<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>

<rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
	<channel>
		<title>G-Sat - Política</title>
		<link>http://www.g-sat.net/</link>
		<description />
		<language>pt</language>
		<lastBuildDate>Wed, 08 Sep 2010 14:09:30 GMT</lastBuildDate>
		<generator>vBulletin</generator>
		<ttl>60</ttl>
		<image>
			<url>http://www.g-sat.net/images/misc/rss.png</url>
			<title>G-Sat - Política</title>
			<link>http://www.g-sat.net/</link>
		</image>
		<item>
			<title>Presidente da República: Cavaco pede aos portugueses que «ponham de lado as divisões»</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/presidente-da-republica-cavaco-pede-aos-portugueses-que-ponham-de-lado-as-divisoes-355567-novo-post.html</link>
			<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 19:09:52 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/images/44050099523201083281.jpgCavaco Silva, apelou hoje aos portugueses para que «ponham de lado as divisões», num momento em...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top"> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/images/44050099523201083281.jpg" border="0" align="left"></td> 
</tr> 
</table>Cavaco Silva, apelou hoje aos portugueses para que «ponham de lado as divisões», num momento em que o país precisa de «coesão e união de esforços» para enfrentar as dificuldades.<br />
 <br />
«Juntos somos melhores, somos mais fortes, venceremos os obstáculos que se nos depararam, como sempre o fizemos ao longo da nossa história», frisou, nas cerimónias que assinalaram os 50 anos das Operações Especiais e os 171 anos de presença militar ininterrupta em Lamego.<br />
<br />
Lembrou que Centro de Tropas de Operações Especiais (CTOE) participou nas operações que levaram à «restauração da democracia em Portugal» e que, no passado recente, a sua actividade «continuou a ser notória», nomeadamente «em operações de evacuação de cidadãos nacionais e de apoio à paz».<br />
<br />
 «Na Guiné, no Senegal, em Cabo Verde, na República do Congo, em S. Tomé, nas Bósnia-Herzegovina, no Kosovo e em Timor-Leste, entre outros locais, esta unidade tem estado sempre presente onde quer que Portugal dela precise», frisou.<br />
<br />
Foi por entender que este grupo de militares «cumpre o seu dever com coragem, determinação e patriotismo» que o Presidente da República considerou justo conceder ao CTOE o título de membro honorário da Ordem Militar de Avis.<br />
<br />
Lusa/SOL <br />
<br />
Cumprs, Rai.72<br />
:mascote2:</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>Rai.72</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/presidente-da-republica-cavaco-pede-aos-portugueses-que-ponham-de-lado-as-divisoes-355567.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Capoulas Santos: Comparação feita por Passos Coelho é «populista» e Cavaco faz campanha</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/capoulas-santos-comparacao-feita-por-passos-coelho-e-populista-e-cavaco-faz-campanha-355565-novo-post.html</link>
			<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 19:08:34 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/images/34522826463585347440.jpgO eurodeputado socialista Capoulas Santos classificou hoje, em Estrasburgo, de «demagógica,...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top"> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/images/34522826463585347440.jpg" border="0" align="left"></td> 
</tr> 
</table>O eurodeputado socialista Capoulas Santos classificou hoje, em Estrasburgo, de «demagógica, populista e inadequada» a comparação que o líder do PSD, Passos Coelho, fez entre a situação actual do desemprego e os tempos do salazarismo.<br />
 <br />
«Acho que é uma declaração demagógica, populista e inadequada para o líder de um partido como é o PSD», sublinhou Luís Manuel Capoulas Santos numa declaração feita à margem da sessão plenária do Parlamento Europeu.<br />
<br />
O eurodeputado, que também é vice-presidente da Comissão política do PS, considerou que Pedro Passos Coelho «não tem autoridade moral» para fazer esse tipo de declarações porque «não é conhecido qualquer acto a favor do combate ao desemprego» da sua autoria.<br />
<br />
No domingo, em Oliveira do Hospital, Pedro Passos Coelho afirmou ser preciso «recuar ao tempo do antigo regime e do Dr. Salazar para pensar num nível de desemprego tão forte como o que estamos hoje a viver».<br />
<br />
Numa altura em que o Presidente da República faz «um apelo à verdade», Capoulas Santos acusou Passos Coelho «de ser incapaz de situar a problemática do desemprego num contexto europeu e mundial».<br />
<br />
«Segundo dados do Eurostat constata-se que o crescimento do desemprego em Portugal foi dos menores, quando comparado com outros países», defendeu o eurodeputado socialista.<br />
<br />
Capoulas Santos acusou ainda Cavaco Silva de estar a fazer uma campanha eleitoral «encapuçada».<br />
<br />
«Se o Presidente da República quer fazer campanha eleitoral tem todo o direito de se candidatar e penso que terá uma boa oportunidade de traduzir em actos o apelo que faz para todos os políticos falarem a verdade sobre os temas», disse Capoulas Santos.<br />
<br />
Também no domingo, o Presidente da República defendeu que «é fundamental falar verdade aos portugueses» para que o país consiga atingir o «grande objectivo» de redução da taxa do desemprego.<br />
<br />
 Sol /Lusa<br />
<br />
Cumprs, Rai.72<br />
:mascote2:</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>Rai.72</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/capoulas-santos-comparacao-feita-por-passos-coelho-e-populista-e-cavaco-faz-campanha-355565.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Louçã acusa Sócrates de ser «factor de instabilidade»</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/louca-acusa-socrates-de-ser-factor-de-instabilidade-355350-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 16:01:47 GMT</pubDate>
			<description>Boas 
 
 
*Líder bloquista estranhou que PS e PSD «se zanguem tanto em público e façam reuniões em privado»* 
 
