<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>

<rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/">
	<channel>
		<title>G-Sat Connecting People - Saúde</title>
		<link>http://www.g-sat.net/</link>
		<description />
		<language>pt</language>
		<lastBuildDate>Sat, 25 May 2013 11:00:01 GMT</lastBuildDate>
		<generator>vBulletin</generator>
		<ttl>120</ttl>
		<image>
			<url>http://www.g-sat.net/images/misc/rss.png</url>
			<title>G-Sat Connecting People - Saúde</title>
			<link>http://www.g-sat.net/</link>
		</image>
		<item>
			<title>Investigadores descobrem travão à proliferação de células cancerígenas</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/investigadores-descobrem-travao-a-proliferacao-de-celulas-cancerigenas-516912-novo-post.html</link>
			<pubDate>Tue, 21 May 2013 13:42:11 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-08EC_519B7994.jpg*Investigadores internacionais, alguns dos quais da Universidade de Barcelona (UB), descobriram que um...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-08EC_519B7994.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Investigadores internacionais, alguns dos quais da Universidade de Barcelona (UB), descobriram que um complexo enzimático designado piruvato desidrogenase (PDH) serve como travão à proliferação de células cancerígenas, informou hoje a UB em comunicado.</b><br />
<br />
O estudo, publicado na revista Nature, descreve o papel do PDH perante o gene BRAF, que usualmente aparece com mutações no melanoma e em outros cancros.<br />
<br />
O PDH intervém no processo de senescência (envelhecimento) celular, um “mecanismo de defesa” induzido por um gene em que a célula “deixa de dividir-se e se mantém num estado pré-maligno”, explicou a professora catedrática Marta Cascante.<br />
<br />
“Quando o travão não funciona correctamente, ocorre a transformação maligna e pode aparecer um tumor”, assinalou Cascante.<br />
<br />
A cientista destacou a importância da identificação dos mecanismos que regulam aquela fase do processo “para evitar ou reverter a formação do tumor e definir novas estratégias terapêuticas”.<br />
<br />
No estudo participaram também cientistas do Instituto Beatson para a Investigação do Cancro (Escócia) e do Instituto do Cancro holandês.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/investigadores-descobrem-travao-a-proliferacao-de-celulas-cancerigenas-516912.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Estudo: Parkinson dificulta reconhecimento de emoções na voz e na música</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/estudo-parkinson-dificulta-reconhecimento-de-emocoes-na-voz-e-na-musica-516905-novo-post.html</link>
			<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:57:39 GMT</pubDate>
			<description>Imagem: http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1358292_435x200.png?type=big  
 
*Parkinson dificulta reconhecimento de emoções na voz e na música*...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Comic Sans MS"><img src="http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1358292_435x200.png?type=big" border="0" alt="" /><br />
<br />
<font size="4"><b>Parkinson dificulta reconhecimento de emoções na voz e na música</b></font><br />
<br />
Um  estudo de investigadores da Universidade do Porto sugere que a doença  de Parkinson dificulta o reconhecimento de emoções na voz e na música,  esperando os autores "uma maior sensibilidade a estas dificuldades no  funcionamento social" dos doentes.<br />
As conclusões do novo estudo, que  avança que o Parkinson dificulta o reconhecimento de emoções em  estímulos auditivos, especificamente na voz e na música, foram avançadas  à agência Lusa por um dos três autores, César Lima, doutorado em  Psicologia pela Universidade do Porto e investigador Pós-Doc do Centro  de Psicologia desta universidade e do Instituto de Neurociência  Cognitiva da University College London.<br />
"Resolvemos fazer este  estudo porque, embora houvesse investigação prévia sobre o possível  impacto na doença de Parkinson na nossa capacidade de reconhecer emoções  nos outros, a verdade é que a maior parte desses estudos foram feitos  apenas com expressões faciais e com resultados não muito consistentes",  explicou.<br />
César Lima adiantou que os resultados -- cujo artigo  resultante foi publicado recentemente no Journal of Clinical and  Experimental Neuropsychology - "sugerem que a doença de Parkinson parece  estar associada a dificuldades mais no reconhecimento de emoções  auditivas do que visuais, e que mesmo dentro das emoções auditivas podem  existir especificidades dependentes do tipo de estímulo".<br />
"De um  ponto de vista clínico, o que nós esperamos é que haja uma maior  sensibilidade a estas dificuldades no funcionamento social e  competências que são importantes para a comunicação e para o  funcionamento social, de maneira a que elas também possam ser alvo de  futuras terapêuticas com estes doentes", enfatizou.<br />
O estudo  demonstrou que "quando as emoções eram comunicadas através da voz, as  dificuldades dos doentes eram gerais, enquanto nas emoções que eram  expressas através da música, as dificuldades foram específicas para as  emoções positivas, como é o caso da alegria e da serenidade", descreveu.<br />
Segundo  o especialista, "o facto das dificuldades dos doentes terem sido  diferentes para a voz e para a música, mostra que, ao contrário que se  tem discutido recentemente em neurociências, reconhecer emoções em voz  não envolve apenas aspectos comuns do ponto de vista cerebral, mas há  também aspectos que parecem ser específicos a cada um dos níveis".<br />
"De  um ponto de vista mais clínico, podemos dizer - ou especular - que  estas dificuldades no reconhecimento de emoções na doença da Parkinson  podem estar associadas a dificuldades de comunicação com os outros e em  termos de funcionamento social, e por isso devem ser alvo de atenção por  parte dos clínicos", defendeu.<br />
Este estudo - da responsabilidade  também de São Luís Castro, doutorada em Psicologia Experimental e  Carolina Garrett, neurologista no Hospital S. João - foi realizado no  âmbito de uma colaboração entre as faculdades de Psicologia e de  Medicina da Universidade do Porto e foi financiado pela Fundação Bial e  pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. <br />
Os investigadores  estudaram 24 doentes de Parkinson, seguidos no Serviço de Neurologia do  Hospital de S. João, no Porto, e 25 pessoas saudáveis com a mesma idade e  escolaridade.<br />
<br />
<b>Fonte: <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=76432" target="_blank" rel="nofollow">Lusa/SOL</a></b></span></div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>florindo</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/estudo-parkinson-dificulta-reconhecimento-de-emocoes-na-voz-e-na-musica-516905.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Mais de 20% dos enfartes com sintomas ligeiros não são detectados</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/mais-de-20-dos-enfartes-com-sintomas-ligeiros-nao-sao-detectados-516904-novo-post.html</link>
