificar as aplicações. Não se esqueça que, a diversificação que é conseguida através de uma carteira composta por vários títulos permite reduzir o risco da carteira, mantendo o potencial de rentabilidades. Por isso mesmo, se é pequeno investidor então o melhor é participar em sistemas de investimento colectivo, como é o caso, por exemplo, dos fundos de investimento. Desta forma consegue, tal como um grande investidor, diversificar as aplicações. A regra da incerteza também se aplica aqui: quanto maior for o risco, maior a rentabilidade. Mas nos fundos nem todos os riscos são da mesma natureza. Uns são provenientes do mercado onde se investe outros da própria gestão do fundo. Como nem todos têm a mesma composição, nem todos correm os mesmos riscos. Uns apostam na rentabilidade e, por isso, correm um risco maior. Outros apostam na segurança, como tal, o rendimento a esperar é mais reduzido.<br />
<br />
<br />
<b>7.Não colocar os ovos no mesmo cesto</b><br />
<br />
Não colocar todos os ovos no mesmo cesto é uma das regras de ouro que deve seguir sempre que está a pensar em investir. Isso significa que, não deve deter apenas um título ou títulos de empresas cujos lucros dependem de negócios semelhantes. Por exemplo, se está a investir numa carteira de acções não deve aplicar o seu dinheiro apenas em companhias eléctricas. A explicação é simples: caso aconteça uma alteração no regime legal, o seu património pode sofrer profundas alterações.<br />
<br />
De acordo com a Deco há, no entanto, um limite à diversificação. Segundo a mesma, há vários estudos académicos que apontam que os benefícios máximos de diversificação são alcançados quanto o número de acções na carteira fica entre 10 e 15. É essa a meta que é aconselhada a quem está a pensar em apostar em acções. Ou seja, menos do que 10 acções torna-se arriscado, mas mais do que 15 torna-se impraticável Não se esqueça que, esta regra aplica-se apenas a investidores não profissionais.<br />
<br />
Defina também um momento para vender. Este critério é tão importante quanto saber quando comprar. Evite, por exemplo, vender uma acção apenas porque o seu preço simplesmente subiu ou desceu. Estabeleça antes um critério para o fazer.<br />
<br />
<br />
<b>8.Não invista no que não percebe</b><br />
<br />
Não investir no que não compreende é uma das regras mais básicas que muitos investidores teimam em não respeitar. Isso significa que, se não percebe o produto que uma empresa vende, não compre as suas acções. Se não está à vontade com a bolsa, opte pela via dos fundos de investimentos. Se quer investir em dívida pública mas não percebe como funcionam as Obrigações do Tesouro, compre Certificados de Aforro. Se não percebe a descrição da política de investimento no prospecto de um fundo, não subscreva. Se o depósito a prazo que lhe propõem tem uma fórmula de cálculo para aferir a taxa de juro, troque-o por um depósito de taxa simples.<br />
<br />
Mesmo em activos fáceis de entender, é possível encontrar elevados níveis de complexidade. As sociedades gestoras de fundos complicaram o que antes era bastante simples. Os fundos mais populares e aqueles que os bancos promovem mais activamente são provavelmente aqueles que não deve subscrever.<br />
<br />
A associação lembra ainda que, em muitos casos, os bancos sugerem quase sempre os mesmos produtos, recaindo sobretudo em depósitos a prazos – geralmente aconselham os produtos “estrela” que estão a ser alvo de promoção comercial mais activa – ignorando os desejos e os perfis dos potenciais clientes.<br />
<br />
<br />
<b>9.Importa o que poupamos</b><br />
<br />
O primeiro passo para uma independência financeira é pagar primeiro a nós. É muito simples: assim que receber o vencimento, invista uma boa parte. Se trabalha oito horas por dia, uma delas deve ser canalizada para poupança. Se seguir esta máxima, a sua taxa de poupança é de 12,5%, ou seja, superior à média nacional (10,6% em 2012).<br />
<br />
Embora possa custar no arranque, esse pé-de-meia mensal fará toda a diferença num futuro financeiramente independente: se o agregado familiar poupar cerca de 300 euros por mês com um rendimento anual de 6%, dentro de 25 anos acumulará mais de 200 mil euros.<br />
<br />
