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		<title>G-Sat Connecting People - Destakes / Notícias</title>
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			<title>G-Sat Connecting People - Destakes / Notícias</title>
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			<title>Portugueses optam cada vez mais por fazer Erasmus no Leste</title>
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			<pubDate>Fri, 24 May 2013 11:41:10 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-146A_519F51BF.jpg*Os estudantes portugueses procuram cada vez mais os países de Leste para estudar através do programa...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-146A_519F51BF.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Os estudantes portugueses procuram cada vez mais os países de Leste para estudar através do programa Erasmus, aliciados pelo baixo custo de vida e pela facilidade da educação, afirmaram à agência Lusa alunos do ensino superior.</b><br />
<br />
“O facto de ser mais acessível [em termos financeiros] é o principal factor” na decisão de escolher um país de Leste para realizar Erasmus, afirmou o português Steeve Santos, que, no ano lectivo 2011/2012, escolheu ir estudar para a Universidade de Tecnologia de Brno, na República Checa.<br />
<br />
O antigo estudante do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), estava, “de início, indeciso entre a República Checa, a Polónia e o Brasil”, mas “o Brasil, desde logo ficou excluído, por ser bastante mais caro”.<br />
<br />
A opção de ir estudar para a Polónia também ficou riscada devido à pouca exigência do ensino, que o aluno considerou ser uma preocupação futura.<br />
<br />
Dione Matos, estudante do 2.º ano de Contabilidade e Finanças do IPL, está actualmente em Erasmus na Universidade de Tecnologia de Bialystok (Polónia) e admitiu que está a fazer “algumas das cadeiras sem grande esforço, à base de trabalhos, sem contacto com o professor”.<br />
<br />
Os conselhos dos amigos, que já tinham estado no país através do programa de intercâmbio de estudantes, tiveram um importante peso na decisão desta jovem.<br />
<br />
Para Nuno Cassamo, estudante de Economia do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), em Lisboa, os testemunhos foram também cruciais para a decisão de ir estudar a Universidade de Tecnologia e Economia de Budapeste (Hungria).<br />
<br />
“Dos destinos que podia escolher para o Erasmus, foi o que a maioria das pessoas me aconselhou”, explicou.<br />
<br />
A possibilidade de visitar países vizinhos a baixo custo é outro dos motivos que levam os estudantes portugueses a preferir países da Europa de Leste.<br />
<br />
“A República Checa é um país perfeitamente bem localizado para quem pretende viajar”, justificou Steeve Santos.<br />
<br />
O jovem, de 23 anos, exemplificou que “os autocarros que fazem as viagens por todo o país, e mesmo para os países vizinhos, são de uma qualidade absurda e muito baratos, onde se paga aproximadamente 7 a 8 euros por 300 km”.<br />
<br />
Segundo dados disponibilizados pela Comissão Europeia, no ano lectivo 2011/2012, a Polónia e a República Checa juntaram-se aos tradicionais países de destino Erasmus de portugueses, como a Espanha, a Itália e a França.<br />
<br />
As instituições portuguesas que enviaram mais estudantes foram, no ano letivo passado, a Universidade do Porto, a Universidade Técnica de Lisboa, a Universidade Nova de Lisboa, a Universidade de Coimbra e a Universidade de Lisboa.<br />
<br />
O número de estudantes enviados também tem vindo a aumentar, passando de 2.569 em 2000/2001 para 6.500 no ano passado.<br />
<br />
A par desta tendência, cresceram também os fundos destinados a Portugal: No ano lectivo de 2007/2008, foram enviados nove milhões de euros para Portugal para financiar este programa, valor que subiu para doze milhões no período 2011/2012.<br />
<br />
O programa Erasmus permite aos estudantes do ensino superior estudar num outro país da União Europeia, por 3 a 12 meses.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

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			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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			<title>Professores acrescentam um dia à greve às avaliações</title>
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			<pubDate>Fri, 24 May 2013 07:46:02 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-ACE4_519F1A9A.jpg*Greve às reuniões de avaliação dos alunos passa de quatro para cinco dias. Docentes também param a 17 de...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-ACE4_519F1A9A.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Greve às reuniões de avaliação dos alunos passa de quatro para cinco dias. Docentes também param a 17 de Junho, primeiro dia de exames nacionais.</b><br />
<br />
O secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof) anunciou nesta quinta-feira que será entregue amanhã o pré-aviso de greve geral dos professores contra a colocação em mobilidade especial. Para além dos cinco dias de paralisação que já tinham sido prometidos, Mário Nogueira disse que o protesto abrangerá mais um dia.<br />
<br />
“O pré-aviso de greve vai ser entregue amanhã”, afirmou. O pré-aviso abrange os dias 11, 12, 13 e 14 de Junho, mas também o dia 7 de Junho, “uma vez que há reuniões de avaliação nesses dias — antes de dia 7 é ilegal, não pode haver” reuniões, explicou.<br />
<br />
O mesmo será feito pela Federação Nacional da Educação (FNE), que também hoje reuniu com os secretários de Estado da Administração Escolar e da Administração Pública sobre a mobilidade de professores. No pré-aviso que entregam amanhã está também incluída a data de 7 de Junho como primeiro dia da greve, anunciou o presidente da FNE, João Dias da Silva, no final da reunião.<br />
<br />
Também para o dia 17 de Junho, primeiro dia de exames nacionais no ensino secundário, está prevista uma paralisação. Nove sindicatos já anunciaram que vão aderir, numa acção conjunta que não se verificava desde 2005.<br />
<br />
Esta tarde, Nogueira disse que todas as razões para o protesto se mantêm, a julgar pelas reuniões que já se realizaram esta manhã, entre organizações sindicais e responsáveis governamentais. “E não é só a questão da mobilidade especial. É, por exemplo, o aumento do horário de trabalho”, referiu.<br />
<br />
<br />
publico.pt</div>

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			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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			<title>Governo acelera aposentação de professores para libertar horários</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/governo-acelera-aposentacao-de-professores-para-libertar-horarios-517457-novo-post.html</link>
			<pubDate>Fri, 24 May 2013 07:42:37 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-2951_519F19C9.jpg*Caixa Geral de Aposentações tem seis mil pedidos à espera de serem deferidos. Solução permite dar lugar...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-2951_519F19C9.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Caixa Geral de Aposentações tem seis mil pedidos à espera de serem deferidos. Solução permite dar lugar a professores mais novos que hoje não têm horário.</b>~<br />