Imagem:...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Boas<br />
<br />
<br />
<b>Líder bloquista estranhou que PS e PSD «se zanguem tanto em público e façam reuniões em privado»</b><br />
<br />
<img src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13252280/215" border="0" alt="" /><br />
<br />
O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, acusou o primeiro-ministro de ser «factor de instabilidade» no país ao discutir com o PSD uma proposta de Orçamento do Estado para 2011 «que aumenta os impostos e reduz o emprego».<br />
<br />
«O primeiro-ministro tem sido um factor de instabilidade e esta discussão entre o PS e o PSD para fazerem um orçamento que aumente os impostos e reduza o emprego, isso é a instabilidade do país», afirmou Francisco Louçã à margem de uma visita à Reserva Natural do Estuário do Tejo, na zona de Alhandra, Vila Franca de Xira.<br />
<br />
O líder do BE respondia desta forma ao discurso do primeiro ministro de sábado à noite em Matosinhos, no comício de rentrée socialista, no qual José Sócrates deixou vários recados implícitos ao PSD, dizendo que a actual conjuntura «não está para brincadeiras ou ambiguidades» e que os tempos exigem «a defesa da estabilidade e não de constantes ameaças para provocar artificialmente crises política.<br />
<br />
«Precisamos de estabilidade com confiança, de confiança com responsabilidade, responsabilidade com progresso, progresso com democracia. E é aí que o debate se tem de concentrar, será essa a intervenção do Bloco de Esquerda», acrescentou Francisco Louçã.<br />
<br />
O líder bloquista estranhou que PS e PSD «se zanguem tanto em público e façam reuniões em privado» e sublinhou que os dois partidos «já se entenderam para 2010 e 2011 num Programa de Estabilidade e Crescimento» que «prevê o aumento dos impostos, o corte na saúde e na educação e que tem como consequências o aumento do desemprego».<br />
<br />
«É olhando para prioridades que o Orçamento deve corrigir os problemas fundamentais do país e é sobre isso que o primeiro ministro prefere a demagogia em vez de responder com confiança, usando os poucos recursos que temos para corrigir os grandes problemas que estamos a viver», criticou Francisco Louçã.<br />
<br />
O deputado ironizou ainda a propósito do objectivo declarado pelo primeiro-ministro de querer defender no Orçamento do Estado o Serviço Nacional de Saúde, que surge em resposta à proposta de revisão constitucional do PSD.<br />
<br />
Louçã lembrou que há uma semana atrás a gestão do novo hospital de Braga foi entregue ao grupo Mello Saúde por 30 anos, depois de ao mesmo grupo ter sido retirada a responsabilidade de gerir o Hospital Amadora-Sintra.<br />
<br />
É por isto que Francisco Louçã acusa o primeiro ministro de «estar a abrir as portas» a propostas de revisão constitucional como a que está a ser preparada pelo PSD, que diz ter sido «uma diversão de verão para dizer que a direita mais agressiva quer acabar com a saúde e educação públicas e transformar o país num gigantesco negócio». <br />
<br />
info de «af»<br />
fiquem bem marreta</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>marreta</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/louca-acusa-socrates-de-ser-factor-de-instabilidade-355350.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Passos Coelho acusa Sócrates de chantagem</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/passos-coelho-acusa-socrates-de-chantagem-355349-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 16:00:09 GMT</pubDate>
			<description>Boas 
 
*Líder do PSD diz que ajudará «o Governo a tomar decisões difíceis se elas forem necessárias», mas recusa viabilizar mais aumentos de...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Boas<br />
<br />
<b>Líder do PSD diz que ajudará «o Governo a tomar decisões difíceis se elas forem necessárias», mas recusa viabilizar mais aumentos de impostos </b><br />
<br />
<br />
<img src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13306232/215" border="0" alt="" /><br />
<br />
<br />
O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, acusou o Governo de querer «ir ao bolso dos portugueses» cortando nas deduções fiscais e recusou ser «muleta do PS ou de qualquer orçamento».<br />
<br />
No encerramento da Universidade de Verão dos sociais democratas, em Castelo de Vide, Passos Coelho exigiu que o Governo, «antes de apresentar o Orçamento do Estado, apresente uma avaliação das medidas que foram decididas com o PSD para contenção da despesa pública».<br />
<br />
«Nós não estamos com pressa para chegar ao Governo, mas não estamos distraídos», afirmou. «Ajudaremos o Governo a tomar decisões difíceis se elas forem necessárias e justas, mas não daremos o nosso voto ou consentimento para que os portugueses sejam convocados a fazer mais sacrifícios do que os que são necessários».<br />
<br />
Na sua intervenção, Passos Coelho reiterou que «o PSD colocou duas condições mínimas para viabilizar o Orçamento do Estado» para 2011: «o Governo fixar objectivos mais ambiciosos para cortar na despesa» e não ir «ao bolso dos portugueses mais vez nenhuma».<br />
<br />
«Querer fazer do PSD a muleta do PS e de qualquer orçamento que este partido apresente apenas porque o Presidente da República não pode convocar novas eleições nos termos da Constituição e porque o PS e o Governo não estão na disponibilidade de emagrecer as contas públicas como deviam é uma perversão do sistema democrático», considerou, depois.<br />
<br />
«E não percebo, devo dizer, como é que tantos analistas que têm sempre uma visão tão ampla destas responsabilidades não denunciam esta falsidade democrática em que estamos a cair, que é um Governo que perdeu a maioria absoluta, por nenhuma outra responsabilidade que não a sua própria e pela vontade dos portugueses, fazer chantagem com os partidos da oposição para que lhes deixem fazer aquilo que os portugueses não quiseram que eles continuassem a fazer quando decidiram nas últimas eleições», acrescentou.<br />
<br />
Segundo Passos Coelho, invocando a «justiça social», o que o Governo pretende ao cortar nas deduções fiscais é reduzir o défice sem «fazer o seu trabalho de casa» de diminuir a despesa, decidindo que «os portugueses pagam de qualquer maneira».<br />
<br />
«E se não pagarem de qualquer maneira, é porque há um partido da oposição irresponsável que não nos deixa ir ao bolso dos portugueses. É esta a situação que estamos a viver», completou o presidente do PSD, recebendo palmas. <br />
<br />
info de «af»<br />
fiquem bem marreta</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>marreta</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/passos-coelho-acusa-socrates-de-chantagem-355349.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>PSD vai apresentar projecto de lei de bases da Economia Social</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/psd-vai-apresentar-projecto-de-lei-de-bases-da-economia-social-355348-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 15:58:41 GMT</pubDate>
			<description>Boas 
 