Não se esqueça de determinar qual a aplicação financeira mais adequada ao perfil de cada investidor depende de vários factores, tais como : a idade, o horizonte temporal do investimento e a capacidade do investidor em tolerar o risco e potenciais perdas.<br />
<br />
Independentemente das características de cada pessoa, os investidores devem ter sempre presente a preocupação em escolher aplicações que remunerem acima da inflação – caso contrário, em vez de ver as suas poupanças a crescer estará a perder dinheiro.<br />
<br />
Deve também ter em conta os vários níveis diferentes de risco: conservador, equilibrado e agressivo. Escolha o que mais se adequa ao seu caso.<br />
<br />
<br />
<b>10.Não se endivide para investir</b><br />
<br />
É um pecado capital para o investidor: financiar-se para investir. Se os seus investimentos desvalorizarem, o crédito tem um efeito multiplicador dos prejuízos. Se as suas aplicações subirem, o crédito amortiza o efeito dos ganhos.<br />
<br />
Qualquer que seja o resultado dos seus investimentos, os empréstimos para investir nunca têm os efeitos que se desejavam à partida. Só há uma entidade que ganha sempre: o seu banco, quer o investidor ganhe quer perca.<br />
<br />
Não se esqueça que, a segurança das suas poupanças depende, em primeiro lugar, de si: informe-se e não se iluda com a publicidade. É a melhor defesa contra bancos que, por vezes, continuam a prestar informação pouco clara sobre o risco e rendimento de algumas aplicações ou têm apostado em nomes que induzem em erro. Por exemplo, ao contrário do que a designação sugere, alguns seguros de capitalização não têm rendimento mínimo, nem garantem o capital. Geralmente têm um prazo de aplicação de cinco a oito anos e não dispensam a leitura da proposta de adesão, pois os custos elevados prejudicam a rentabilidade. Na maioria, ao resgatar antecipadamente o capital, é penalizado: os valores dependem, regra geral, da diferença entre o tempo real em que a verba esteve aplicado e o prazo inicialmente contratado.<br />
<br />
<br />
ionline.pt</div>

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			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Município de Gaia – VII Fórum SST – Inscrições grátis</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/municipio-de-gaia-vii-forum-sst-inscricoes-gratis-512055-novo-post.html</link>
			<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 16:44:43 GMT</pubDate>
			<description>Com o intuito de dar continuidade ao projecto iniciado em 2004, pretende este Município partir para a organização do VII Fórum de SST, a ser...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Com o intuito de dar continuidade ao projecto iniciado em 2004, pretende este Município partir para a organização do VII Fórum de SST, a ser realizado no dia <b>24 de Abril</b>.<br />
<br />
Este evento irá decorrer no Centro Social e Cultural de Olival devido à capacidade física do referido espaço e de forma a potenciar a dinamização desta área do Concelho.<br />
<br />
O tema a abordar prende-se com '<b>Juntos na prevenção de riscos profissionais</b>'. <br />
<br />
Este Fórum contará com o envolvimento de algumas das entidades mais credenciadas na área.<br />
<br />
Pretendemos desta forma, formalizar um convite muito especial para participar nesta iniciativa. Poderá consultar o programa <a href="http://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Itens/Eventos/Documents/programa_gaia_20130424.pdf" target="_blank" rel="nofollow"><b>aqui</b></a>.<br />
<br />
<br />
As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias para o link <a href="http://seguranca.aei.pt/gaia/" target="_blank" rel="nofollow">http://seguranca.aei.pt/gaia/</a> e não haverá lugar a confirmação.<br />
A inscrição é garantida.<br />
<br />
Com os melhores cumprimentos e disponíveis para qualquer esclarecimento,<br />
<br />
Município de Vila Nova de Gaia<br />
Divisão Municipal de Segurança e Saúde do Trabalho<br />
Rua Alvares Cabral 4400-017 Vila Nova de Gaia<br />
Telefone: 22 374 24 00 - Extensão: 1133<br />
Fax: 22 374 24 39<br />
E-mail: <a href="mailto:forum.sst.gaia@cm-gaia.pt">forum.sst.gaia@cm-gaia.pt</a></div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		<item>