<br />
O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, anunciou nesta quinta-feira que será pedida celeridade na apreciação dos pedidos de reforma já apresentados por professores, o que “permitirá criar seis mil horários” para docentes que estão actualmente sem componente lectiva atribuída, evitando que passem assim ao regime de mobilidade especial.<br />
<br />
No final da primeira ronda de negociações com os sindicatos de professores sobre a aplicação da mobilidade especial, Casanova de Almeida voltou a garantir que “a grande preocupação do ministério é a criação de instrumentos que impeçam” os docentes de serem colocados naquele regime.<br />
<br />
Para não serem colocados em mobilidade especial — que os sindicatos têm feito equivaler a uma espécie de antecâmara para despedimentos em massa na função pública —, os professores têm de ter componente lectiva atribuída. O secretário de Estado revelou hoje que no despacho de organização do próximo ano escolar se passa a contabilizar também como componente lectiva o apoio aos alunos e a coadjuvação em sala de aula, esta última possível em todo o primeiro ciclo.<br />
<br />
A possibilidade de garantir a presença de dois professores em sala de aula foi uma das medidas apresentadas no ano passado por Crato para reduzir o número de professores com horário zero inicialmente apontado pelos directores das escolas e que ascendiam a quase 14 mil. Actualmente estão 600 nesta situação. Na altura, o ministério sugeriu que a coadjuvação poderia também ser estendida a outros ciclos de escolaridade nas disciplinas consideradas &quot;estruturantes&quot;.<br />
<br />
Se os &quot;instrumentos&quot; para evitar a ausência de componente lectiva não se revelarem suficientes e &quot;algum professor&quot; entrar no regime de mobilidade especial, ser-lhe-á garantido um &quot;verdadeiro sistema de requalificação profissional&quot; com vista à obtenção de habilitação profissional para exercer a docência noutro grupo de disciplinas menos flagelados pela falta de componente lectiva, acrescentou Casanova de Almeida.<br />
<br />
O secretário de Estado desmentiu, por outro lado, acusações da Federação Nacional de Professores de que já em Setembro, quando se iniciar o ano lectivo, serão colocados professores na mobilidade especial. Casanova de Almeida frisou que, a acontecer, tal só será possível a partir de Janeiro, uma vez que os procedimentos destinados à colocação dos professores com horário zero só terminam no final de Dezembro, uma condição que se encontra já estipulada na proposta de lei da mobilidade especial, agora rebaptizada de requalificação profissional, apresentada pelo Governo aos sindicatos. &quot;Temos a convicção que nessa altura teremos todos os professores com horário nas nossas escolas&quot;, insistiu.<br />
<br />
O governante escusou-se a adiantar que medidas serão adoptadas pelo Governo para impedir que os alunos sejam prejudicados com a greve dos professores às reuniões de avaliações (entre 7 e 14 de Junho) e ao primeiro dia de exames do ensino secundário (17 de Junho), frisando que este anúncio não deve ser feito antes de serem recebidos os pré-avisos de greve que, segundo os sindicatos, serão entregues amanhã.<br />
<br />
A próxima e última ronda de negociações com os sindicatos de professores sobre a mobilidade especial está marcada para 6 de Junho.<br />
<br />
<br />
publico.pt</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/">Destakes / Notícias</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>O melhor curso para conseguir emprego é…</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/o-melhor-curso-para-conseguir-emprego-e-517417-novo-post.html</link>
			<pubDate>Thu, 23 May 2013 20:36:50 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-35F7_519E7E17.jpg*A Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-35F7_519E7E17.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>A Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (<a href="http://formacao.universiablogs.net/tag/a3es/" target="_blank" rel="nofollow"><font color="#b22222">A3ES</font></a>) divulgou recentemente um estudo sobre a relação cursos/empregabilidade em Portugal.</b><br />
<br />
A verdade é que, quer queiramos, quer não e perante o atual cenário sócio-económico, para se construir uma carreira não basta termos em conta fatores como a vocação, os nossos gostos pessoais ou até mesmo as nossas média de entrada.<br />
<br />
<br />
De acordo com o último <a href="http://www.ics.ul.pt/publicacoes/workingpapers/wp2012/er2012_1.pdf" target="_blank" rel="nofollow"><font color="#b22222">estudo</font></a> da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (<a href="http://www.a3es.pt/" target="_blank" rel="nofollow"><font color="#b22222">A3ES</font></a>) que tem em conta os dados do IEFP ressalva-se que a amostra pode não ser fidedigna, nem representativa da população desempregada uma vez que  “O número de desempregados inscritos nos Centros de Emprego é uma informação administrativa que resulta da ação dos indivíduos que decidem inscrever-se, não sendo uma amostra necessariamente representativa da população desempregada [...] a informação nada diz sobre se os que estão empregados o estão em áreas relacionadas com a sua área de educação ou formação”.<br />
<br />
<br />
<br />
<b>Posto isto, o Dinheiro Vivo publicou recentemente as combinações curso/estabelecimento de ensino com melhor empregabilidade em Portugal e zero licenciados inscritos nos centros de Emprego:</b><br />
<b>1. Engenharia Informática</b> (Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Ciências e Tecnologia)<br />
<b>2. Ciências de Engenharia – Engenharia Informática e de Computadores (Universidade Técnica de Lisboa</b> – Instituto Superior Técnico)<br />
<b>3. Informática</b> (Universidade Portucalense Infante D. Henrique)<br />
<b>4. Ciências de Engenharia, orientação em Engenharia Informática e Computação</b> (Universidade do Porto – Faculdade de Engenharia)<br />
<b>5. Estudos Básicos de Ciências Farmacêuticas</b> (Universidade de Lisboa – Faculdade de Farmácia)<br />
<b>6. Ciências de Engenharia, orientação em Engª Electrotécnica e de Computadores</b> (Universidade do Porto – Faculdade de Engenharia)<br />
<b>7. Medicina</b> (Universidade de Lisboa – Faculdade de Medicina)<br />
<b>8. Medicina Dentária</b> (Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz)<br />
<b>9. Ciências Farmacêuticas</b> (Universidade do Porto – Faculdade de Farmácia)<br />
<br />
<br />
<br />
<b>Quanto aos pares curso/estabelecimento de ensino com mais desempregados – entre 30% a 40% – inscritos nos centros de Emprego, o referido estudo refere:</b><br />
<b>1. Economia</b> (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro)<br />
<b>2. Design</b> (Universidade de Aveiro Design)<br />
<b>3. Psicopedagogia Clínica</b> (Universidade Lusófona do Porto)<br />
<b>4. Ciências da Comunicação</b> (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro)<br />