			<pubDate>Tue, 21 May 2013 10:54:45 GMT</pubDate>
			<description>Imagem: http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1358302_435x290.jpg?type=big  
 
*Mais de 20% dos enfartes com sintomas ligeiros não são...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Comic Sans MS"><img src="http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1358302_435x290.jpg?type=big" border="0" alt="" /><br />
<br />
<font size="4"><b>Mais de 20% dos enfartes com sintomas ligeiros não são detectados</b></font><br />
<br />
Um  em cada cinco doentes que entram nas urgências com sintomas leves de  enfarte são triados como casos não urgentes, por o seu problema não ser  identificado, revelou hoje o presidente da Associação Portuguesa de  Cardiologia de Intervenção (APCI).<br />
Helder Pereira falava à Lusa a  propósito do balanço de um ano de plena actividade em Portugal do  programa Europeu Stent For Life, que visa diminuir a mortalidade por  enfarte através de uma acção rápida, quer no pedido de ajuda dos  doentes, quer na intervenção médica, que passa pela realização de  angioplastias.<br />
A triagem de Manchester (sistema de triagem por  prioridade nas urgências hospitalares) pode representar nestes casos um  entrave, porque se o doente se dirige pelos seus próprios meios ao  hospital e entra com uma dor torácica leve ou uma dor abdominal alta não  traumática pode ser triado como não urgente, o que acontece em 21% dos  casos, explicou.<br />
Como não é possível alterar sistema de triagem  existente, o especialista sugere -- proposta que já apresentou à tutela -  a presença de técnicos de cardiopneumologia nas urgências, para fazerem  electrocardiogramas e reportarem os doentes que a triagem falha. <br />
No  entanto, Helder Pereira reconhece que este é "um problema menor" no  âmbito do programa Stent For Life, que tem conhecido "grandes melhorias"  desde que foi implantado em Portugal.<br />
O principal problema que  este projecto tem tentado resolver, e que de certa forma está ligado à  questão das urgências hospitalares - é o atraso no atendimento do doente  por este se deslocar pelos seus meios para um hospital quando sente dor  no peito, em vez de chamar o INEM.<br />
"Temos registado progressos  sobretudo no atraso do doente, que era uma das principais barreiras. De  33% de doentes que ligavam para INEM, passou-se para 38%. Parece pouco  mas é um progresso significativo, porque em situações de enfarte os  minutos contam muito", afirmou.<br />
Quanto à mediana de tempo desde  que começa a dor até pedir ajuda, baixou dos 118 minutos para 102  minutos, e a percentagem de pessoas que se dirigiam pelos seus meios  para o hospital caiu de 60% para 40%, acrescentou o especialista.<br />
O  responsável pelo Stent For Life em Portugal destaca que "este programa  tem como objectivo conseguir chegar ao número de 600 angioplastias  primárias por milhão, por ano, e neste momento já se ultrapassou os 300  por milhão".<br />
Outro aspecto que melhorou foi a rede de actuação no  país, já que o Alentejo, única que região que ainda estava de fora,  passou a estar abrangido por infra-estruturas de angioplastia primária,  desde 2012.<br />
Além disso, foi criada em cada uma das cinco regiões  de saúde do país "um mini Stent For Life" que coordena as acções nas  respectivas regiões.<br />
Helder Pereira refere ainda o sucesso da parceria com o INEM.<br />
Por  um lado, o INEM transmite imediatamente ao hospital para onde se dirige  o electrocardiograma do doente, de forma a que quando o doente chega  esteja tudo preparado para fazer uma angioplastia primária.<br />
Por  outro lado, o INEM passou a fazer o transporte destes doentes entre  hospitais (nos casos em que a pessoa se dirige pelos seus meios a um  hospital que não efectue angioplastias).<br />
"O INEM já assume a  missão de transportar os doentes. No momento zero [ano de arranque do  projecto, em 2011], nenhum doente foi transportado entre hospitais pelo  INEM. Neste momento esse transporte já é assegurado em 31% dos casos",  explicou.<br />
O balanço da iniciativa Stent For Life em Portugal vai ser apresentado hoje em Paris.<br />
Segundo  Helder Pereira, Portugal foi convidado a participar no "Congresso Euro  PCR" por ser um exemplo de "sucesso com gastos reduzidos", para outros  países.<br />
<br />
<b>Fonte: <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=76434" target="_blank" rel="nofollow">Lusa/SOL</a></b></span></div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>florindo</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/mais-de-20-dos-enfartes-com-sintomas-ligeiros-nao-sao-detectados-516904.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Hospitaldas Caldas nega suspensão de cirurgias</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/hospitaldas-caldas-nega-suspensao-de-cirurgias-516738-novo-post.html</link>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 16:06:36 GMT</pubDate>
			<description>*A administração do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) assegurou hoje que nenhuma cirurgia foi adiada no hospital das Caldas da Rainha, onde os...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><b>A administração do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) assegurou hoje que nenhuma cirurgia foi adiada no hospital das Caldas da Rainha, onde os cirurgiões anunciaram a suspensão das operações programadas devido a avaria no ar condicionado do bloco operatório.</b><br />
<br />
"Nenhuma cirurgia foi adiada e nenhum doente deixará de ser operado", disse à agência Lusa o presidente de conselho de administração do CHO, Carlos Sá.<br />
<br />
Esta garantia foi dada depois de cirurgiões e anestesistas terem suspendido, a partir de hoje, todas as cirurgias programadas, alegando que o bloco operatório se transformou "numa 'cabine de sauna' que tem martirizado quem lá trabalha, pondo também em causa a segurança de doentes e profissionais".<br />
<br />
Em causa está uma avaria no sistema de ar condicionado que, segundo os médicos, carece de um novo equipamento de refrigeração do ar através da circulação de água fria, sem o qual, segundo os cirurgiões "o bloco chega a ter temperaturas de 38º".<br />
<br />
Em comunicado enviado à Lusa, o conselho de administração do CHO (onde se integra o hospital das Caldas da Rainha) admite que o equipamento se encontra "avariado desde Novembro 2012", mas assegura que "a situação foi resolvida através da adjudicação de um novo equipamento, no passado mês de Abril" e que, segundo Carlos Sá, "estará em funcionamento nos próximo dias 06 ou 07 de Junho".<br />
<br />