			<title>Empresas: Matosinhos oferece espaços a custo zero</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/empresas-matosinhos-oferece-espacos-a-custo-zero-512050-novo-post.html</link>
			<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 16:07:30 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-18A1_5176B180.jpg*O Centro Empresarial da Lionesa, em Matosinhos, vai disponibilizar gratuitamente 1.000 metros quadrados...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-18A1_5176B180.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>O Centro Empresarial da Lionesa, em Matosinhos, vai disponibilizar gratuitamente 1.000 metros quadrados de espaço físico e assessoria profissional a 100 projetos empreendedores. As candidaturas estão abertas até dia 06 de Maio.</b><br />
 <br />
Intitulada ICREATEaJOB, a iniciativa será desenvolvida no espaço 'Coworking' da Lionesa e visa "receber uma centena de empreendedores que, a custo zero, queiram dar uma volta à vida e aprenderem a ser empresários", refere em o Centro Empresarial em comunicado.<br />
<br />
Os empreendedores interessados devem apresentar a sua candidatura, através do preenchimento de um formulário online, até 6 de Maio de 2013. O público alvo desta iniciativa é qualquer pessoa que esteja interessada em criar o seu próprio emprego, desde estudantes, a desempregados.<br />
<br />
Os projetos selecionados serão convidados a integrar um processo de capacitação empresarial, com incubação física no espaço de Coworking da Lionesa, com duração até ao final do ano 2013, e terão apoio no desenvolvimento da ideia e do plano de negócios, e respectiva implementação, incluindo assessoria e contatos com decisores que os ajudarão no desenvolvimento do negócio, acesso a financiamento e mercados.<br />
<br />
Este projeto distingue-se das várias opções existentes na área do 'coworking' em Portugal por ter uma vertente de responsabilidade social muito vincada.<br />
<br />
"Trata-se de um investimento em pessoas, que, de outro modo, muito dificilmente poderiam ter uma oportunidade de negócio ou a hipótese de demonstrar o seu talento", sustenta o administrador do centro empresarial, Pedro Pinto.<br />
<br />
Clique <a href="http://icreateajob.wordpress.com/2013/04/12/formulario-de-candidatura/" target="_blank" rel="nofollow"><b>AQUI</b></a> para aceder ao formulário de candidatura.<br />
<br />
<br />
boasnoticias.sapo.pt</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Guia para o novo apoio à contratação nas empresas</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/guia-para-o-novo-apoio-a-contratacao-nas-empresas-511256-novo-post.html</link>
			<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 16:47:32 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-242F_5170241E.jpg*IEFP garante que programa não será suspenso. Candidaturas ao Estímulo 2013 abriram no sábado.* 
 
As...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-242F_5170241E.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>IEFP garante que programa não será suspenso. Candidaturas ao Estímulo 2013 abriram no sábado.</b><br />
<br />
As empresas podem candidatar-se, desde sábado, à medida Estímulo 2013. Apesar da ordem de Vítor Gaspar para congelar despesas, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) garante que as "candidaturas poderão ser formalizadas", através do portal NetEmprego do IEFP. Aliás, Passos Coelho já afirmou que o despacho do Ministro das Finanças expira ainda esta semana, na reunião de Conselho de Ministros. Conheça a nova medida de apoio ao emprego, financiada por fundos europeus e sucessora do Estímulo 2012, agora revogada.<br />
<br />
<b>1 - Destinatários</b><br />
<br />
O novo apoio continua a chegar a empresas que contratem desempregados inscritos no centro de emprego há mais de seis meses. Passa a abranger também desempregados inscritos há mais de três meses que não tenham concluído o ensino básico, tenham mais de 45 anos, sejam responsáveis por famílias monoparentais ou tenham o conjuge também desempregado. Estende-se ainda a pessoas que nos últimos 12 meses não tenham estado inscritas na Segurança Social (como trabalhadores) nem tenham estado a estudar. Passa a existir um apoio para empresas que convertam contratos a termo (abrangido pelo Estímulo 2012 ou pela nova medida) em contratos definitivos.<br />