<b>5. Psicologia</b> (Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares – Viseu)<br />
<b>6. Psicologia</b> (Universidade Lusíada – Porto)<br />
<b>7. Engenharia Química</b> (Instituto Politécnico do Porto – Instituto Superior de Engenharia do Porto)<br />
<b>8. Psicologia</b> (Instituto Superior da Maia)<br />
<b>9. Serviço Social</b> (Universidade Fernando Pessoa)<br />
<b>10. Recreação, Lazer e Turismo</b> (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – Chaves)<br />
<b>11. Ciências da Arquitectura</b> (Universidade Lusíada)<br />
<br />
<br />
<font color="#333333"><span style="font-family: Arial">Dinheiro vivo</span></font></div>

]]></content:encoded>
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			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Professores em Mobilidade Especial vão perder até metade do ordenado, alerta Fenprof</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/professores-em-mobilidade-especial-vao-perder-ate-metade-do-ordenado-alerta-fenprof-516954-novo-post.html</link>
			<pubDate>Tue, 21 May 2013 17:20:15 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-74F4_519BACB3.jpg*Os professores que ficarem na mobilidade especial vão passar a receber, já em setembro, entre 33% a 53%...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-74F4_519BACB3.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Os professores que ficarem na mobilidade especial vão passar a receber, já em setembro, entre 33% a 53% menos do seu ordenado actual, revela a Fenprof, que recebeu a proposta do Ministério da Educação e Ciência (MEC).</b><br />
<br />
Em declarações à agência Lusa, o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, considerou “uma vergonha” a proposta de plano de mobilidade especial que o MEC entregou, na noite de segunda-feira.<br />
<br />
Segundo Mário Nogueira, o documento define que os professores que passem para a mobilidade especial fiquem a receber, já em Setembro, menos 33% do seu ordenado, embora para os docentes em topo de carreira a redução possa ser, de imediato, mais de metade, uma vez que o teto máximo na mobilidade especial são três salários mínimos (o equivalente a 1.455 euros).<br />
<br />
“Para os professores em topo de carreira o corte não é de um terço mas sim de 52,9%. E, nestes casos, o que dizem que acontece aos professores ao fim de seis meses, para eles acontece logo no primeiro dia”, explicou Mário Nogueira.<br />
<br />
O plano define ainda que, passado um ano, o corte atinja os dois terços do rendimento actual dos professores. &quot;É um percurso de 18 meses a iniciar em Setembro, até ficarem sem salário ou serem despedidos&quot;, resumiu o sindicalista.<br />
<br />
Mário Nogueira criticou ainda o documento por colocar os professores da mobilidade especial à frente dos que se candidatam pela primeira vez: “Até nisso é uma coisa extraordinária, porque o próximo concurso é daqui a quatro anos. Ou seja, o ministério está a dizer que, dentro de três meses, lhes vai cortar entre um terço e metade do salário, que daqui a ano e meio os vai pôr na rua mas depois diz ‘não se preocupem porque daqui a quatro anos podem concorrer à frente dos outros’”.<br />
<br />
O documento deverá ser alvo de negociação esta quinta-feira, dia em que os sindicalistas se sentam à mesa com responsáveis do Governo. Mas, na Fenprof, a esperança de haver alterações é reduzida.<br />
<br />
“Já não estávamos muito convencidos de haver grandes negociações, mas ainda estamos menos, desde que soubemos que também lá iria estar, pela primeira vez, o próprio secretário de Estado da Administração Pública, que é quem no Ministério das Finanças negoceia com os sindicatos e que, nesta matéria, tem sido absolutamente inflexível”, disse.<br />
<br />
Para Mário Nogueira, a proposta agora apresentada aos sindicatos vem dar &quot;mais justeza&quot; às lutas que os professores têm convocadas para Junho, como a greve geral para o dia do primeiro exame nacional do secundário: “Querem que as pessoas façam o quê? Que batam palmas! Que votem neles outra vez! Aquilo que nós mais queremos é que eles vão para o olho da rua rapidamente”, afirmou.<br />
<br />
“Se o senhor ministro da Educação se dizia surpreendido por os professores quererem ir à luta, é porque pensa que não ouvem as suas propostas, não lêem os seus documentos e andam distraídos, mas não andam. Os professores sabem que o que o senhor ministro está a fazer&quot;, garantiu o sindicalista que considera o documento &quot;um bom exemplo de um instrumento que este ministério e o Governo querem utilizar, para iniciar a destruição” da classe docente e do ensino.<br />
<br />
Mário Nogueira sublinhou que o documento “não tem nenhuma novidade, apenas agrava a situação”. A única mudança, ironizou, “foi o espaço onde se discute o documento, que passou do Terreiro do Paço para as Laranjeiras”, onde funciona o gabinete de Nuno Crato.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

]]></content:encoded>
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			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Acção Social. Quase 30 mil universitários com bolsa recusada</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/accao-social-quase-30-mil-universitarios-com-bolsa-recusada-516863-novo-post.html</link>
			<pubDate>Tue, 21 May 2013 07:53:20 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-3B26_519B27CD.jpgUm em cada três pedidos negado. Rendimentos familiares são primeira causa e insucesso escolar surge logo...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-3B26_519B27CD.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table>Um em cada três pedidos negado. Rendimentos familiares são primeira causa e insucesso escolar surge logo abaixo. Dívidas afastaram 817 alunos<br />
<br />
Um em cada três pedidos de bolsa dos estudantes do ensino superior foi recusado este ano lectivo. Dos 86 819 alunos que solicitaram apoio social, 29 118 (33,5%) viram a sua candidatura rejeitada. A maioria dos processos negados deve-se aos rendimentos familiares, que ultrapassaram o tecto para atribuição das bolsas, mas há ainda uma grande fatia dos universitários (27%) que viu a candidatura reprovada por ter chumbado a mais de metade das disciplinas.<br />
<br />
Os dados do Ministério da Educação e Ciência constam da resposta enviada esta semana aos deputados do partido ecologista Os Verdes e mostram que há quase mais 10 mil candidaturas rejeitadas que em igual período de 2012. As estatísticas da tutela dizem respeito aos alunos inscritos até 24 de Abril e demonstram também que o número de estudantes sem aproveitamento académico mais que triplicou.<br />
<br />
INSUCESSO ACADÉMICO Se em finais de Abril do ano passado eram cerca de 2600 casos de insucesso académico, os dados mais actuais revelam que são agora 7886 alunos que chumbaram a mais de metade das cadeiras e ficaram assim excluídos dos benefícios sociais. A explicação para esta subida estará sobretudo relacionada com o facto de o ministério de Nuno Crato ter apertado mais as regras para os candidatos. Recorde-se que o regulamento de atribuição de bolsas deste ano lectivo passou a exigir 60% de aproveitamento escolar das disciplinas do ano anterior em vez de 50%, como acontecia no ano lectivo 2011-2012.<br />