*Passos Coelho rejeita que queira o fim da escola pública e da saúde pública, mas diz que é altura de um novo contrato social* 
 
 
Imagem:...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Boas<br />
<br />
<b>Passos Coelho rejeita que queira o fim da escola pública e da saúde pública, mas diz que é altura de um novo contrato social</b><br />
<br />
<br />
<img src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13304556/215" border="0" alt="" /><br />
<br />
<br />
O PSD vai apresentar um projecto de lei de bases da Economia Social, «para deixar clara a perspectiva» do partido sobre este domínio. O anúncio foi feito por Pedro Passos Coelho no encerramento da Universidade de Verão do partido, a propósito das críticas que têm sido feitas à proposta de revisão constitucional.<br />
<br />
«Foi dito, sem qualquer rigor, e sem qualquer propósito que não seja o de assustar o país, que nós queríamos acabar com a escola pública, com a saúde pública e que queremos o livre despedimento», afirmou.<br />
<br />
Passos Coelho afirmou que «o Estado não trata todos da mesma maneira». «Não podemos compactuar com tratamento preferencial nos serviços públicos». O líder social-democrata afirmou então que em Portugal é preciso «encontrar um novo contrato entre o Estado e a sociedade civil. E nesse contrato não há só os públicos e os privados».<br />
<br />
«Quando o Estado atribui um apoio através dos impostos que cobra, está apenas a redistribuir aquilo que a sociedade lhe dá. O dinheiro não é do Estado, é nosso, de todos nós. Não é justo que o Estado queira ficar com todo esse dinheiro apenas para a oferta pública e não possa apoiar aqueles que têm uma oferta social que é relevantíssima para o país. Não queremos que o Estado faça concorrência desleal com o nosso dinheiro», afirmou.<br />
<br />
Recusando que o partido queira uma Justiça privada, garante que «esta só pode ser uma função do Estado», mas avisa: «Não queremos um Estado que ofereça uma Justiça que, como agora se viu, concluiu ao fim de oito anos um processo penal, que promete ter ainda mais três anos de recurso. Uma Justiça que pode demorar até 11 anos, não é uma Justiça». <br />
<br />
info de «af»<br />
fiquem bem marreta</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>marreta</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/psd-vai-apresentar-projecto-de-lei-de-bases-da-economia-social-355348.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>«Candidaturas presidenciais não têm tutelas partidárias»</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/candidaturas-presidenciais-nao-tem-tutelas-partidarias-355347-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 15:56:55 GMT</pubDate>
			<description>Boas 
 
*Sócrates deixou palavras de apoio a Alegre* 
 
Imagem:...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Boas<br />
<br />
<b>Sócrates deixou palavras de apoio a Alegre</b><br />
<br />
<img src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13285057/215" border="0" alt="" /><br />
<br />
<br />
O secretário-geral do PS deixou este sábado palavras de apoio à candidatura presidencial de Manuel Alegre, dizendo que representa uma visão progressista para Portugal, mas frisou que o seu partido não tentará «instrumentalizar» essa candidatura.<br />
<br />
«Quero deixar aqui uma palavra de apoio, estímulo e de encorajamento a Manuel Alegre, porque sabemos que representa uma visão progressista para Portugal», declarou, procurando assim reagir aos rumores de um eventual afastamento da direcção do PS face a esta candidatura.<br />
<br />
No entanto, Sócrates frisou logo a seguir que a candidatura de Manuel Alegre é independente, «como devem ser todas as candidaturas presidenciais».<br />
<br />
«Não é uma candidatura do PS, mas sim uma candidatura apoiada pelos socialistas, porque nós não instrumentalizamos as candidaturas presidenciais. As candidaturas presidenciais não têm tutelas partidárias seja se que partido for», salientou.<br />
<br />
Segundo o secretário-geral do PS, o apoio à candidatura de Alegre baseia-se na ideia do que «é melhor para Portugal». <br />
<br />
info de «af»<br />
fiquem bem marreta</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>marreta</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/candidaturas-presidenciais-nao-tem-tutelas-partidarias-355347.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Sócrates não deixa PSD «fugir» ao debate da revisão constitucional</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/socrates-nao-deixa-psd-fugir-ao-debate-da-revisao-constitucional-355346-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 15:55:34 GMT</pubDate>
			<description>Boas 
 
*«Sendo essas questões importantes, o dever das lideranças políticas é discuti-las»* 
 