<br />
<b>2 - Prazo do contrato</b><br />
<br />
A empresa tem de celebrar um contrato sem termo ou a prazo pelo período mínimo de seis meses. No caso de empresas com investimento de interesse estratégico, o contrato tem de durar pelo menos 12 meses (antes, era 18). Agora, o contrato pode ser em ‘part-time' (com apoio proporcional).<br />
<br />
<b>3 - valor do apoio</b><br />
<br />
O incentivo é igual a metade do salário mensal, considerando-se o valor sobre o qual incidem os descontos. Pode subir para 60% em casos específicos, nomeadamente quando estão em causa desempregados de longa duração, beneficiários de Rendimento Social de Inserção ou pessoas com menos de 25 anos ou mais de 50. Mas há tectos: o incentivo está limitado a 419,22 euros (um IAS) no caso de contratos a termo ou de conversão de contrato a termo em definitivo. Já se a empresa contratar o trabalhador, desde logo, sem termo, o apoio pode chegar a 544,99 euros. O pagamento é feito em duas ou três prestações, mas a última só chega depois de terminar o prazo do apoio.<br />
<br />
<b>4 - duração do apoio</b><br />
<br />
O incentivo dura seis meses no caso de contrato a termo. A novidade é que durará 18 meses se estiver em causa um contrato sem termo. No caso de conversão de contrato, dura nove meses.<br />
<br />
<b>5 - Formação</b><br />
<br />
Em troca do apoio, a empresa tem de garantir formação em contexto de trabalho ou em entidade certificada (esta modalidade é obrigatória para empresas com menos de cinco trabalhadores). No caso de conversão de contrato, a empresa está dispensada de dar formação.<br />
<br />
<b>6 - criação de emprego</b><br />
<br />
Outro requisito passa pela criação líquida de emprego. A empresa tem de atingir, por via do apoio, um total de trabalhadores superior à média mais baixa dos quatro, seis ou 12 meses anteriores, requisito mais favorável do que até aqui; mas este critério não é obrigatório para empresas que iniciaram um processo de revitalização (ao abrigo do Código da Insolvência e Recuperação de Empresas), abrangidas agora pelo diploma. A empresa tem ainda de registar, com periodicidade trimestral (e não mensal) um total de trabalhadores igual ou superior ao número de trabalhadores atingido por via do apoio (excluindo casos como reforma ou despedimento com justa causa). Se este critério não for cumprido, o apoio termina. As empresas que convertam um contrato a termo em definitivo também têm de cumprir este último critério.<br />
<br />
<b>7 - outros requisitos</b><br />
<br />
Para se candidatar ao apoio, a empresa tem de reunir várias condições, nomeadamente não estar em situação de incumprimento. As empresas podem contratar a termo, ao abrigo da medida, 25 pessoas por ano, mas não há limite para contratos sem termo. Podem ainda indicar o desempregado que quer contratar. O empregador deve restituir o apoio recebido em caso de despedimento, incluindo durante o período experimental (neste caso, uma novidade) ou se não providenciar formação. A medida pode acumular com isenção ou redução da TSU.<br />
<br />
<br />
Fonte: Económico</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/guia-para-o-novo-apoio-a-contratacao-nas-empresas-511256.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Guia para a Segurança Social na Europa: Acesso a cuidados de saúde</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/guia-para-a-seguranca-social-na-europa-acesso-a-cuidados-de-saude-508450-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 09:37:43 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-29A5_51580332.jpg*Regras, impostos e taxas de acesso à saúde: conheça os seus direitos quando está no estrangeiro.* 
 
Na...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-29A5_51580332.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Regras, impostos e taxas de acesso à saúde: conheça os seus direitos quando está no estrangeiro.</b><br />
<br />
Na hora de pensar emigrar para um país europeu, é normal que tenha em conta as infraestruturas públicas que este oferece, como pode ser o acesso aos serviços de saúde. Acontece que atualmente esta é uma variável muito pouco fiável na hora de escolher um destino. Porquê? Enquanto faz as malas, muita coisa pode ter mudado. <br />