<br />
RANKING Os rendimentos anuais de famílias acima do limite máximo foram o principal motivo para afastar mais de um terço dos candidatos. Significa isto que 10 848 universitários ultrapassaram os cerca de 700 euros de rendimento anual do agregados familiar definido como tecto para atribuir bolsas. Logo abaixo surgem os alunos sem aproveitamento académico, mas ainda há 13,7% dos candidatos (4015 casos) excluídos por não terem entregado a documentação necessária para permitir validar a candidatura.<br />
<br />
Entre os outros motivos para indeferir os pedidos estão também alunos matriculados a um número insuficiente de disciplinas (890 estudantes inscritos em menos de 30 ECTS) ou os 838 alunos que nem sequer estão a frequentar o ensino superior.<br />
<br />
FISCO As dívidas às Finanças e à Segurança Social impediram 817 alunos de universidades e politécnicos de ter acesso à bolsa de acção social. Este é aliás um dos requisitos que mais polémica tem provocado, não só entre a oposição parlamentar como entre as associações académicas, que criticam o governo por ?castigar? os filhos pelas dívidas dos pais.<br />
<br />
Há ainda 750 alunos (2,5%) com ?património imobiliário? superior a 240 indexantes ao apoio social (IAS) que ficaram excluídos e 587 estudantes que viram o seu processo chumbado por ?não reunirem condições para concluir o curso no prazo fixado. A tutela inclui ainda 2483 candidaturas eliminadas por ?outras causas?.<br />
<br />
<br />
ionline.pt</div>

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			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Ministro da Educação diz que não permitirá que greve prejudique alunos</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/ministro-da-educacao-diz-que-nao-permitira-que-greve-prejudique-alunos-516736-novo-post.html</link>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 16:04:09 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-C47C_519A495D.jpg*O ministro da Educação, Nuno Crato, garantiu hoje que o Governo tudo fará para que os alunos não sejam...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-C47C_519A495D.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>O ministro da Educação, Nuno Crato, garantiu hoje que o Governo tudo fará para que os alunos não sejam prejudicados nos exames pela anunciada greve dos professores que classificou de &quot;estranha&quot;.</b><br />
<br />
&quot;É uma declaração um pouco estranha, é um anúncio de greve, uma intenção de greve que surge por parte de alguns sindicatos sem ter havido um pedido de negociação, sem ter havido um outro aviso, sem se estar a meio de algum diálogo, portanto isto é um pouco surpreendente&quot;, declarou.<br />
<br />
O ministro, que falava em Trás-os-Montes, afirmou esperar que não se concretize a greve anunciada pelos sindicatos de professores para 17 de Junho, coincidente com o primeiro dia de exames nacionais do ensino secundário, mas vincou que não permitirá &quot;que os alunos sejam prejudicados&quot;.<br />
<br />
Nuno Crato escusou-se a adiantar como garantirá a normalidade dos exames em caso de greve, nomeadamente se o Governo pondera recorrer aos serviços mínimos.<br />
<br />
&quot;A única coisa que eu posso dizer é o seguinte: nós esperamos que não haja greve, discutiremos o que for necessário discutir com os sindicatos e com os representantes dos professores, mas não podemos permitir que os nossos alunos sejam prejudicados, tudo o resto são especulações&quot;, reiterou.<br />
<br />
O ministro manifestou ainda abertura para o diálogo e adiantou ter agendada para esta semana &quot;uma discussão com sindicatos no âmbito da reforma da Administração Pública&quot; em que estará presente também o secretário de Estado da Administração Pública por causa da requalificação dos funcionários públicos.<br />
<br />
O novo regime que o Governo está a preparar para reduzir o número de funcionários públicos abrange também os professores, mas o ministro da Educação afirmou estar a trabalhar para que &quot;não haja professores&quot; nessa lista.<br />
<br />
&quot;É isso que estamos a fazer em relação aos quadros de zona pedagógica, à fluidez do sistema, de forma a que as insuficiências lectivas de um local sejam colmatas com professores que existam noutros locais, não muito longe, e que possam dar essas aulas e continuar a contribuir para o nosso sistema&quot;, acrescentou.<br />
<br />
&quot;Nós tudo faremos para evitar a mobilidade de os professores&quot;, insistiu.<br />
<br />
Nuno Crato referiu-se ainda ao processo negocial em curso do aumento do horário de trabalho na Função Pública para 40 horas semanais, afirmando que &quot;os professores na realidade trabalham já 40 horas e muitos trabalham muito mais do que as 40 horas&quot;.<br />
<br />
&quot;Porque os professores não estão só na sala de aula: corrigem testes, preparam aulas, fazem correcção de exames, têm uma actividade muito intensa. Muitos professores têm já mais de 40 horas de trabalho por semana&quot;, concretizou.<br />
<br />
O ministro da Educação falava na escola EB 2/3 de Macedo de Cavaleiros, onde visitou uma turma do ensino vocacional, uma via de formação que está a funcionar a título experimental em 13 escolas de Portugal e abrange &quot;algumas centenas de alunos&quot;, segundo o governante.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

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			<category domain="http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/">Destakes / Notícias</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/ministro-da-educacao-diz-que-nao-permitira-que-greve-prejudique-alunos-516736.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Como candidatar-se a uma bolsa</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/como-candidatar-se-a-uma-bolsa-516702-novo-post.html</link>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 09:23:09 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-DA21_5199EAD4.jpg Apesar da aparente complexidade do processo, simplificamos as regras básicas para que veja se pode...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-DA21_5199EAD4.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table> Apesar da aparente complexidade do processo, simplificamos as regras básicas para que veja se pode candidatar-se aos apoios para estudantes.<br />
<br />
A propina máxima no ensino superior público é, este ano, de 1.037,20€, o que poderia ser impeditivo para muitos alunos prosseguirem estudos. Muitos recorrem a bolsas, cujas regras estão claramente fixadas por <b><a href="http://dre.pt/pdf2sdip/2012/06/120000001/0000200012.pdf" target="_blank" rel="nofollow">despacho</a></b>: no corrente ano letivo, foram aprovadas até ao momento, no ensino superior público, 51.693 bolsas e, no ensino superior privado, 6.370 bolsas.<br />
<br />
Mas cerca de 50% dos pedidos são rejeitados - 24.870 no público e 4.295 no privado -,  muitos por falta de documentação, segundo a Direcção Geral do Ensino Superior. Para que isso não aconteça, resumimos as regras:<br />