Imagem:...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Boas<br />
<br />
<b>«Sendo essas questões importantes, o dever das lideranças políticas é discuti-las»</b><br />
<br />
<img src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13314105/215" border="0" alt="" /><br />
<br />
O secretário-geral do PS afirmou este sábado que irá forçar o debate em torno da proposta de revisão constitucional do PSD, alegando que se joga em Portugal uma escolha entre o Estado social e o Estado mínimo, informa a Lusa.<br />
<br />
Falando no comício de «rentrée» em Matosinhos, José Sócrates referiu que aqueles [o PSD] que fizeram da revisão constitucional «o alfa e ómega estão agora apenas interessados em esconder e em retirar da agenda esse tema, mas não há como fugir a esse debate».<br />
<br />
«Quando se propõem a liberalização do despedimento individual, quando se propõe o fim do Serviço Nacional de Saúde (SNS) tendencialmente gratuito e quando se propõe a eliminação da obrigatoriedade do Estado em manter uma rede de escolas públicas, estamos perante um verdadeiro manifesto contra o Estado social», considerou o líder socialista.<br />
<br />
Num discurso em que caracterizou o PS como o partido herdeiro da causa republicana da escola pública para todos, o secretário-geral socialista disse não estar a exagerar quando entende que o projecto do PSD tem uma visão «que rompe com o modelo social que tem orientado as sociedades europeias».<br />
<br />
«Essas propostas [do PSD] têm de ser discutidas e não há como evitar o debate, porque estamos perante questões sérias demais para poderem ser disfarçadas, iludidas ou escondidas. Sendo essas questões importantes, o dever das lideranças políticas é discuti-las», argumentou Sócrates.<br />
<br />
Ainda neste contexto de crítica implícita ao PSD, Sócrates disse que «as convicções políticas são para ser assumidas, não para serem ocultadas».<br />
<br />
«Não fugirão ao debate, a bem da transparência democrática e da clareza das alternativas. Não é aceitável pretender agora esconder agendas políticas e agendas ideológicas, apenas porque não trazem boas surpresas nas sondagens», afirmou.<br />
<br />
Sócrates disse depois que o projecto do PSD não foi um erro táctico, «porque se há nele alguma coisa de errado é de substância, o conteúdo». «Espero que quem se comprometeu a apresentar um projecto de revisão não deixe de o fazer, porque o país precisa desse debate», insistiu. <br />
<br />
info de «af»<br />
fiquem bem marreta</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>marreta</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/socrates-nao-deixa-psd-fugir-ao-debate-da-revisao-constitucional-355346.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Sócrates: «Exige-se responsabilidade e não imaturidade»</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/socrates-exige-se-responsabilidade-e-nao-imaturidade-355345-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 15:53:56 GMT</pubDate>
			<description>Boas 
 
*Primeiro-ministro deixou vários avisos ao PSD na «rentrée» do PS, em Matosinhos* 
 
Imagem:...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Boas<br />
<br />
<b>Primeiro-ministro deixou vários avisos ao PSD na «rentrée» do PS, em Matosinhos</b><br />
<br />
<img src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13314105/215" border="0" alt="" /><br />
<br />
<br />
O secretário-geral do PS desafiou este domingo quem pretende abrir uma crise política a pretexto do debate orçamental a assumir claramente essa posição e vincou que o Governo vai mesmo avançar com a redução da despesa fiscal. Na «rentrée» do PS, em Matosinhos, Sócrates respondeu ainda à entrevista de Passos Coelho ao Expresso, afirmando que este não é tempo para «ameaças» e que, na actual conjuntura, «exige-se responsabilidade e não imaturidade».<br />
<br />
O discurso deste sábado ficou marcado por vários avisos implícitos ao PSD, sobretudo tendo em vista as negociações do próximo Orçamento do Estado. Segundo Sócrates, na actual conjuntura, «exige-se responsabilidade e não imaturidade, moderação e não radicalismo».<br />
<br />
«O diálogo em torno do Orçamento deve ser aberto e claro, que tenha como objectivo defender medidas concretas e que seja conduzido com boa fé. O que não pode acontecer é um diálogo conduzido nos jornais, porque nenhum partido responsável conduz uma negociação sobre o Orçamento do Estado através da comunicação social», disse, recebendo palmas.<br />
<br />
Depois de dizer que a conjuntura actual «não está para brincadeiras» nem «para ambiguidades», José Sócrates disse que o tempo «exige a defesa da estabilidade e não de constantes ameaças para provocar artificialmente crises políticas».<br />
<br />
José Sócrates referiu depois que a proposta do Governo de Orçamento para 2011 vai basear-se na redução do défice e na aplicação das medidas do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), sendo orientado para o controlo da despesa pública «e incluindo a redução da despesa fiscal».<br />
<br />
«Aqueles que utilizam os benefícios fiscais recorrem tanto mais a esses benefícios quanto maior o rendimento que possuem. Este é sem dúvida uma injustiça do nosso sistema fiscal que o PS quer legitimamente corrigir», disse, referindo-se a um dos pontos que tem gerado maior debate com o PSD.<br />
<br />
Após reiterar a ideia de cortar nas deduções fiscais, Sócrates falou do próximo Orçamento do Estado no plano político, deixando várias advertências ao PSD.<br />
<br />
«Espero de todos a disponibilidade para uma atitude séria na discussão e aprovação do Orçamento para se garantir a governabilidade e a capacidade de Portugal garantir os seus compromissos no quadro da União Europeia. Espero que ninguém pretenda irresponsavelmente fazer do debate orçamental o pretexto para abrir uma crise política, que teria consequências profundamente negativas para o interesse nacional», declarou.<br />
<br />
Sócrates afirmou ainda que o diálogo orçamental deverá basear-se «na coerência, respeitando os compromissos já assumidos por Portugal perante a União Europeia».<br />
<br />
Neste ponto, o líder socialista deixou então uma nova advertência aos sociais-democratas. «Se há aí algum responsável político que não queira estar à altura dos compromissos internacionais assumidos por Portugal, se quer arrastar o país para uma crise política, então que o diga aos portugueses e que assuma essa responsabilidade. Ninguém conte com o PS para alinhar em simulacros e fingimentos, ninguém conte com o PS para ultimatos e crises artificias, e ninguém conte com o PS para pôr mesquinhos cálculos eleitorais à frente do interesse nacional do país», declarou. <br />
<br />
info de «af»<br />
fiquem bem marreta</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>marreta</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/socrates-exige-se-responsabilidade-e-nao-imaturidade-355345.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Assis não negoceia com ameaças de ultimatos</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/assis-nao-negoceia-com-ameacas-de-ultimatos-355344-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 15:51:35 GMT</pubDate>
			<description>Boas 
 