A demora prende-se, segundo a administrador, com o facto de o equipamento ser "feito de acordo com as condições técnicas, à medida e em função do local onde é instalado, demorando cerca de dois meses a ser produzido, no estrangeiro".<br />
<br />
No comunicado, a administração sublinha que, "a parte de aquecimento, humidade e filtragem do ar se encontram a funcionar em perfeitas condições", pelo que o bloco operatório continua "em funcionamento dentro de condições de segurança para os profissionais e doentes".<br />
<br />
Uma garantia que não demove os cirurgiões e anestesistas que, segundo o presidente do Distrito Médico do Oeste, Pedro Coito, "vão manter a suspensão das cirurgias de rotina até que o equipamento esteja a funcionar devidamente".<br />
<br />
Pedro Coito confirmou à Lusa que "só não houve cirurgias adiadas porque nem sequer foram marcadas" e que, no bloco operatório, serão apenas realizadas "cirurgias urgentes que obviamente não se podem adiar".<br />
<br />
Já do lado da administração, a garantia é de que "a programação da actividade cirúrgica será adequada às condições existentes até à normalização do funcionamento do circuito de arrefecimento de água", não se prevendo "que venha a existir a necessidade de cancelar quaisquer cirurgias", uma vez que no CHO "existem dez salas operatórias e, por essa razão, os utentes não deixarão de ser operados, sendo referenciados, caso necessário, para as várias Unidades do CHO, nomeadamente os hospitais de Alcobaça, Torres Vedras e Peniche".<br />
<br />
<br />
SOL</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/hospitaldas-caldas-nega-suspensao-de-cirurgias-516738.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Médicos suspendem cirurgias por falta de ar condicionado</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/medicos-suspendem-cirurgias-por-falta-de-ar-condicionado-516715-novo-post.html</link>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:27:35 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-B752_519A088E.jpg*As cirurgias programadas do hospital das Caldas da Rainha estão a partir de hoje suspensas até que seja...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-B752_519A088E.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>As cirurgias programadas do hospital das Caldas da Rainha estão a partir de hoje suspensas até que seja reparado o ar condicionado do bloco operatório, onde cirurgiões e anestesistas se recusam a trabalhar devido às elevadas temperaturas.</b><br />
<br />
"Face ao aumento da temperatura atmosférica e ao não funcionamento do ar condicionado, o bloco operatório transformou-se numa 'cabine de sauna' que tem martirizado quem lá trabalha, pondo também em causa a segurança de doentes e profissionais", explicam os médicos numa carta em que anunciam a suspensão da actividade cirúrgica a partir de hoje.<br />
<br />
Na carta enviada à directora clínica do Centro Hospitalar do Oeste (de que o hospital das Caldas da Rainha faz parte), cirurgiões e anestesistas recordam que ar condicionado se encontra avariado "há cerca de um ano" e que já no verão do ano passado foram "obrigados a suspender a actividade cirúrgica programada durante algumas semanas".<br />
<br />
A actividade acabou por ser retomada após ter sido efectuada uma reparação, mas, segundo o cirurgião Pedro Coito, a situação não foi resolvida: "Temos dias de ter na sala 38 graus, o que, além de aumentar os riscos, torna impossível o trabalhos dos profissionais".<br />
<br />
Até que o ar condicionado esteja a funcionar, "no bloco operatório será apenas feitas cirurgias de urgência", podendo algumas intervenções programadas ser transferidas para "o hospital de Alcobaça onde funciona a cirurgia de ambulatório", ou seja, cirurgias que não implicam o internamento dos doentes.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/medicos-suspendem-cirurgias-por-falta-de-ar-condicionado-516715.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Nem sempre os medicamentos naturais são inofensivos</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/nem-sempre-os-medicamentos-naturais-sao-inofensivos-516697-novo-post.html</link>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 09:04:32 GMT</pubDate>
			<description>Imagem: http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357894_435x200.jpg?type=big  
 
*Nem sempre os medicamentos naturais são inofensivos* 
 
O ...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Comic Sans MS"><img src="http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1357894_435x200.jpg?type=big" border="0" alt="" /><br />
<br />
<font size="4"><b>Nem sempre os medicamentos naturais são inofensivos</b></font><br />
<br />
O  Observatório de Interacções Planta-Medicamento (OIPM/FFUC) alertou hoje  que a toma de vários medicamentos aumenta o risco de reacções adversas,  sendo um "factor de grande preocupação" muitos doentes não contarem ao  médico que consomem também produtos "ditos naturais". <br />
"Há numerosos  exemplos de plantas e produtos naturais que podem interferir com a  medicação", adverte o observatório, que dedica o alerta desta semana da  campanha "Aprender Saúde entre as Plantas e os Medicamentos" aos doentes  polimedicados.<br />
A professora da Faculdade de Medicina da  Universidade de Coimbra Anabela Mota Pinto explicou à agência Lusa que a  polimedicação é o consumo de, pelo menos, cinco medicamentos  diferentes, sendo o seu uso mais prevalente nas mulheres e nos idosos.<br />
A  polimedicação aumenta o risco de reacções adversas aos medicamentos,  estimando-se que este risco seja de seis por cento quando são  administrados dois fármacos em simultâneo.<br />
"Vários factores  contribuem para a polimedicação, mas os mais relevantes são a presença  de múltiplas patologias, uma ocorrência frequente em particular no  doente idoso, e a automedicação, em que à prescrição médica se associam  os medicamentos de venda livre e os produtos de medicina alternativa",  refere o observatório.<br />
As doenças com mais consumo de medicamentos  em Portugal, segundo estudos da Faculdade de Medicina de Lisboa, são a  hipertensão, a patologia articular, hipercolesterolémia, perturbações do  sono e doença cardiovascular. <br />
Um factor de grande preocupação na  automedicação é o facto de que, em média, 70% das pessoas que "tomam  medicamentos ditos naturais não dizem ao médico que os estão a tomar",  adianta.<br />
"É de entendimento comum que o que é natural não faz mal,  e não só não dizem ao médico, como ignoram que o 'chá' que tomam  diariamente pode ter interferências directas com o medicamento prescrito  pelo médico", disse Anabela Mota Pinto.<br />
Durante dois anos, o  observatório avaliou as interacções que "podem causar mais danos na  saúde" nos doentes polimedicados, que estão a aumentar em Portugal,  concluindo que "há numerosos exemplos de plantas e produtos naturais que  podem interferir com a medicação".<br />