<br />
As candidaturas devem ser apresentadas, em casos normais, entre 25 de junho e 30 de setembro de 2012, através da <b><a href="http://www.dges.mctes.pt/DGES/pt" target="_blank" rel="nofollow">plataforma online própria</a></b>. A password de acesso será enviada por sms no caso de ser feita em simultaneo com a candidatura ao concurso nacional de acesso ou obtida nos serviços de ação social do estabelecimento de ensino noutros casos. A candidatura pode ser feita ainda nos 20 dias a seguir à inscrição quando esta ocorrer após 30 de setembro, e ainda de 1 de outubro a 31 de maio do ano letivo em questão, sabendo que, neste caso, só receberá pagamentos proporcionais à data de entrada do pedido - se for aceite.<br />
<br />
Vai precisar de digitalizar e fazer o upload de documentos de identificação de todos os elementos do agregado familiar (BI, contribuinte, segurança social, cartão de cidadão...), do NIB, da declaração de rendimentos do ano anterior à candidatura e respetiva liquidação de IRS, comprovativos dos valores e descrição do património imobiliário (caderneta dos bens imóveis em nome do agregado e/ou IMI) e comprovativos do património mobiliário (depósitos a prazo e à ordem, contas poupança, certificados de aforro e outros ativos financeiros) do agregado familiar.<br />
<br />
As regras ditam, grosso modo, porque cada caso é um caso e mesmo o cálculo do montante da bolsa inclui inúmeras variáveis que podem ser consultadas no referido despacho, que a bolsa mínima será igual à propina paga pelo aluno, ao passo que a máxima pode ascender a 4.611,42€ (repartido em 10 meses) e ter algumas bonificações, nomeadamente no caso de famílias monoparentais.<br />
<br />
O prazo para resposta é, nos casos normais, de 20 dias úteis, podendo chegar a 30 dias quando há mais fatores a analisar ou, por exemplo, o património imobiliário do agregado familiar tem um valor superior a 251.532€<br />
E quanto a máximos, o regulamento estabelece que o rendimento anual per capita do agregado familiar não pode ser superior a 6.906,28€ (14x(IAS ou 419,22€)+propina máxima anualmente fixada=1.037,20€). Além disso, o património mobiliário não pode ser superior a 100.612,8€ (240xIAS ou 419,22€). Não pode haver dívidas ao Estado, pelo menos sem estarem abrangidas por acordo de pagamento.<br />
<br />
Há complementos de alojamento que podem ser somados à bolsa: até 139,74€ para os estudantes do ensino superior privado ou do público deslocados (a estudar fora da área de residência) que não tenham tido vaga em residência universitária e com comprovativo de renda. E até um máximo de 419,22€ para complemento de transporte no valor de uma passagem aérea ou marítima de ida e volta por cada ano letivo, para alunos das ilhas ou do Continente, a estudar no Continente ou nas ilhas, respetivamente, se o curso não existir perto de casa. Alunos com deficiência superior a 60% podem receber um complemento até 1.257,66€ para comprar produtos de apoio, sendo também este o valor máximo atribuível a alunos que necessitem de auxílio de emergência e em &quot;situações económicas especialmente graves que ocorram durante o ano letivo e que não sejam enquadráveis no âmbito do processo normal de atribuição de bolsas de estudo&quot;.<br />
<br />
De resto, conforme o estabelecimento de ensino, podem ser encontrados outros tipos de apoios ou bolsas, como, por exemplo, no <b><a href="http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/www.iscte-iul.pt/Libraries/Diversos/Manual_de_Apoios_Sociais.sflb.ashx" target="_blank" rel="nofollow">ISCTE</a></b>, que conseguiu descontos especiais para bolseiros e não bolseiros em supermercados, farmácias ou médicos.<br />
<br />
<br />
dinheirovivo.pt</div>

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			<category domain="http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/">Destakes / Notícias</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Estágios Greenpeace em Amesterdão</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/estagios-greenpeace-em-amesterdao-516374-novo-post.html</link>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 21:06:20 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-3F2E_51969AEC.jpg*A Greenpeace (http://www.greenpeace.org/portugal/pt/), ONG que atua internacionalmente em questões...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-3F2E_51969AEC.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>A <a href="http://www.greenpeace.org/portugal/pt/" target="_blank" rel="nofollow">Greenpeace</a>, ONG que atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, está a abrir portas a estagiários para trabalhar nos seus escritórios de Amesterdão.</b><br />
<br />
Fazem parte das funções do estagiário  monitorizar e organizar informações do mercado com vista a uma minociosa actualização da informação nas suas bases de dados.<br />
<br />
A carga laboral destes estágios é de 40 horas por semana e os candidatos recebem uma bolsa mensal de 800 euros.<br />
<br />
É elegível todo o licenciado ou mestrado na área das ciências naturais ou sociais com licença para trabalhar durante seis meses na Holanda, local onde está sediada a organização. Exige-se conhecimento falado e escrito de inglês e outra língua (portugês incluido), conhecimentos relativos a questões ambientais, e desenvoltura em competências informáticas, preferencialmente quanto à pesquisa e análise de conteúdos na Internet.<br />
<br />
A candidatura implica o envio do currículo e de uma carta de motivação que identifique a data a partir da qual o candidato está disponível. Faça agora mesmo a candidatura, <b><a href="http://www.greenpeace.org/international/en/about/jobs/internship-2/" target="_blank" rel="nofollow"><font color="#b22222">aqui</font></a></b>. <br />
<br />
<br />
empregopelomundo.com</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/">Destakes / Notícias</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Cursos da Universidade de Trás-os-Montes sob suspeita</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/cursos-da-universidade-de-tras-os-montes-sob-suspeita-516185-novo-post.html</link>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 08:39:57 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-D0E2_5195EC76.jpg*Inspecção da Educação detectou mestrados dados a brasileiros só com um mês de aulas. Reitor desvaloriza...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-D0E2_5195EC76.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Inspecção da Educação detectou mestrados dados a brasileiros só com um mês de aulas. Reitor desvaloriza falhas e o Brasil já sabe.</b><br />
<br />
A Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) detectou irregularidades nos mestrados e doutoramentos realizados por estudantes brasileiros na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Um semestre dado em cinco semanas e cursos por registar são pontos que suscitaram dúvidas aos inspectores.<br />
<br />