<br />
As regras, impostos e taxas de acesso à saúde, bem como a comparticipação de medicamentos estão em cima da mesa onde se decidem as novas linhas de governação, principalmente nos países do sul. Este não é um guia sobre como funciona cada país, mas sim quais os passos que deve dar para usufruir dos seus direitos enquanto estuda, procura emprego, ou trabalha no espaço Europeu.<br />
<br />
Se viaja muito pela Europa já deve conhecer o Cartão Europeu de Seguro de Doença. É grátis, emitido pela Segurança Social em Portugal, e funciona através de um principio básico: se paga os seus impostos e está inscrito no sistema nacional de saúde português, tem direito a ser assistido em qualquer outro país da comunidade europeia. <br />
<br />
As regras são iguais às de um contribuinte desse mesmo país. Ou seja, embora em Lisboa tenha de pagar 20,60€ numa urgência num hospital público, se estiver em Espanha, por exemplo, não terá de pagar nada, e noutros países poderia ter de pagar mais. (No caso de pagar qualquer tipo taxa moderadora, pode pedir o reembolso deste dinheiro quando voltar). <br />
<br />
Em que situações pode usar este cartão? Sempre que a sua residência fiscal esteja em Portugal, ainda que passe longos períodos de tempo fora, por exemplo, se trabalha por conta própria e presta serviços a uma empresa estrangeira, se foi destacado pela empresa para trabalhar fora, ou se pretende estudar no estrangeiro mas mantém atividade em Portugal.<br />
<br />
No caso de pretender emigrar definitivamente, este cartão é também a salvaguarda de que tem direito a assistência médica pública ainda antes de encontrar um emprego, mantendo a mesma situação fiscal que tem atualmente, por um período indeterminado de meses.<br />
<br />
Já no momento em que assina um contrato de trabalho, o cartão Europeu de Seguro de Doença fica sem efeito, pois passa a estar inscrito no sistema de segurança social desse mesmo país, onde começa a efetuar descontos. A partir desse momento, segundo a lei comunitária, está sujeito às mesmas regras, benefícios e obrigações de um nacional desse país no que toca a cuidados de saúde.<br />
<br />
Para dúvidas em relação a este tema, consulte a <b><a href="http://ec.europa.eu/social/main.jsp?catId=850&amp;langId=pt" target="_blank" rel="nofollow">página da Coordenação da Segurança Social na UE</a></b>, ou a secção Saúde da <b><a href="http://europa.eu/youreurope/citizens/index_pt.htm" target="_blank" rel="nofollow">página dos direitos do cidadão comunitário</a></b>. Em relação ao Cartão Europeu de Seguro de Doença existe até uma aplicação para smartphones <a href="http://ec.europa.eu/social/main.jsp?langId=pt&amp;catId=559" target="_blank" rel="nofollow">(<b>para ver aqui</b>)</a>.<br />
<br />
<br />
dinheirovivo.pt</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/guia-para-a-seguranca-social-na-europa-acesso-a-cuidados-de-saude-508450.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Guia para quem quer receber o subsídio de desemprego no estrangeiro</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/guia-para-quem-quer-receber-o-subsidio-de-desemprego-no-estrangeiro-508449-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 09:31:53 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-C888_515801B0.jpg*Devido aos acordos comunitários, pode mudar residência para qualquer Estado-membro e continuar a receber...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-C888_515801B0.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Devido aos acordos comunitários, pode mudar residência para qualquer Estado-membro e continuar a receber o mesmo subsídio.</b><br />
<br />
Existem mais de 20 milhões de desempregados na Europa. Destes, muitos milhares estão em movimento e procuram emprego num país diferente do seu país de origem. Uma das vantagens que torna esta procura mais segura são os acordos em relação aos seus benefícios como desempregados – a lei assegura que nunca perderá direitos por tentar a sorte noutro país.<br />
<br />
Pensa em procurar trabalho noutro país europeu, mas manter-se em Portugal enquanto ainda recebe subsídio de desemprego? Não tem porquê. Devido aos acordos comunitários, pode mudar residência para a Alemanha, ou qualquer outro país, e continuar a receber o mesmo subsídio que o mantém em Portugal, por um período máximo de três a seis meses. <br />