Segundo o OIPM, o efeito dos  medicamentos para baixar a pressão arterial pode ser potenciado pela  gingko ou pelo alho (quando consumido em grandes quantidades na  alimentação ou em suplementos). <br />
Mas a actividade dos  anti-hipertensores pode ser contrariada com o consumo de grandes  quantidades de chá verde ou preto (que contém cafeína), de ginseng  asiático e alcaçuz. <br />
Já os efeitos dos medicamentos para a  diabetes podem ser exacerbados se forem consumidas plantas como o aloé,  goma de guar, psílio, sementes de linhaça, ginseng americano, noni,  mirtilos, bardana, sabugueiro, entre outros. <br />
"Daqui podem  resultar episódios de hipoglicémias que geralmente se associam à  medicação e nunca com produtos que estão a ser consumidos  simultaneamente", adverte.<br />
O efeito de medicamentos para baixar o  colesterol (sinvastatina ou atorvastatina) pode ser diminuído pelo  consumo continuado da erva de S. João (hipericão), de sálvia ou grandes  consumos diários de sumo de laranja.<br />
Pode, contudo, ocorrer uma  maior permanência destes medicamentos no organismo devido ao consumo de  plantas como o ginseng, aloé ou raiz dourada. <br />
O OIPM dispõe de uma linha de apoio à população e aos profissionais de saúde (239488484).<br />
<br />
<b>Fonte: <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=76354" target="_blank" rel="nofollow">Lusa/SOL</a></b></span></div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>florindo</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/nem-sempre-os-medicamentos-naturais-sao-inofensivos-516697.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Portugueses procuram menos os nutricionistas devido à crise</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/portugueses-procuram-menos-os-nutricionistas-devido-a-crise-516190-novo-post.html</link>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 08:46:31 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-8B09_5195EE51.jpg*Os portugueses estão a procurar menos a ajuda dos nutricionistas, principalmente nas consultas privadas,...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-8B09_5195EE51.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Os portugueses estão a procurar menos a ajuda dos nutricionistas, principalmente nas consultas privadas, por dificuldades económicas, situação em que as escolhas alimentares são ainda mais importantes, disse hoje um especialista.</b><br />
<br />
"Na privada não há dúvida, isso é claríssimo, e no Serviço Nacional de Saúde começa a haver redução das consultas [de nutrição] por causa da taxa moderadora", referiu Nuno Borges da direcção da Associação Portuguesa dos Nutricionistas, em declarações à agência Lusa.<br />
<br />
"A noção que temos é que as consultas médicas em geral têm vindo a reduzir provavelmente por causa das taxas", acrescentou.<br />
<br />
No sector privado, embora não haja números, a experiência dos profissionais leva Nuno Borges a concluir que "isso é indiscutível".<br />
<br />
O especialista, que falava à agência Lusa a propósito do Dia Europeu de Combate à Obesidade, que se assinala no sábado, salientou a relevância da educação alimentar das populações, num contexto de redução progressiva de recursos.<br />
<br />
"Cada vez a parte das escolhas alimentares é mais importante, é preciso muito mais critério para escolher aquilo que se come quando os recursos são mais reduzidos, e aí o papel dos profissionais de nutrição é muito útil", defendeu.<br />
<br />
E para Nuno Borges, "é possível comer bem por pouco dinheiro, [mas] é preciso é saber", ou seja, há um "custo intelectual" pois é necessário aprender, procurar informação acerca das opções mais correctas de alimentos e mudar alguns comportamentos.<br />
<br />
Outro gasto é de tempo, não só a aprender, como depois a preparar as refeições.<br />
<br />
A Associação Portuguesa dos Nutricionistas tenta ajudar e divulga no seu site livros sobre comida saudável barata.<br />
<br />
No que respeita às escolhas dos alimentos, "em algumas coisas há melhorias", referiu Nuno Borges e lembrou que os dados sobre as compras nos supermercados até há seis meses atrás "não mostravam grandes diferenças, havia alguma mudança de vaca para frango, por exemplo, mas isso não é necessariamente mau em termos de saúde".<br />
<br />
Por outro lado, "os produtos hortícolas podem estar a reduzir as vendas, [pois] são muito dispendiosos, mas há mais gente a cultivar para consumo próprio, factor que é muito difícil medir", acrescentou.<br />
<br />
A maioria dos portugueses que procuram os nutricionistas têm problemas de peso e metabólicos associados ao excesso de peso, como a diabetes.<br />
<br />
Aliás, embora os dados sobre a prevalência de obesidade estejam "mais ou menos estáveis", aqueles relativos ao excesso de peso têm vindo a aumentar, como referiu Nuno Borges.<br />
<br />
Nos países com desenvolvimento razoável, como "Portugal ainda é", os mais obesos estão entre a população com menos recursos, "porque os mais pobres comem pior, não sabem cozinhar ou não têm disponibilidade nem paciência para cozinhar", acrescentou.<br />
<br />
Na análise da obesidade infantil, "onde estamos muito mal, muito pior do que na obesidade dos adultos", a incidência é maior entre crianças de nível socio-económico mais baixo, explicou ainda o especialista.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/portugueses-procuram-menos-os-nutricionistas-devido-a-crise-516190.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Associação de Obesos acusa Ministério de querer tratar menos doentes</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/associacao-de-obesos-acusa-ministerio-de-querer-tratar-menos-doentes-516189-novo-post.html</link>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 08:45:30 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-CA50_5195EE0E.jpg*A Associação de Doentes Obesos vai lançar hoje um manifesto no qual acusa o Ministério da Saúde de...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-CA50_5195EE0E.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>A Associação de Doentes Obesos vai lançar hoje um manifesto no qual acusa o Ministério da Saúde de querer tratar o menor número possível de doentes e de dificultar o acesso às consultas para a obesidade.</b><br />
<br />
“Ao Ministério interessa tratar o menor número possível de doentes obesos, não dando relevância às condições existentes no hospital nem se certificando que a equipa é efectivamente multidisciplinar”, refere o documento da Associação de Doentes Obesos e ex-Obesos de Portugal (ADEXO).<br />
<br />
Intitulado “manifesto público de interesses antagónicos com o Ministério da Saúde”, o documento, a que a agência Lusa teve acesso, traça, em seis pontos, críticas à atuação do Governo em relação ao tratamento e prevenção da obesidade.<br />
<br />