Num ofício de 27 de Fevereiro, a IGEC pede esclarecimentos sobre o «enquadramento legal que permitiu o funcionamento de ‘edições brasileiras’ de vários cursos». A universidade é ainda instada a esclarecer como é que os mestrados de Gestão realizados por brasileiros tiveram só um mês de aulas presenciais por semestre.<br />
<br />
Carlos Sequeira, reitor da UTAD, assegura ao SOL, porém, que não há qualquer problema com a carga horária: «Está tudo de acordo com o plano de estudos publicado em Diário da República, como pode ser comprovado pelos sumários». E adianta que enviou, esta segunda-feira, todas as explicações para a IGEC.<br />
<br />
A Inspecção tem ainda dúvidas sobre a regularidade dos cursos de doutoramento em Gestão, em que estão inscritos brasileiros, uma vez que estas formações da UTAD não foram aprovadas pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).<br />
<br />
O reitor explica que o problema decorre de estes cursos não terem sido registados na Direcção-Geral de Ensino Superior. «Uma questão formal», diz o reitor, assumindo ter-se deparado com o problema – que tem estado «a tentar resolver» –, quando tomou posse, em Setembro de 2010. «No caso dos alunos nacionais, temos estado a migrá-los para outras universidades. No caso dos brasileiros, estamos a ver se estão interessados em fazer outro doutoramento na UTAD ou em mudar de universidade», explica. Só em Julho de 2012 foi notificado da decisão de não acreditação dos cursos pela A3ES.<br />
<br />
Num último ponto dedicado às «edições brasileiras», a IGEC pede ainda esclarecimentos sobre cursos de Gestão que também não estarão acreditados. Mas o reitor explica que isso se deve a uma confusão. «Na verdade, são ramos de especialização e não cursos, de formações que estão acreditadas».<br />
<br />
Ao SOL, fonte oficial do gabinete do ministro Nuno Crato limita-se a afirmar que o Ministério não «comenta acções inspectivas».<br />
<br />
<br />
<b>Informação chegou a Dilma</b><br />
<br />
«A montanha pariu um rato», garante Carlos Sequeira, desvalorizando as conclusões da IGEC. A inspecção à UTAD, no entanto, tornou-se um assunto sensível, por envolver alunos brasileiros.<br />
<br />
Ao que o SOL apurou, a notícia de alegadas irregularidades nos cursos em Portugal chegou ao gabinete da Presidente Dilma Rousseff e terá tido influência na decisão de cortar as bolsas do programa Ciências sem Fronteiras, impedindo sete mil brasileiros de escolherem universidades portuguesas para estudar.<br />
<br />
«Apesar de, oficialmente, o Brasil ter justificado a opção com a necessidade de melhorar o ensino de outras línguas, além do Português, a verdade é que estas informações não caíram bem em Brasília», comenta uma fonte conhecedora do processo. Neste momento, o esforço diplomático concentra-se em convencer o Brasil a voltar a dar bolsas para Portugal, mas apenas para um consórcio composto pelas melhores universidades portuguesas, onde deverão estar pelo menos Lisboa e Coimbra.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

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			<category domain="http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/">Destakes / Notícias</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Professores marcam greve para o primeiro dia de exames nacionais</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/professores-marcam-greve-para-o-primeiro-dia-de-exames-nacionais-516128-novo-post.html</link>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 20:47:50 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-B8D6_519545D7.jpg*Decisão foi aprovada nesta quinta-feira por nove organizações sindicais. Manifestação nacional será...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-B8D6_519545D7.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Decisão foi aprovada nesta quinta-feira por nove organizações sindicais. Manifestação nacional será também convocada para Junho.</b><br />
<br />
Nove organizações sindicais de professores reunidas nesta quinta-feira em Lisboa aprovaram a realização de uma greve geral de docentes no primeiro dia de exames nacionais, a 17 de Junho.<br />
<br />
Nesse dia realizam-se os exames de Português do 12.º ano, que têm sido feitos por mais de 60 mil alunos. Antes, entre os dias 11 e 14 de Junho, os professores farão greve a todo o serviço de avaliação. Essa é a altura em que decorrem as avaliações internas dos alunos que frequentam os anos de escolaridade sujeitos a exames nacionais.    <br />
<br />
“Os professores não têm nada a perder”, justificou o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, na apresentação das conclusões do encontro que juntou hoje num hotel em Lisboa representantes dos principais sindicatos de professores do país.<br />
<br />
A Federação Nacional da Educação (FNE), o segundo sindicato mais representativo do sector, ainda está a estudar se apoia ou não a greve. Garantido está, para já, o apoio da FNE a uma manifestação nacional que será convocada por todas organizações para 15 de Junho.<br />
<br />
Segundo Nogueira, a condição para os professores não irem para a greve é terem a garantia do Ministério da Educação de que não haverá professores na mobilidade especial.<br />
<br />
Questionado quando à possibilidade de a greve provocar descontentamento entre alunos e pais, Nogueira disse: “Não peçam aos professores, que em Setembro poderão estar no desemprego, que ponham a cabeça no cepo”. Segundo o secretário-geral da Fenprof, “esta poderá ser a maior luta de sempre: vivemos uma situação excepcional que exige acções excepcionais”.<br />
<br />
Os sindicatos e federações presentes no encontro de hoje integraram a Plataforma da Educação que há cinco anos uniu os professores do quadro contra a então ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues. A plataforma não foi ainda formalmente reconstituída, mas, segundo Nogueira, “as organizações sindicais de professores estão de novo unidas porque a gravidade da situação assim o exige”.<br />
<br />
No primeiro ano de mandato de Maria de Lurdes Rodrigues, em 2005, a Fenprof e a FNE marcaram uma greve de três dias, de 20 a 23 de Junho, que coincidia com o período de exames nacionais. O Governo decretou a realização de serviços mínimos — segundo Mário Nogueira, acabaram por não se realizar exames em cinco escolas —, o que foi contestado em tribunal pelos sindicatos.<br />
<br />
Em 2007, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) deu razão ao Governo, frisando que a realização dos exames nacionais do 9.º e 12.º ano nas datas previamente marcadas para o efeito se constituía como “uma necessidade social cuja satisfação é impreterível”, devendo, portanto, ser assegurada, como previsto na lei, através da requisição de serviços mínimos.<br />
<br />
Um adiamento da data dos exames “tinha implicações devastadoras na planificação das férias de centenas de milhar de famílias portuguesas, na planificação de um novo calendário, tendo em conta que os alunos do 12.º ano estavam em vias de ingressar no ensino superior e de apresentar a sua candidatura a tempo e horas, e na preparação do novo ano lectivo”, justificou o STJ.<br />
<br />
<br />