*Discurso foi abruptamente interrompido por uma falha de energia no comício* 
 
 
Imagem:...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Boas<br />
<br />
<b>Discurso foi abruptamente interrompido por uma falha de energia no comício</b><br />
<br />
<br />
<img src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13290231/215" border="0" alt="" /><br />
<br />
O líder parlamentar do PS avisou este domingo o PSD que os socialistas recusarão «ultimatos» em torno das negociações do Orçamento para 2011, num discurso que foi abruptamente interrompido por uma falha de energia no comício, informa a Agência Lusa.<br />
<br />
Francisco Assis, que surgiu com barba curta depois destas férias, falava no comício de «rentrée» do PS, após ter sido projectado um filme sobre a concretização do Serviço Nacional de Saúde em Portugal, com um depoimento do ex-ministro dos Assuntos Sociais, António Arnaut.<br />
<br />
No entanto, ao fim de 17 minutos, a intervenção do presidente do Grupo Parlamentar do PS foi interrompida por uma falha de energia, que cortou abruptamente as suas palavras, num dos momentos mais inflamados do seu discurso.<br />
<br />
«Em democracia nada pode ser seriamente discutido com base em ultimatos, porque a democracia é o regime da convergência e do diálogo frutuoso», declarou Assis, cujo discurso antecedeu o do secretário geral do PS, José Sócrates.<br />
<br />
Assis, que foi muito aplaudido, disse que o PS tem consciência de estar em posição de maioria relativa na Assembleia da República e que na próxima sessão legislativa «haverá da bancada socialista vontade de concertação».<br />
<br />
«Mas ninguém nos poderá pedir que renunciemos a sermos nós próprios, que rasguemos o contrato que fizemos com o país. Há menos de um ano o PS ganhou as eleições e tem a responsabilidade de governar o país», sustentou.<br />
<br />
Ainda em outro recado ao PSD, o presidente do Grupo Parlamentar procurou definir as balizar das próximas negociações em torno do Orçamento. «Estamos totalmente disponíveis para dialogar, mas não sob a forma de ultimatos, não com imposições, ainda por cima de quem perdeu as últimas eleições legislativas», frisou.<br />
<br />
Em relação à próxima revisão constitucional, o presidente do Grupo Parlamentar do PS lembrou que este processo precisa de uma maioria de dois terços para ser aprovado. «Projectos que ponham em causa o Estado social jamais contará contará com os votos dos deputados do PS», salientou Francisco Assis. <br />
<br />
info de «af»<br />
fiquem bem marreta</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>marreta</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/assis-nao-negoceia-com-ameacas-de-ultimatos-355344.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Francisco Lopes assume que quer derrotar Cavaco</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/francisco-lopes-assume-que-quer-derrotar-cavaco-355343-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 15:49:27 GMT</pubDate>
			<description>Boas 
 
*Presidente da República já está «em pré-pré-campanha», defendeu candidato do PCP* 
 
Imagem:...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Boas<br />
<br />
<b>Presidente da República já está «em pré-pré-campanha», defendeu candidato do PCP</b><br />
<br />
<img src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13308853/215" border="0" alt="" /><br />
<br />
<br />
O candidato presidencial apoiado pelo PCP, Francisco Lopes, afirmou este sábado como objectivo da sua candidatura derrotar Cavaco Silva, considerando que o Presidente da República já está «em pré-pré-campanha».<br />
<br />
O candidato e deputado eleito pelo círculo de Setúbal, cuja candidatura presidencial foi anunciada pelo PCP dia 24 de Agosto, não tem qualquer acção formal na Festa do Avante, mas passeou hoje à tarde no recinto da Quinta da Atalaia, Seixal, cumprimentando alguns militantes e recebendo já mensagens de apoio.<br />
<br />
«Força, camarada», diziam visitantes da Festa, saudando Francisco Lopes.<br />
<br />
Em entrevista à Lusa, o candidato comunista afirmou que a sua candidatura pretende dar «um contributo indispensável para que Cavaco Silva seja derrotado», argumentando que a reeleição do Presidente da República «significaria não apenas a continuação, mas o agravamento dos problemas nacionais».<br />
<br />
Derrotar Cavaco Silva, no entanto, «não basta».<br />
<br />
«É necessário que na Presidência da República esteja alguém que, coerentemente, intervenha para defender os interesses nacionais e não alguém que esteja amarrado à lógica dos interesses dos grupos económicos e financeiros que têm empurrado Portugal para o declínio», sustentou.<br />
<br />
Sobre o facto de Cavaco Silva não ter ainda assumido a sua recandidatura, Francisco Lopes considerou tratar-se de «um não acontecimento». «Ele está na Presidência da República, nestes meses, a desenvolver uma pré-pré-campanha eleitoral», sustentou.<br />
<br />
Francisco Lopes considerou ainda «sem sentido» a ideia de que a sua candidatura pretenda preparar a sucessão de Jerónimo de Sousa na liderança do PCP. «Aconteceu com uns, não aconteceu com a maioria. Essa é uma abordagem que tende a diminuir a apreciação do PCP a esta candidatura», considerou.<br />
<br />
info de «af»<br />
fiquem bem marreta</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>marreta</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/francisco-lopes-assume-que-quer-derrotar-cavaco-355343.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>«Situação só não é de bancarrota porque PSD deu a mão ao Governo»</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/situacao-so-nao-e-de-bancarrota-porque-psd-deu-a-mao-ao-governo-355342-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 15:47:50 GMT</pubDate>
			<description>Boas 
 