“Os hospitais públicos já provaram não ter capacidade para diminuir realmente as listas de espera [para consulta e cirurgia] e, mais uma vez, o Ministério utilizou um dos seus artifícios: acabou com o programa de tratamento cirúrgico da obesidade, argumentando que assim os hospitais teriam de operar os doentes, caso contrário seriam passados cheques cirurgia e o hospital de origem do doente arcaria com os custos da mesma”, refere a associação.<br />
<br />
Acrescenta ainda que, depois, o ministério baixou o valor das cirurgias para os hospitais privados, para que nenhum as aceitasse fazer.<br />
<br />
Além disso, os doentes acusam os hospitais de terem cortado ou “limitado bastante” o acesso de doentes à primeira consulta para não terem listas de espera associadas.<br />
<br />
“À ADEXO interessa que morram menos doentes nas listas de espera por falta de tratamento, para o ministério será claramente uma redução de custos”, indica o manifesto, sublinhando que a morte causada pela obesidade é o facto contra o qual a associação mais luta.<br />
<br />
Para os doentes, morrer numa lista de espera, “sem tratamento” e, muitas vezes, “sem triagem inicial” na marcação da primeira consulta é “um desleixo, uma falta de profissionalismo e uma falta de fiscalização e ação do Ministério da Saúde”.<br />
<br />
A representante dos obesos diz ainda que está interessada em ajudar a diminuir os custos que estes doentes representam para o Serviço Nacional de Saúde (SNS), já que ao serem operados reduzem o consumo de medicamentos, de consultas e de exames de diagnóstico e controlo.<br />
<br />
Segundo um estudo da Escola Nacional de Saúde Pública, em 2013, os custos indirectos de tratamento destes doentes já ultrapassam os 700 milhões de euros.<br />
<br />
O documento, que é lançado na véspera do Dia Nacional de Luta Contra Obesidade, assinalado no sábado, apela ainda a uma intervenção eficaz da Autoridade do Medicamento (Infarmed) no que respeita a garantir a segurança de todos os produtos postos à venda como remédios para tratar a obesidade, que podem assumir a forma de comprimidos, cápsulas, ampolas ou chás.<br />
<br />
“Ao Ministério da Saúde parece interessar que os doentes continuem a ser fortemente prejudicados na saúde. Importante e imperioso seria legislar para controlar estes lobies [ligados ao produtos para reduzir peso] que, ao provocarem efeitos de peso ‘yo-yo’ ou outros mais perigosos, enviam dezenas de doentes para as urgências dos hospitais”, escreve a ADEXO.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/associacao-de-obesos-acusa-ministerio-de-querer-tratar-menos-doentes-516189.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>8 em cada 100 internados contraíram infecções</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/8-em-cada-100-internados-contrairam-infeccoes-515993-novo-post.html</link>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 11:34:45 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-88F7_5194C437.jpg*Cerca de oito em cada 100 doentes internados nas unidades de cuidados continuados de saúde contraíram...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-88F7_5194C437.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Cerca de oito em cada 100 doentes internados nas unidades de cuidados continuados de saúde contraíram infecções durante os tratamentos, no ano passado, conclui um estudo elaborado no âmbito do Programa Nacional de Controlo de Infecção.</b><br />
<br />
De acordo com o estudo - o primeiro elaborado a nível nacional sobre infecções adquiridas nas unidades de cuidados continuados e divulgado pela Direcção-Geral de Saúde (DGS) –, a taxa de prevalência foi de 8,1% no ano passado.<br />
<br />
A análise demonstrou que os três tipos de infecções mais recorrentes nas unidades de saúde em Portugal são as que afectam pele e tecidos moles, seguindo-se as das vias respiratórias e as das vias urinárias.<br />
<br />
No total, estes três tipos de infecções corresponderam a 85% dos casos detectados.<br />
<br />
O “Estudo Nacional de Prevalência de Infecção em Cuidados Continuados” refere algumas razões para esta incidência de infecções.<br />
<br />
"As disfunções do sistema imunitário e as alterações fisiológicas associadas ao envelhecimento tornam os residentes nas UCCI [Unidades de Cuidados Continuados de Saúde] mais vulneráveis a infecções e, por outro lado, a proximidade estreita e partilha social aumentam o risco de transmissão".<br />
<br />
Face a esta taxa de prevalência de infecções, a DGS defende a adopção de “uma abordagem mais intensiva no que se refere à vigilância epidemiológica” e exige “uma análise mais detalhada para identificação dos factores causais, a fim de delinear estratégias de controlo”.<br />
<br />
Além disso, adianta o estudo, é necessária “a formação de clínicos no diagnóstico e tratamento das infecções” e “a concretização de um Manual de Boas Práticas”.<br />
<br />
Ainda assim, é referido no estudo que “a grande maioria das Unidades de Cuidados Continuados de Saúde tem uma abordagem activa para prevenção de infecções, estando um médico ou enfermeiro incumbido dessa função”.<br />
<br />
A taxa de prevalência de infecções em Portugal foi de quase o dobro da média europeia – 4% -, registada num estudo piloto da ECDC (European Centre for Disease Prevention and Control).<br />
<br />
Este estudo, que decorreu entre 2009 e 2011, concluiu ainda que as infecções predominantes na Europa são as das vias respiratórias, ao contrário do que acontece em Portugal, onde as feridas e as infecções da pele são as mais frequentes.<br />
<br />
Quanto ao uso de antibióticos, a prevalência observada em Portugal no ano passado foi de 9,4%, sendo que no estudo europeu de 2009 a média era de 6,5%.<br />
<br />
O estudo nacional decorreu entre 23 de Maio e 08 de Junho de 2012, tendo sido observados 5.150 residentes em Unidades de Cuidados Continuados de Saúde, dos quais cerca de um quinto tinha mais de 85 anos.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/8-em-cada-100-internados-contrairam-infeccoes-515993.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Reprogramação de células ajuda tratamento de doenças como Parkinson</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/reprogramacao-de-celulas-ajuda-tratamento-de-doencas-como-parkinson-515968-novo-post.html</link>
			<pubDate>Wed, 15 May 2013 23:02:07 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-99F4_519413D4.jpg*Investigadores reprogramaram células de pele humana para produzirem células-mãe, um passo importante...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-99F4_519413D4.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Investigadores reprogramaram células de pele humana para produzirem células-mãe, um passo importante para o tratamento de doenças como a de Parkinson ou a esclerose múltipla, considera hoje a revista norte-americana Cell, que publica as investigações.</b><br />