publico.pt</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/">Destakes / Notícias</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Proposta de pequeno-almoço na escola foi chumbada pela maioria</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/proposta-de-pequeno-almoco-na-escola-foi-chumbada-pela-maioria-516126-novo-post.html</link>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 20:41:27 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-0A48_51954448.jpg*Maioria chumba proposta de pequeno-almoço nas escolas do BE. Isabel Moreira, do PS, votou a favor,...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-0A48_51954448.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Maioria chumba proposta de pequeno-almoço nas escolas do BE. Isabel Moreira, do PS, votou a favor, enquanto o partido se absteve.</b><br />
<br />
A maioria parlamentar chumbou a proposta do Bloco de Esquerda (BE) para que as crianças de famílias em dificuldades pudessem beneficiar de pequeno-almoço escolar, com Isabel Moreira,do PS,a votar a favor, contra a orientação do PS.<br />
<br />
A votação da proposta do BE avocada para plenário foi alvo de acesa discussão om as bancadas da maioria e o secretário de Estado do Ensino Básico e acabou por ser novamente chumbada,com os votos contra do PSD e CDS-PP, e a abstenção do PS.<br />
<br />
A deputada Isabel Moreira,do PS,votou contra a orientação do seu partido, que se absteve, e apoiou a proposta do BE,que também teve o apoio do PCP e dos Verdes.<br />
<br />
O PS impõe disciplina de voto nas votações relativas à proposta de Orçamento do Estado para 2013.<br />
<br />
Ana Drago, do BE, defendeu no plenário a proposta do seu partido sobre a possibilidade de incluir as famílias no processo de detecção das crianças em dificuldades que poderiam ter acesso ao pequeno-almoço nas escolas.<br />
<br />
&quot;Os senhores não querem a participação das famílias. Permitam às famílias que inscrevam os seus filhos de acordo com o que é o entendimento das suas próprias dificuldades. Criem recursos que envolvam as famílias. Se não o fizerem, o programa vai continuar a falhar&quot;, defendeu.<br />
<br />
O secretário de Estado do Ensino Básico, João Grancho, garantiu que &quot;qualquer criança que seja sinalizada com carência alimentar tem resposta da escola&quot; e que, &quot;seja como for, as escolas estão atentas, o Ministério da Educação está atento e nenhuma criança, desde que seja sinalizada, deixará de ter resposta&quot;.<br />
<br />
<br />
publico.pt</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/">Destakes / Notícias</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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		</item>
		<item>
			<title>Bolsas de estudo no Japão para portugueses</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/bolsas-de-estudo-no-japao-para-portugueses-516000-novo-post.html</link>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 12:12:14 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-FCEF_5194CC48.jpg*Os licenciados portugueses têm uma oportunidade para realizar projectos de investigação, mestrados,...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-FCEF_5194CC48.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Os licenciados portugueses têm uma oportunidade para realizar projectos de investigação, mestrados, doutoramentos ou cursos superior profissionais, tudo em universidades nipónicas. </b><br />
<br />
As bolsas de estudo são oferecidas pelo Ministério da Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia do país. Não existe um número de vagas específico, o processo é parecido ao que seria feito pelos estudantes em Portugal. Assim sendo, os estudantes escolhem a sua área, a instituição e candidatam-se.<br />
<br />
As bolsas são bem generosas. Nelas estão incluídas todas as despesas com propinas, inscrição na universidade e viagens, assim como uma remuneração mensal de 143 mil ienes – +/- 1087 euros – para bolsas de investigação, 144 mil ienes – 1095 euros – para alunos de mestrado ou cursos superiores e 145 mil ienes – 1102 euros – para alunos que frequentem o doutoramento.<br />
<br />
<br />
<b>Os candidatos devem apresentar na Embaixada do Japão:</b><br />
<ul><li style="">Boletim de inscrição</li><li style="">Certificado de licenciatura</li><li style="">Carta de recomendação</li><li style="">Restante documentação exigida no regulamento</li></ul><br />
<br />
Depois disso, será feita uma entrevista e um exame em japonês. O domínio da língua não é exigido, mas o exame é obrigatório, sendo possível alterá-lo e fazê-lo em inglês. Conforme os resultados desta fase, a Embaixada japonesa e o Governo de Portugal farão uma selecção dos candidatos. Os escolhidos, nessa altura, deverão contactar universidades e envidarem esforços para conseguirem uma carta de admissão. A selecção final, como a escolha da universidade para onde irão, caberá às autoridades do país do Sol nascente.<br />
<br />
<br />
Os bolseiros que não falam japonês terão direito a um curso intensivo da língua nos primeiros seis meses, e só começam os estudos quando este terminar. No caso de não conseguirem resultados satisfatórios, perdem o direito à bolsa.<br />
<br />
<br />
As candidaturas estão abertas até dia 21 de Junho e o regulamento, bem como morada e contactos, podem ser <b><a href="http://www.pt.emb-japan.go.jp/estudarnojapao.html" target="_blank" rel="nofollow">consultados no site da Embaixada do Japão</a></b>.<br />
<br />
<br />
empregopelomundo.com</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/">Destakes / Notícias</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/bolsas-de-estudo-no-japao-para-portugueses-516000.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Ensino superior português é o 22º melhor do mundo</title>
			<link>http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/ensino-superior-portugues-e-o-22-melhor-do-mundo-515996-novo-post.html</link>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 11:40:03 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-9F5D_5194C573.jpg*O sistema de ensino superior português subiu um lugar no ranking internacional realizado pela...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-9F5D_5194C573.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>O sistema de ensino superior português subiu um lugar no ranking internacional realizado pela “Universitas 21”, que comparou 50 países e colocou a rede de escolas portuguesas em 22º lugar.</b><br />
<br />
Para o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), o estudo, publicado na semana passada, “vem confirmar a qualidade das instituições de ensino superior portuguesas e da rede instalada no panorama mundial, qualificando Portugal como o 22.º melhor sistema do mundo”.<br />
<br />
No total, Portugal subiu um lugar no ranking realizado pela &quot;Universitas 21&quot;, que concluiu existir uma forte relação entre os recursos disponibilizados e os resultados obtidos. Por isso, a lista de países é liderada pelos Estados Unidos, Suécia, Suíça, Canadá e Dinamarca.<br />
<br />