*Marco António Costa exige que Sócrates dê explicações sobre a «situação caótica» do país* 
 
 
Imagem:...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Boas<br />
<br />
<b>Marco António Costa exige que Sócrates dê explicações sobre a «situação caótica» do país</b><br />
<br />
<br />
<img src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13304517/215" border="0" alt="" /><br />
<br />
O presidente da Distrital do Porto e vice-presidente do PSD, Marco António Costa, exigiu este sábado que José Sócrates dê explicações à região Norte e ao País sobre a «situação caótica» em que se encontra a economia portuguesa.<br />
<br />
«O PS e o primeiro-ministro escolheram o Porto e Norte do país para fazer a rentrée política, é uma boa oportunidade para José Sócrates e o seu partido prestarem explicações à capital do desemprego, das falências e à capital da pobreza», disse Marco António Costa.<br />
<br />
O líder do PSD/Porto falava à Lusa a propósito da sua participação, hoje à noite, da festa do PSD/Aveiro em Santa Maria da Feira.<br />
<br />
Marco António Costa considerou que «é uma hora importante, esta da rentrée política do PS, porque é também o momento de o primeiro-ministro se confrontar com o resultado da sua acção nos últimos seis anos, que é negra, é de desemprego, falência e pobreza nesta região e no país todo».<br />
<br />
O líder do PSD disse esperar que Sócrates «explique esta anunciada paixão pela economia, que faz lembrar o engenheiro Guterres com a sua paixão pela educação, que também redundou num divórcio absoluto em ternos de resultados», acrescentou.<br />
<br />
Segundo o vice-presidente do PSD «a situação económica caótica e desesperada, só não é de bancarrota porque, há três meses, o PSD deu a mão ao Governo, evitando a vergonha internacional de nos entregar à tutela de instâncias como o FMI».<br />
<br />
«Estranhamente, nos últimos meses, o Governo prescindiu de governar e entrega-se única e exclusivamente a uma missão de campanha eleitoral. Veja-se que o primeiro-ministro já consegue chegar ao ridículo de todos os dias inaugurar alguma coisa, particular<br />
<br />
info de «af»<br />
fiquem bem marreta</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>marreta</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/situacao-so-nao-e-de-bancarrota-porque-psd-deu-a-mao-ao-governo-355342.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>PCP: simpatizantes e militantes pouco sabem sobre Francisco Lopes</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/pcp-simpatizantes-e-militantes-pouco-sabem-sobre-francisco-lopes-355341-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 15:46:03 GMT</pubDate>
			<description>Boas 
 
*No Avante, o nome do candidato presidencial é conhecido, mas o currículo nem por isso* 
 
Imagem:...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Boas<br />
<br />
<b>No Avante, o nome do candidato presidencial é conhecido, mas o currículo nem por isso</b><br />
<br />
<img src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13308853/215" border="0" alt="" /><br />
<br />
<br />
Simpatizantes e militantes do PCP reconhecem o nome de Francisco Lopes como o do candidato comunista às próximas eleições presidenciais, mas admitem saber pouco sobre ele. Ainda assim, asseguram que o voto é garantido, por confiança no partido, revela a agência Lusa.<br />
<br />
Perto da hora do almoço deste sábado eram muitos os que iam chegando ao recinto da Quinta da Atalaia (Seixal), para mais uma edição da Festa do Avante!. As sombras iam sendo poucas para abrigar do calor os que esperavam pelo almoço e pelo arranque da festa propriamente dita, sobretudo os concertos mais ao final do dia.<br />
<br />
Mas com um carácter vincadamente político, o Avante! atrai também muitos militantes e simpatizantes que comparecem para ouvir os discursos dos dirigentes e que acompanham, de forma mais ou menos interessada, a actividade partidária do PCP (Partido Comunista Português).<br />
<br />
Questionados pela Lusa, quase todos identificaram Francisco Lopes como candidato do PCP às próximas presidenciais, mas à pergunta: «Que ideia tem do candidato?», as várias respostas podiam traduzir-se numa palavra: «vaga».<br />
<br />
Ermelinda Basílio, militante do PCP, ainda teve dúvidas sobre quem seria Francisco Lopes, quando questionada sobre isso, mas acabou por descrever o candidato presidencial como «um homem sério, honesto e muito respeitado», cujo principal contributo na sua campanha será o de «ajudar a esclarecer o povo e dar oportunidade aos comunistas de fazerem uma escolha mais consciente». Sobre os méritos e currículo do candidato, não soube responder.<br />
<br />
Também Teresa Alves, simpatizante do partido, admite «não conhecer bem» o candidato, ainda que acompanhe «por alto» a actividade partidária. No entanto, acredita que Francisco Lopes «tem potencial» para fazer frente a Manuel Alegre e Cavaco Silva.<br />
<br />
Opinião contrária tem a simpatizante do PCP Maria Eduarda, que foi este ano pela primeira vez à Festa do Avante!. «Acho que o PCP tinha lá melhor para escolher. É um candidato pouco conhecido, mas vou votar nele só pela confiança no partido», disse Maria Eduarda à Agência Lusa, reconhecendo que as suas expectativas para um bom resultado eleitoral são baixas.<br />
<br />
Votar em Francisco Lopes por ser electricista<br />
<br />
Jaime Domingos, simpatizante, acredita que «é provável» que o partido tenha feito «uma boa escolha» e admite que vai votar em Francisco Lopes, ainda que os motivos estejam longe de ser políticos.<br />
<br />
«Ele é electricista como o meu filho, e o meu filho diz que vai votar no colega», disse Jaime Domingos, que se prepara para seguir o exemplo do descendente.<br />
<br />
Armelim Azevedo, militante comunista desde o 25 de Abril, acha positivo que o partido apresente às presidenciais um candidato próprio e garante que não votaria em nenhum dos outros que concorrem sem o apoio do PCP.<br />
<br />
Sobre Francisco Lopes, pouco sabe e a justificação do seu voto é simples: «Não sou daqueles militantes ac<br />
<br />
info de «af»<br />
fiquem bem marreta</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>marreta</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/pcp-simpatizantes-e-militantes-pouco-sabem-sobre-francisco-lopes-355341.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>«Elite socialista devia pedir desculpa ao país»</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/elite-socialista-devia-pedir-desculpa-ao-pais-355340-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 15:44:35 GMT</pubDate>
			<description>Boas 
 