<br />
As células-mãe ou células estaminais são as únicas que têm a capacidade de se diferenciarem em todo o tipo de células do organismo e em se multiplicarem sem limite, apresentando, assim, um grande potencial terapêutico.<br />
<br />
Para os cientistas, as células estaminais são promissoras no tratamento da doença de Parkinson, da esclerose múltipla, de patologias cardíacas e de lesões da espinal medula.<br />
<br />
Investigadores da Universidade de Ciências de Oregon, nos Estados Unidos, transferiram o núcleo da célula da pele, contendo o ADN (informação genética) de uma pessoa, para a célula de um óvulo, de onde foi retirado o material genético.<br />
<br />
O núcleo de uma célula adulta uniu-se com um óvulo que produz células-mãe.<br />
<br />
"As células-mãe obtidas por esta técnica demonstraram a sua capacidade para se diferenciarem, como as células-mãe normais, em diferentes tipos de células - nervosas, hepáticas e cardíacas", explicou o coordenador da investigação, Shoukhrat Mitalipov, citado pela revista Cell.<br />
<br />
O médico adiantou que as células estaminais reprogramadas "podem ser obtidas a partir de material genético do núcleo [de uma célula] de um doente" e que "não há qualquer problema de rejeição das células implantadas".<br />
<br />
Shoukhrat Mitalipov sustentou que "este avanço" científico "representa um passo importante na produção de células-mãe que podem ser usadas em medicina regenerativa", embora tivesse ressalvado que "há ainda muito a fazer, antes de se desenvolverem tratamentos eficazes à base de células-mãe".<br />
<br />
A experiência da Universidade de Ciências de Oregon, que ocorreu depois de um bem-sucedido ensaio do mesmo tipo com macacos, tem a vantagem, para os cientistas, de não utilizar embriões fertilizados, o que levantaria questões éticas.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/reprogramacao-de-celulas-ajuda-tratamento-de-doencas-como-parkinson-515968.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Clínica na Amadora funciona ilegalmente e disponibiliza-se para fazer abortos</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/clinica-na-amadora-funciona-ilegalmente-e-disponibiliza-se-para-fazer-abortos-515772-novo-post.html</link>
			<pubDate>Wed, 15 May 2013 08:38:42 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-35B6_51934978.jpg*Uma clínica do concelho da Amadora está a funcionar ilegalmente e disponibiliza-se para fazer abortos,...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-35B6_51934978.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Uma clínica do concelho da Amadora está a funcionar ilegalmente e disponibiliza-se para fazer abortos, entre outros serviços clínicos que oferece no seu 'site' na Internet.</b><br />
<br />
A Clínica do Bosque, na Amadora, apresenta na sua página na Internet uma lista de prestação de serviços de saúde que inclui a Interrupção de Gravidez, apesar de uma funcionária, contactada pela agência Lusa, ter negado que estes actos médicos sejam praticados.<br />
<br />
Em Portugal apenas três clínicas privadas estão autorizadas legalmente pela Direcção Geral da Saúde (DGS) para realizarem Interrupção da Gravidez (IG): a Clínica dos Arcos e o Hospital do SAMS, em Lisboa, e a Clínica SOERAD, em Torres Vedras.<br />
<br />
Além destas unidades, existem vários hospitais públicos que realizam a IG, ou encaminham as utentes para as três instituições privadas, pagando os serviços que estas prestam.<br />
<br />
Simulando um interesse em realizar uma IG com 11 semanas de gestação - mais uma que o permitido por lei -, a agência Lusa ligou para o contacto disponibilizando no 'site' da clínica, tendo uma alegada funcionária encaminhado para um número móvel.<br />
<br />
Através desse número, a mesma mulher explicou que a interrupção é realizada por uma parteira que tirou o curso em Coimbra, é um procedimento rápido, seguro e indolor e que custa cerca de 500 euros.<br />
<br />
A alegada funcionária explicou que, inicialmente, é feita uma ecografia para datar a gravidez, não tendo levantado qualquer objecção ao facto da suposta gravidez ter mais de dez semanas.<br />
<br />
Além das indicações sobre a morada da clínica, a mulher explicou que a IG é feita cirurgicamente (por aspiração).<br />
<br />
No dia seguinte ao primeiro contacto, a Lusa ligou para o mesmo número, identificando-se como órgão de comunicação social e revelou que era a autora do telefonema anterior, tendo sido atendida pela mesma pessoa.<br />
<br />
Confrontada com a informação prestada anteriormente por telefone e com a disponibilizada no 'site', a mesma pessoa negou, alegando que a clínica está encerrada.<br />
<br />
Questionada sobre quem é o responsável pela direcção da clínica, disse desconhecer, optando por interromper a ligação.<br />
<br />
Em Outubro de 2010, a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) instaurou, durante uma acção de fiscalização, um processo contra-ordenacional a esta clínica por ausência de registo, segundo informou este regulador.<br />
<br />
A ERS adiantou à Lusa que a intervenção sancionatória sobre a Clínica do Bosque não prosseguiu, uma vez que a sociedade se dissolveu e encerrou actividade em 16 de Novembro de 2011.<br />
<br />
Apesar disso, a clínica continua aberta, sendo possível marcar consultas para pelo menos a especialidade de ginecologia com um médico que, também contactado pela Lusa, se limitou a dizer que se desloca à clínica realizar algumas consultas, mas que não faz ideia do que é feito no seu interior.<br />
<br />
A mesma funcionária que disse que a clínica estava encerrada também confirmou que é possível marcar consultas, que se realizam entre as 10:00 e as 12:00.<br />
<br />
A Lusa contactou o Director-Geral da Saúde, Francisco George, dando conta da situação exposta, tendo este esclarecido que cabe à Inspecção Geral as Actividades em Saúde (IGAS) actuar nestes casos ilegais.<br />
<br />
Francisco George reiterou que apenas podem realizar Interrupções de Gravidez os estabelecimentos oficialmente autorizados para tal.<br />
<br />
<br />
SOL</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/clinica-na-amadora-funciona-ilegalmente-e-disponibiliza-se-para-fazer-abortos-515772.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Cientistas descobrem cura para o cabelo grisalho</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/cientistas-descobrem-cura-para-o-cabelo-grisalho-515716-novo-post.html</link>
			<pubDate>Tue, 14 May 2013 21:08:50 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-55B0_5192A7B6.jpg*Cabelos grisalhos são um dos sinais clássicos de envelhecimento que podem levar a uma crise de meia...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-55B0_5192A7B6.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Cabelos grisalhos são um dos sinais clássicos de envelhecimento que podem levar a uma crise de meia idade para alguns, mas de acordo com uma nova pesquisa pode eventualmente dia ser uma coisa do passado, para grande desgosto dos fabricantes de tinta de cabelo.</b><br />