Em 6º lugar, no único estudo que compara a rede de ensino superior em vez das tradicionais comparações feitas entre instituições, surge a Finlândia, seguida da Holanda, Austrália, Singapura e Reino Unido.<br />
<br />
O “Rankings of National Higher Education Systems 2013” coloca Espanha dois lugares acima de Portugal, enquanto o sistema alemão fica em 15º lugar e o francês em 17º lugar.<br />
<br />
As classificações são o resultado da avaliação de itens variados como o contexto, os recursos investidos, os resultados obtidos e a conectividade e grau de internacionalização das instituições.<br />
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Comparando com o ranking do ano passado, Portugal subiu três lugares nos recursos investidos, passando de um 23º lugar para 20º.<br />
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A percentagem de mulheres alunas e docentes das instituições de ensino superior também melhorou: em 2012 Portugal estava em 21º lugar e este ano ficou em 19º.<br />
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O ranking avaliou ainda o número de artigos produzidos, o impacto desse artigos, o número de instituições no ranking de Shanghai, a excelência de investigação da melhor universidade, a percentagem de inscritos com idades compreendidas entre os 18 e os 23 anos, a percentagem de população com formação superior com mais de 24 anos e a percentagem de desemprego em diplomados versus os não diplomados. Nestes itens, Portugal passou de 28º lugar no ano passado para o 27º este ano.<br />
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Portugal subiu três lugares - de 24º para 21ª - no indicador sobre “conectividade e internacionalização”, que avalia itens como a percentagem de estudantes internacionais inscritos ou de artigos em co-autoria internacional.<br />
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A &quot;Universitas 21&quot; é uma rede de referência que agrega universidades orientadas para a investigação de diversos países.<br />
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SOL</div>

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			<category domain="http://www.g-sat.net/destakes-noticias-3002/">Destakes / Notícias</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
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			<title>Fenprof admite exigir em tribunal pagamento retroativo de ordenados dos docentes</title>
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			<pubDate>Wed, 15 May 2013 09:29:51 GMT</pubDate>
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<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-7FC0_5193556D.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>A Fenprof admitiu hoje exigir em tribunal o pagamento retroativo dos ordenados dos professores que reivindicam um reposicionamento remuneratório depois de um acórdão do Tribunal Constitucional ter admitido ilegalidades nos salários dos docentes.</b><br />
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Em causa está um pedido do provedor de Justiça para apreciação de constitucionalidade de uma norma do Estatuto da Carreira Docente (ECD), com a argumentação de que o artigo 8.º do ECD, que estebelece regras de transição e de reposicionamento de carreira, introduzia &quot;um caso de ultrapassagem de escalão remuneratório&quot; por professores com &quot;menos tempo de serviço nos escalões&quot;.<br />
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O Tribunal Constitucional (TC) declarou não haver qualquer inconstitucionalidade no ECD, por entender que o diploma salvaguardava nos seus artigos o princípio de “salário igual para trabalho igual”, mas admitia ilegalidades nos salários dos docentes que, tendo mais tempo de serviço, estão a receber vencimentos enquadrados num escalão remuneratório inferior ao de colegas com menos tempo de serviço.<br />
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O ECD previa, na data da sua entrada em vigor, o que aconteceu a 24 de junho de 2010, que os professores do escalão 245, ali posicionados há mais de quatro anos e menos de cinco fossem reposicionados, nessa mesma data, num escalão remuneratório superior, o escalão 272, desde que se verificassem certos requisitos cumulativos referentes à avaliação de desempenho.<br />
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Por outro lado, o decreto-lei que regula o ECD determinava que na mesma data, a 24 de junho de 2010, os professores posicionados no índice 245 há mais de cinco anos e menos de seis, e que cumprissem, também eles, os mesmos requisitos relativos à avaliação de desempenho, fossem posicionados no escalão 299, com a ressalva de que esse reposicionamento deveria apenas acontecer quando estes docentes completassem a antiguidade de seis anos.<br />
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Isto levou a que professores com mais tempo de serviço permanecessem num escalão inferior ao atribuído a colegas com menos tempo de serviço, situação que deveria ter sido ultrapassada quando os docentes bloqueados no reposicionamento atingissem os seis anos de antiguidade no escalão, mas que ficou sem efeito com a justificação de que o Orçamento do Estado para 2011 congelava qualquer progressão na carreira da função pública.<br />
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O decreto-lei do ECD determina que “não podem ocorrer ultrapassagens de posicionamento nos escalões da carreira por docentes que, no momento da entrada em vigor do presente decreto -lei, tivessem menos tempo de serviço nos escalões”, o que levou o Tribunal Constitucional a declarar que não existe no diploma qualquer inconstitucionalidade.<br />
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Admite, no entanto, “uma questão de legalidade”, uma vez que aquilo que foi determinado no decreto-lei não está a ser cumprido, referindo que só com o reposicionamento dos professores com mais tempo de serviço no índice 272, à data da entrada em vigor do ECD, se evita a questão das ultrapassagens de escalão.<br />
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“Se o Ministério da Educação e Ciência (MEC) for pessoa de bem tem que pagar às pessoas”, defendeu o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, em declarações à Lusa, referindo que em causa pode estar o pagamento de 27 milhões de euros a cerca de três mil professores, sendo devido cerca de nove mil euros a cada um, segundo contas da estrutura sindical.<br />
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O sindicalista sublinhou que a argumentação usada pelo primeiro-ministro em resposta ao TC refere a inexistência de qualquer inconstitucionalidade por estar previsto que não pode haver ultrapassagens de escalão, e defendeu que, da parte do Governo, “seria de uma má-fé tremenda usar argumentos que não aplica”, mesmo que o acórdão do TC não obrigue o MEC a qualquer pagamento.<br />
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Se o MEC não pagar “voluntariamente os retroativos devidos aos professores”, a Fenprof admite recorrer aos tribunais.<br />
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ionline.pt</div>

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