<br />
Para usufruir desta vantagem precisa de preencher dois requisitos: estar inscrito no Centro de Emprego há pelo menos quatro meses e preencher o formulário U2 – uma autorização para a “exportação” dos seus benefícios atuais.<br />
<br />
Quando chega ao país de destino, tem 7 dias para inscrever-se junto do seu novo Centro de Emprego – e passa a obedecer às novas regras deste centro no que toca a apresentações periódicas, formação obrigatória, etc. Terá também direito ao apoio e assessoria necessários para a procura de emprego como um local. Em alguns casos de apoio financeiro direto – como pode ser um empréstimo sem juros para fundar um negócio, por exemplo – terá de criar vínculos com o mercado de trabalho (ter um pequeno emprego antes ou estar inscrito há muito tempo na procura de trabalho são razões aceites).<br />
<br />
O que acontece se não encontra trabalho dentro de três meses? Pode pedir novamente o formulário para tentar a sorte num terceiro país, desde que a sua estada total no estrangeiro não ultrapasse os seis meses. Se ainda assim, não consegue encontrar um emprego, pode regressar a Portugal, e se o fizer dentro deste período legal, terá direito aos meses que lhe restam de subsídio de desemprego. Se pelo contrário acabar por ficar mais tempo que o autorizado, perde o direito ao subsídio de desemprego.<br />
<br />
E se a sua situação for completamente oposta: acaba de perder um emprego temporário que tinha em França e quer voltar para Portugal? Na prática seria igual, mas imaginemos que nunca tinha mudado residência e que, portanto, não pertencia à segurança social francesa – sendo considerado um “trabalhador transfronteiriço”. Pode pedir subsídio de desemprego em Portugal com base no período de tempo que trabalhou lá fora. Neste caso, terá de pedir o formulário U1 no país onde ficou desempregado e apresentá-lo junto do centro de emprego português.<br />
<br />
<br />
dinheirovivo.pt</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>ATENÇÂO - No Domingo quando estiver a dar UMA é como se estivesse a dar DUAS !</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/atencao-no-domingo-quando-estiver-a-dar-uma-e-como-se-estivesse-a-dar-duas-508350-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sat, 30 Mar 2013 13:08:52 GMT</pubDate>
			<description>Dia 31 muda a hora ... 
Imagem: http://upimagens.com/image-8384_5156E356.jpg</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Dia 31 muda a hora ...<br />
<div style="text-align: center;"><img src="http://upimagens.com/image-8384_5156E356.jpg" border="0" alt="" /></div></div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Finanças: Prazo para informar alteração de morada mudou</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/financas-prazo-para-informar-alteracao-de-morada-mudou-508199-novo-post.html</link>
			<pubDate>Fri, 29 Mar 2013 11:41:13 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-467C_515582C1.jpg*Entrou em vigor a 27 de Fevereiro o novo regime relativo ao número fiscal de contribuinte. Alterações...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-467C_515582C1.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Entrou em vigor a 27 de Fevereiro o novo regime relativo ao número fiscal de contribuinte. Alterações têm de ser comunicadas mais cedo. Caso contrário, tem de pagar.</b><br />
<br />
De futuro os contribuintes têm 15 dias para informar a Autoridade Tributária (AT) de alterações ao seu registo fiscal, como a mudança de morada, e quem ultrapassar o prazo arrisca multas entre 75 a 375 euros.<br />
<br />
Até agora, os contribuintes tinham o prazo de um mês para informar a AT quando houvesse alguma alteração das informações constantes no número de contribuinte, como a relativa ao domicílio fiscal. Mas tal como é explicado num ofício da AT publicado hoje, também hoje entra em vigor o novo regime relativo ao número fiscal de contribuinte onde se prevê uma redução do prazo para 15 dias.<br />
<br />