*«Pelas consequências da política que foi seguida ao longo dos últimos anos», diz social-democrata Alexandre Relvas* 
 
 
Imagem:...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Boas<br />
<br />
<b>«Pelas consequências da política que foi seguida ao longo dos últimos anos», diz social-democrata Alexandre Relvas</b><br />
<br />
<br />
<img src="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/12938741/215" border="0" alt="" /><br />
<br />
<br />
O social-democrata e empresário Alexandre Relvas criticou na sexta-feira o legado de José Sócrates como primeiro-ministro e dos governos do PS, defendendo que a elite socialista devia pedir desculpa ao país.<br />
<br />
No final de uma intervenção na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide, Alexandre Relvas descreveu Portugal como um país que «desde 2002 empobrece em termos relativos», que cresce «metade da média da União Europeia», incapaz de reduzir a sua pobreza e o desemprego, que contraiu um endividamento que «vai levar 30 ou 40 anos a ser pago», que tem uma despesa pública excessiva e um défice de qualificação.<br />
<br />
De acordo com Alexandre Relvas, desde que José Sócrates é primeiro-ministro, Portugal «está mais endividado, tem quotas de exportação menores e é menos competitivo do que era em 2004».<br />
<br />
«O engenheiro Sócrates é o responsável por baixa de crescimento do país, perda de quotas de exportações, endividamento do país», acusou o ex-director da campanha de Cavaco Silva nas eleições presidenciais de 2006.<br />
<br />
«Nós não nos orgulhamos deste país e o PS, que está no Governo há 15 anos, há praticamente 15 anos, devia olhar para estes números, a elite socialista devia olhar para estes números e devia, perante o país, pedir desculpa pelas consequências da política que foi seguida ao longo dos últimos anos», defendeu, depois, Alexandre Relvas.<br />
<br />
O ex-presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro alegou ainda que o primeiro-ministro, José Sócrates, tirando «um trabalho de estatísticas em termos de educação», não deu solução aos problemas da pobreza e do abandono escolar.<br />
<br />
«Não há nenhum tipo de resultados que tenham aumentado a igualdade de oportunidades e a mobilidade social em Portugal. E quem é mais marcado por isso é a vossa geração», disse aos jovens inscritos na Universidade de Verão do PSD.<br />
<br />
Quanto ao desemprego, Alexandre Relvas assinalou o número de jovens que não encontram emprego em Portugal, referindo que «há cem mil jovens desempregados» e que «50 a 70 mil pessoas que anualmente saem do país».<br />
<br />
«Só por vergonha é que não se fala da emigração. Estamos com níveis de emigração iguais aos dos anos 60. Não há direito de se continuar a cometer os mesmos erros e nós não podemos deixar continuar a cometer os mesmos erros», considerou.<br />
<br />
Segundo Alexandre Relvas, «o discurso do actual Governo é despesa pública e investimento público», mas «o discurso para o futuro», que levará à redução da pobreza e do desemprego, tem de ser «empresas, competitividade e exportações».<br />
<br />
«Eu não gosto de viver num país em que a despesa pública absorve mais de 50 por cento do produto», manifestou o antigo secretário de Estado do Turismo, perguntando «qual é o limite para os socialistas da evolução da despesa pública: é 60 por cento é 70 por cento, é o país inteiro a trabalhar para a despesa pública?». <br />
<br />
info de «af»<br />
fiquem bem marreta</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>marreta</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/elite-socialista-devia-pedir-desculpa-ao-pais-355340.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>José Sócrates avisa que não vai aceitar ultimatos de ninguém</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/jose-socrates-avisa-que-nao-vai-aceitar-ultimatos-de-ninguem-355227-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 00:03:55 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/images/01326785759154108582.jpgEm Matosinhos, José Sócrates apelou à responsabilidade dos partidos da oposição na discussão do...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top"> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/images/01326785759154108582.jpg" border="0" align="left"></td> 
</tr> 
</table>Em Matosinhos, José Sócrates apelou à responsabilidade dos partidos da oposição na discussão do Orçamento de Estado e avisou que não aceita ultimatos de ninguém.<br />
<br />
No discurso de encerramento do comício de rentrée do PS, em Matosinhos, o secretário-geral do PS, José Sócrates apelou à responsabilidade dos partidos da oposição na discussão do Orçamento de Estado e avisou que não vai aceitar ultimatos de ninguém e quem quiser que abra as hostilidades para uma crise política.<br />
<br />
O Orçamento de Estado para 2011 e a revisão constitucional foram dois dos temas que marcaram o discurso de José Sócrates, que aproveitou para referir que será um orçamento apostado em reduzir o défice e na aplicação das medidas do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC).<br />
<br />
«Um orçamento que está orientado para a promoção da recuperação económica assente nas exportações e no investimento inovador, que seja capaz de gerar emprego, um orçamento orientado para a sustentação dos serviços públicos essenciais. Trata-se, portanto, de um orçamento focado no controlo da despesa pública e fiscal», declarou.<br />
<br />