<br />
Uma equipa de pesquisadores europeus afirma ter encontrado não só a causa para a raiz dos cabelos brancos, mas também um tratamento para a doença. Além disso, o tratamento pode ajudar as pessoas com vitiligo, uma doença que provoca a perda de pigmentação em manchas de pele.<br />
<br />
É sabido há anos que o cabelo fica grisalho devido a um acúmulo natural de peróxido de hidrogénio nos folículos pilosos, o que causa stress oxidativo e envelhecimento. (Soluções de peróxido de hidrogénio têm sido usadas há anos como uma maneira barata e fácil de oxigenar o cabelo).<br />
<br />
Em pessoas mais jovens, uma enzima chamada catalase decompõe o peróxido de hidrogénio em água e oxigénio. Mas os níveis mais baixos dessa enzima, combinados com baixos níveis de enzimas chamadas MSR A e B, que o reparam o dano do peróxido de hidrogénio, causam com que o cabelo fique grisalho com a idade.<br />
<br />
Os pesquisadores, cujos resultados são publicados na publicação de biologia experimental FASEB Journal, analisaram 2.411 pessoas com vitiligo. Ao olhar para as pessoas com dois tipos diferentes de vitiligo - estritamente vitiligo segmentar (SSV) e vitiligo não segmentar (NSV) - eles descobriram que ambos os tipos resultavam de stress oxidativo.<br />
<br />
E pela aplicação de um tratamento tópico, uma substância chamada PC-Kus, os pesquisadores trataram com sucesso a descoloração da pele e os cílios de pessoas com vitiligo. Embora os cabelos grisalhos nem sempre sejam um sinal de boas-vindas do envelhecimento, algumas evidências sugerem que pode ser um indicador de boa saúde.<br />
<br />
Pesquisadores em 2012 descobriram que javalis com cabelos grisalhos significativos "eram, na verdade, aqueles em condição privilegiadas e com os mais baixos níveis de dano oxidativo", disse o pesquisador Ismael Galván do Museo Nacional de Ciencias Naturales, em Espanha.<br />
<br />
"Longe de ser um sinal de declínio relacionado à idade, os cabelos grisalhos parecem indicar boas condições em javalis", afirmou Galván. No entanto, muitas pessoas vão a extremos para esconder qualquer sinal de envelhecimento, incluindo os cabelos grisalhos.<br />
<br />
"Durante gerações, inúmeras soluções têm sido inventadas para esconder os cabelos grisalhos", disse Gerald Weissmann, editor-chefe do FASEB Journal. "Mas agora, pela primeira vez, um tratamento real que chega à raiz do problema foi sido desenvolvido."<br />
<br />
O tratamento vai ser uma boa notícia para as pessoas com casos graves de vitiligo. "Esta condição, embora tecnicamente estética, pode ter sérios efeitos sócio-emocionais", disse Weissmann. "O desenvolvimento de um tratamento eficaz ... tem o potencial de melhorar radicalmente a vida de muitas pessoas".<br />
<br />
<br />
<a href="http://www.ciencia-online.net/2013/05/cientistas-descobrem-cura-para-o-cabelo.html" target="_blank" rel="nofollow">http://www.ciencia-online.net/2013/0...-o-cabelo.html</a></div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/cientistas-descobrem-cura-para-o-cabelo-grisalho-515716.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Campanha alerta para riscos de consumir produtos naturais com medicamentos</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/campanha-alerta-para-riscos-de-consumir-produtos-naturais-com-medicamentos-515485-novo-post.html</link>
			<pubDate>Mon, 13 May 2013 19:55:14 GMT</pubDate>
			<description>Imagem: http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1355627_435x190.jpg?type=big  
 
*Campanha alerta para riscos de consumir produtos naturais com...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Comic Sans MS"><img src="http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1355627_435x190.jpg?type=big" border="0" alt="" /><br />
<br />
<font size="4"><b>Campanha alerta para riscos de consumir produtos naturais com medicamentos</b></font><br />
<br />
O  Observatório de Interações Planta-Medicamento (OIMP/FFUC) lança hoje  uma campanha para sensibilizar a população dos riscos que corre ao  consumir medicamentos com produtos naturais, como chás, suplementos ou  até alimentos, combinações que nalguns casos podem conduzir à morte.<br />
"É  fundamental que o consumidor conheça os vários tipos de produtos  disponíveis no mercado, o que contêm, para que servem, e o risco que  pode correr quando os consome", disse à agência Lusa a coordenadora do  Observatório, da Universidade de Coimbra, que estuda as interacções  planta-medicamento "mais frequentes e preocupantes" que ocorrem em  Portugal para ajudar a preveni-las.<br />
A leitura dos rótulos é  essencial: "Se o produto estiver dentro da lei" dispõe a informação  necessária para ajudar o consumidor a não correr riscos, explicou Maria  da Graça Campos. <br />
O aumento do número de relatos de casos,  incluindo mortes, em que surgiram estas interacções tem acompanhado o  recente crescimento do consumo destes produtos. <br />
"Muitos destes  produtos são vendidos para uso terapêutico como se fossem suplementos  alimentares, o que é absolutamente aberrante dado que não suplementam  nada e ainda podem colocar em risco a vida dos doentes", alertou.<br />
Nos  últimos 15 anos, "a expansão no consumo" destes produtos sofreu "um  enorme implemento", alegando-se os benefícios da medicina tradicional. <br />
"A  verdade é que se criou um negócio bilionário à volta desta ideia, que  foge ao controlo rigoroso de eficácia e segurança", criticou a  investigadora, afirmando que é preciso combater o mito de que "os  produtos naturais não fazem mal".<br />
Convencidas de que o que é "natural é bom", as pessoas "compram indiscriminadamente" tudo o que lhes propõem.<br />
"Enquanto  não houve internet, a ciência estava razoavelmente controlada e a  investigação de plantas com elevado potencial terapêutico pertencia  apenas a quem dominava esses conteúdos. Hoje, qualquer pessoa acede às  bases de dados mundiais e encontra milhões de artigos a referirem esta  ou aquela planta com potencial para poder vir a ser desenvolvido um novo  medicamento", advertiu.<br />
Contudo, não sabem que os constituintes activos da planta induzem mais efeitos indesejáveis do que possíveis benefícios.<br />
"O  que o público não sabe é que a eficácia [destes produtos], na maior  parte das vezes, não foi provada, que o controlo de qualidade é nulo e  que, por vezes, vêm adicionados de medicamentos contrafeitos, que podem  ainda vir contaminados com substâncias altamente tóxicas", alertou Graça  Campos.<br />
<br />