«O prazo para comunicar à Autoridade Tributária e Aduaneira a alteração dos elementos constantes do registo é de 15 dias, o que consubstancia uma redução do prazo anteriormente previsto», lê-se no referido ofício da AT, onde se explica que esta alteração é relevante, «designadamente, para efeitos da aplicação do n.º 4 do artigo 117.º do Regime Geral das Infrações Tributárias», escreve a Lusa.<br />
<br />
Ou seja, segundo este regime, «a falta de apresentação ou apresentação fora do prazo legal das declarações ou fichas para inscrição ou atualização de elementos do número fiscal de contribuinte das pessoas singulares é punível com coima de 75 euros a 375 euros».<br />
<br />
A lei que entra hoje em vigor, e que foi publicada a 28 de janeiro em Diário da República, cria ainda uma inovação no regime fiscal português com as figuras do cancelamento e suspensão do registo fiscal.<br />
<br />
Segundo o ofício da AT, o cancelamento do registo ocorre por decisão do diretor-geral «em caso de multiplicidade de inscrições relativas à mesma pessoa ou de decisão judicial que assim o determine» e implica sempre a perda «definitiva» do direito ao uso do número de identificação fiscal.<br />
<br />
Já a figura da suspensão, «constitui uma inovação no regime fiscal português», e é apresentada como uma arma de combate à fraude e evasão fiscal.<br />
<br />
«A suspensão pode ser declarada pelo diretor-geral sempre que se verifique que existirem fortes indícios de fraude fiscal e se demonstre necessária para evitar que prossiga a atividade criminosa, tendo, como efeito, obstar ao exercício de direitos perante a AT, de que possa resultar uma vantagem económica», lê-se no ofício da AT.<br />
<br />
A suspensão é também importante no âmbito da renúncia à representação fiscal por parte do representante, sempre que este tenha comprovadamente diligenciado junto do representado no sentido da sua substituição, e esta não tenha sido concretizada.<br />
<br />
<br />
Fonte: TVI 24</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Como escapar ao inspetor das Finanças...</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/como-escapar-ao-inspetor-das-financas-508137-novo-post.html</link>
			<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 19:17:54 GMT</pubDate>
			<description>Imagem: http://upimagens.com/image-1920_5154973C.jpg</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><div style="text-align: center;"><img src="http://upimagens.com/image-1920_5154973C.jpg" border="0" alt="" /></div></div>


	<div style="padding:20px">

	

	

	
		<fieldset class="fieldset">
			<legend>Imagens Anexas</legend>
			<ul>
			<li>
	<img class="inlineimg" src="http://www.g-sat.net/images/attach/jpg.gif" alt="Tipo de Arquivo: jpg" />
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(91,4 KB)
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			</ul>
			</fieldset>
	

	

	</div>
]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/como-escapar-ao-inspetor-das-financas-508137.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Conselho Nacional de Juventude recruta estagiário para Relações Internacionais</title>
			<link>http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/conselho-nacional-de-juventude-recruta-estagiario-para-relacoes-internacionais-508045-novo-post.html</link>
			<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 20:52:32 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-9B47_51535B8A.jpg*O Conselho Nacional de Juventude está à procura de um estagiário com idade entre os 18 e os 25 anos para...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-9B47_51535B8A.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>O Conselho Nacional de Juventude está à procura de um estagiário com idade entre os 18 e os 25 anos para a área de Relações Internacionais. O estágio tem a duração de 12 meses e os interessados podem efetuar a sua candidatura até ao próximo dia 2 de abril. Sendo que as funções deverão ter início entre  abril/maio.</b><br />
<br />
Este estágio está integrado no programa Impulso Jovem – Passaporte Emprego Associações e Federações Juvenis e Desportivas.<br />
<br />
<br />
<b>DESCRIÇÃO DA ÁREA DE TRABALHO</b><br />
<br />
<br />