Um orçamento para o qual José Sócrates pediu uma atitude aos partidos da oposição: «Espero de todos a disponibilidade para uma atitude séria na discussão e aprovação do Orçamento para se garantir a governabilidade e a capacidade de Portugal garantir os seus compromissos no quadro da União Europeia», defendeu.<br />
<br />
«Espero que ninguém pretenda irresponsavelmente fazer do debate orçamental o pretexto para abrir uma crise política, que teria consequências profundamente negativas para o interesse nacional», acrescentou.<br />
<br />
Sem referiu nomes, o secretário-geral do PS aproveitou ainda para deixar um recado: «O diálogo em torno do Orçamento deve ser aberto e claro, que tenha como objectivo defender medidas concretas e que seja conduzido com boa fé», afirmoi José Sócrates.<br />
<br />
«O que não pode acontecer é um diálogo conduzido nos jornais, porque nenhum partido responsável conduz uma negociação sobre o Orçamento do Estado através da comunicação social», disse.<br />
<br />
Sobre o projecto de revisão constitucional apresentado pelo PSD, José Sócrates considerou tratar-se de um «manifesto contra o Estado social».<br />
<br />
«Quando se propõem a liberalização do despedimento individual, quando se propõe o fim do Serviço Nacional de Saúde (SNS) tendencialmente gratuito e quando se propõe a eliminação da obrigatoriedade do Estado em manter uma rede de escolas públicas, estamos perante um verdadeiro manifesto contra o Estado social», considerou o líder socialista.<br />
<br />
José Sócrates deixou ainda um recado aos social-democratas.<br />
<br />
Neste ponto, o líder socialista deixou então uma nova advertência aos sociais democratas, nomeadamente ao líder Pedro Passos Coelho.<br />
<br />
«Se há aí algum responsável político que não queira estar à altura dos compromissos internacionais assumidos por Portugal, se quer arrastar o país para uma crise política, então que o diga aos portugueses e que assuma essa responsabilidade. Ninguém conte com o PS para alinhar em simulacros e fingimentos, ninguém conte com o PS para ultimatos e crises artificias, e ninguém conte com o PS para pôr mesquinhos cálculos eleitorais à frente do interesse nacional do país», declarou.<br />
<br />
«TSF»<br />
<br />
Cumprs, Rai.72<br />
:mascote2:</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>Rai.72</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/jose-socrates-avisa-que-nao-vai-aceitar-ultimatos-de-ninguem-355227.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Passos Coelho reforça avisos a Sócrates sobre Orçamento do Estado</title>
			<link>http://www.g-sat.net/politica-2345/passos-coelho-reforca-avisos-a-socrates-sobre-orcamento-do-estado-355085-novo-post.html</link>
			<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 11:01:33 GMT</pubDate>
			<description>Passos Coelho reafirma que o Governo tem de dizer a tempo se aceita ou não as condições do PSD para o Orçamento do Estado, explicando que fez este...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Passos Coelho reafirma que o Governo tem de dizer a tempo se aceita ou não as condições do PSD para o Orçamento do Estado, explicando que fez este aviso por uma questão de lealdade.<br />
<br />
Numa entrevista ao semário Expresso, o líder do PSD garante que não tem nenhum plano para derrubar o Governo, porque se assim fosse já o teria feito votando a moção de censura apresentada pelo PCP, realçando que se os social-democratas quisessem o Executivo de José Sócrates já tinha caído.<br />
<br />
Passos Coelho afirma que a prioridade do Governo deve ser agora apresentar um Orçamento do Estado correcto, porque caso contrário não vai conseguir arrumar a casa.<br />
<br />
O social-democrata entende que se o Orçamento apresentado não for aprovado, o Governo tem a obrigação de apresentar outro.<br />
<br />
Em entrevista ao Expresso, Pedro Passos Coelho lembra que avisar é diferente de ameaçar e afirma que apenas considerou que seria leal deixar um recado ao Governo de que pode ter o Orçamento do Estado aprovado se aceitar ser mais audacioso a combater a despesa sem afectar mais os bolsos dos contribuintes.<br />
<br />
Coelho lembra que os deputados do PSP não aprovaram o PEC e sim abstiveram-se e que portanto esse facto não pode servir como uma arma de arremesso contra o partido.<br />
<br />
À volta do Orçamento do Estado a edição de hoje do Diário de Notícias revela que no passado mês de Junho, Passos Coelho e José Sócrates reuniram secretamente, mas o PSD nega nesta altura estar em contactos com o Governo sobre esta matéria, embora ainda ontem o ministro da presidência tenha dito ao Diário Económico que está à espera das tais negociações.<br />
<br />
Questionado pelo Expresso sobre o motivo que levou o PSD a levantar uma súbita agitação em pleno Verão com a hipótese de eleições antecipadas, Passos Coelho explica que foi apenas uma intervenção preventiva.<br />
<br />
Sobre o primeiro-ministro, Coelho dá uma no cravo e outra na ferradura - admite que Sócrates é resistente, mas também sublinha que não sabe se essa chega a ser um qualidade que sobreviva sozinha.<br />
<br />
«TSF»<br />
<br />
Cumprs, Rai.72<br />
:mascote2:</div>

 ]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/politica-2345/">Política</category>
			<dc:creator>Rai.72</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/politica-2345/passos-coelho-reforca-avisos-a-socrates-sobre-orcamento-do-estado-355085.html</guid>
		</item>
	</channel>
</rss>