<b>Fonte: <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=75889" target="_blank" rel="nofollow">Lusa/SOL</a></b></span></div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>florindo</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/campanha-alerta-para-riscos-de-consumir-produtos-naturais-com-medicamentos-515485.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title>Abortos diminuíram 7,6% em 2012</title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/abortos-diminuiram-7-6-em-2012-a-515484-novo-post.html</link>
			<pubDate>Mon, 13 May 2013 19:42:32 GMT</pubDate>
			<description>Imagem: http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1355988_435x190.jpg?type=big  
 
*Abortos diminuíram 7,6% em 2012* 
 
O  número de Interrupções da...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Comic Sans MS"><img src="http://sol.sapo.pt/storage/Sol/2013/big/ng1355988_435x190.jpg?type=big" border="0" alt="" /><br />
<br />
<font size="4"><b>Abortos diminuíram 7,6% em 2012</b></font><br />
<br />
O  número de Interrupções da Gravidez (IG) reduziu 7,6 por cento em 2012,   face ao ano anterior, sendo as desempregadas a categoria predominante   das mulheres que abortam, de acordo com os dados da Direcção-Geral da   Saúde (DGS).<br />
O relatório dos registos das IG em 2012, hoje divulgado  no site da  DGS, refere que neste período foram realizadas 18.924  interrupções de  gravidez, das quais 97,3% (18.408) por opção da mulher  até às 10  semanas, conforme prevê a lei.<br />
Foram menos 1.513 as IG registadas em 2012, face ao ano anterior.<br />
O   documento divulgado pela Divisão de Saúde Sexual, Reprodutiva,  Infantil  e Juvenil da DGS apresenta a “grave doença ou malformação  congénita do  nascituro” como o segundo motivo mais frequente de IG (437  registos, ou  seja, 2,3 por cento).<br />
“Evitar perigo de morte ou  grave e duradoura  lesão para a saúde física ou psíquica da grávida” foi  o objectivo de 54  IG, enquanto a ”gravidez resultante de crime contra a  liberdade e  autodeterminação sexual” justificou 13 interrupções. <br />
Doze  IG  foram o “único meio de remover perigo de morte ou grave lesão para o   corpo ou para a saúde física ou psíquica da grávida”.<br />
O documento indica que 69,7% das intervenções foram realizadas no Serviço Nacional de Saúde (SNS).<br />
Em   termos da idade da mulher, a DGS refere que as classes em que se   verificaram mais IG correspondem aos 20-24 anos (23,1%), 25-29 anos   (20,6%) e 30-34 anos (20,2%), o que corresponde a 63,9% do total das IG   realizadas por opção até às 10 semanas. <br />
“A IG em mulheres com   menos de 20 anos mantém uma tendência decrescente (11,7 por cento em   2011 e 11,2 por cento em 2012)”, o que a DGS atribui  à diminuição de   casos observados nos grupos de 15 aos 19 anos e aos menores de 15 anos.<br />
O   documento apresenta em 2012, e novamente, um aumento de IG na  categoria  de “desempregadas”: 22,7 por cento dos registos, ou seja, a  categoria  predominante.<br />
“A categoria de trabalhadoras não  qualificadas  aumentou e assistiu-se a uma diminuição da categoria  agricultoras,  operárias, artífices e outras trabalhadoras qualificadas  (16,3 por  cento)”, lê-se no relatório. <br />
As IG em “estudantes” mantiveram-se constantes.<br />
<br />
<b>Fonte: <a href="http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=75974" target="_blank" rel="nofollow">Lusa / SOL</a></b></span></div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>florindo</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/abortos-diminuiram-7-6-em-2012-a-515484.html</guid>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Enfermeiros 'afastados por saberem demais']]></title>
			<link>http://www.g-sat.net/saude-320/enfermeiros-afastados-por-saberem-demais-515444-novo-post.html</link>
			<pubDate>Mon, 13 May 2013 18:11:15 GMT</pubDate>
			<description>http://upimagens.com/image-E959_51912CA9.jpg*Uma dirigente e um delegado sindical foram transferidos para um local de trabalho a mais de 30 km do...</description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><table border="0" align="left" valign="top" /> 
<tr> 
<td><img src="http://upimagens.com/image-E959_51912CA9.jpg" border="0" align="left" /></td> 
</tr> 
</table><b>Uma dirigente e um delegado sindical foram transferidos para um local de trabalho a mais de 30 km do Centro de Saúde onde estavam. O presidente do Sindicato dos Enfermeiros, José Azevedo, não tem dúvidas de que a mobilidade foi decretada por denunciarem irregularidades.</b><br />
<br />
«Vamos levar todas as provas que temos à Polícia Judiciária. E vamos avançar com uma providência cautelar para travar a mobilidade», garante José de Azevedo, explicando que «a Constituição protege os dirigentes sindicais» pelo que a mobilidade interna que foi imposta aos dois enfermeiros do Centro de Saúde de Amorim, na Póvoa do Varzim, «é ilegal».<br />
<br />
Fernanda Silva, dirigente sindical, e Marco Ferreira, delegado sindical, foram surpreendidos na sexta-feira com um ofício da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte que lhes comunicava que se teriam de apresentar ao serviço em Barcelos esta segunda-feira.<br />
<br />
«A enfermeira Fernanda estava há mais de 40 anos naquele serviço e o enfermeiro Marco há uns dez», sublinha José Azevedo, que não acredita que o motivo invocado pela ARS Norte, as «necessidades de recursos humanos de enfermagem» em Barcelos, seja a verdadeira razão para a transferência dos dois profissionais.<br />
<br />
«Eles foram transferidos porque sabiam demais», afirma, peremptório o presidente do Sindicado dos Enfermeiros que já tinha compilado dezenas de documentos – entretanto entregues à Inspecção-Geral de Saúde, à ARS Norte e ao Ministério da Saúde – com provas de alegadas irregularidades detectadas no Centro de Saúde de Amorim, onde trabalhavam estes dois enfermeiros.<br />
<br />
O Sindicato dos Enfermeiros vai agora entregar «todas as provas à Polícia Judiciária» e já agendou para esta quarta-feira uma reunião com Paulo Morais, da Associação Cívica Transparência e Integridade, que se dedica ao combate à corrupção.<br />
<br />
José Azevedo, que detectou consultas fantasmas, emigrantes inscritos como utentes activos e «médicos que atendem os doentes do privado» no Centro de Saúde de Amorim, tem denunciado estas irregularidades, alertando para o facto de aquele centro estar em vias de passar a ser uma Unidade de Saúde Familiar (USF) – um tipo de organização que atribuiu incentivos e prémios a médicos e enfermeiros pela produtividade.<br />
<br />
As alegadas irregularidades no Centro de Saúde de Amorim foram noticiadas pelo SOL há duas semanas. Na altura, fonte oficial da ARSA Norte garantiu que todas as situações denunciadas estavam a ser «analisadas».<br />
<br />
<br />
SOL</div>

]]></content:encoded>
			<category domain="http://www.g-sat.net/saude-320/">Saúde</category>
			<dc:creator>Joao Santos</dc:creator>
			<guid isPermaLink="true">http://www.g-sat.net/saude-320/enfermeiros-afastados-por-saberem-demais-515444.html</guid>
		</item>
	</channel>
</rss>