A área de trabalho das Relações Internacionais do CNJ tem como missão acompanhar a política de juventude no quadro europeu e global, contribuindo para a sua concepção, execução e avaliação, a par do desenvolvimento de acções para a sua divulgação. Da sua missão decorre ainda o acompanhamento de outras políticas e acções não exclusivas do domínio da juventude, mas com ela relacionadas, compreendendo uma componente internacional. Esta missão concretiza-se através da estreita colaboração com o Fórum Europeu de Juventude, o Fórum de Juventude da CPLP, o Espaço Ibero-americano de Juventude, a Comissão Europeia, o Conselho da Europa e as Nações Unidas, bem como do desenvolvimento de relações de diálogo, parceria e cooperação internacionais com organizações de juventude congéneres.<br />
<br />
<br />
<b>FUNÇÕES</b><br />
<br />
Estágio para apoio à gestão dos processos em curso na área de Relações Internacionais e Cooperação, com especial incidência na cooperação no espaço da CPLP e África-Europa. As tarefas englobam apoio a:<br />
<br />
<ul><li style="">Execução do programa de trabalho do CNJ;</li><li style="">Gestão de atividades e projetos de cooperação internacional;</li><li style="">Organização de conferências e reuniões internacionais;</li><li style="">Elaboração de candidaturas a financiamentos nacionais e internacionais;</li><li style="">Acompanhamento e reporte sobre concepção, execução e avaliação das políticas e programas de juventude, nos quadros europeu e global;</li><li style="">Elaboração de relatórios para a Comissão de Relações Internacionais e para a Direcção sobre a área Internacional;</li><li style="">Elaboração de artigos para as publicações do CNJ, assim como para outras publicações externas, quando solicitado;</li><li style="">Relação de carácter técnico com organismos e entidades internacionais ou de âmbito internacional;</li><li style="">Trabalho das organizações-membro do CNJ na área internacional;</li><li style="">Gestão do arquivo da área internacional;</li><li style="">Acolhimento de delegações estrangeiras em visita ao CNJ.</li></ul><br />
<br />
<b>COMPETÊNCIAS REQUERIDAS</b><br />
<br />
<ul><li style="">Licenciatura e/ou Mestrado em Relações Internacionais ou áreas relevantes no domínio da juventude;</li><li style="">Domínio oral e escrito do Português, Inglês, Francês e Espanhol. Conhecimentos de outras línguas são valorizados;</li><li style="">Boa capacidade de comunicação e empatia;</li><li style="">Bons conhecimentos de TIC;</li><li style="">Capacidade de lidar simultaneamente com diferentes projetos e estabelecer prioridades no trabalho;</li><li style="">Capacidade para desenvolver pesquisas, reunir, analisar e resumir informação;</li><li style="">Será valorizada experiência na gestão de projetos internacionais;</li><li style="">Será valorizada experiência relevante na área da cooperação juvenil, nomeadamente África-Europa e no espaço da CPLP.</li></ul><br />
<br />
<b>PERFIL</b><br />
<br />
<ul><li style="">Jovens com idade compreendida entre os 18 e os 25 anos, inclusive;</li><li style="">Inscritos como desempregados nos centros de emprego;</li><li style="">Jovens ativos e/ou com experiência no tecido associativo português, preferencialmente das organizações de juventude portuguesas ou ONG;</li><li style="">Bom conhecimento do sistema político e cultural português;</li><li style="">Bom conhecimento das instituições e organizações internacionais e das suas políticas e programas no domínio da juventude;</li><li style="">Motivação para o trabalho em ambientes e equipas multiculturais;</li><li style="">Disponibilidade e motivação para viajar;</li><li style="">Capacidade de trabalhar sob pressão e sentido de organização;</li><li style="">Disponibilidade para assumir horário de trabalho flexível e, quando necessário, aos fins-de-semana.</li></ul><br />
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Os interessados deverão enviar o CV e carta de motivação, até ao dia 2 de abril para: <b><a href="mailto:geral@cnj.pt">geral@cnj.pt</a></b>.<br />
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A/c Ivo Costa Santos, Presidente da Direção do CNJ<br />
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Fonte: CNJ</div>

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			<category domain="http://www.g-sat.net/informacoes-e-links-uteis-1908/"><![CDATA[Informações e Link's Úteis]]></category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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