Boas amigos
Já foram visitar o Fluviário de Mora????
Para quem está de férias ou não sabe onde ir com a família no fim de semana aqui fica um lugar espectácular.
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Boas amigos
Já foram visitar o Fluviário de Mora????
Para quem está de férias ou não sabe onde ir com a família no fim de semana aqui fica um lugar espectácular.
O Fluviário de Mora apresenta uma excelente exposição de habitats de água doce, cujas principais atracções são a flora e a fauna do Alentejo. A visita ao Fluviário corresponde a uma viagem desde os picos das montanhas até às orlas do reino oceânico, com paragem pelo caminho em vários pontos de interesse. Ao longo do percurso, à medida que vamos imergindo no seu meio de água doce, somos presenteados com a intensa actividade de vários animais e é-nos dada a conhecer a importância histórica e cultural dos cursos de água e a crescente influência do homem nos mesmos.
Os animais de água doce são deveras atraentes quando vistos de perto e individualmente. Por esta razão, a nossa visita é pontuada de exposições pouco profundas e de contacto próximo do visitante com os animais.
A nossa viagem reparte-se por quatro áreas principais: uma galeria de exposições principal, um habitat aquático exterior, salas de exposições temporárias e uma ala de exposição museológica.
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Exposição Exótica
A primeira exposição da Exposição Exótica é a Bacia Amazónica onde podemos encontrar uma grande variedade de interessantes espécies adaptadas às inundações sazonais. A atracção principal desta parte da exposição Amazónica é o solo inundado da floresta tropical. Nela, são visíveis diversos peixes de aspecto impressionante a vaguear entre as raízes de suporte das árvores da floresta tropical, tais como o pirapitinga, o peixe-gato de cauda vermelha, mais a tartaruga mata-mata, o exotismo e beleza do aruanã-prateado e várias outras espécies.
Como exposições complementares, temos a voraz Piranha-vermelha, a enguia-eléctrica, o peixe-faca e as altamente mortíferas rãs-seta-venenosa. Para finalizar esta visão de animais exóticos temos um exemplar da cobra mais famosa do mundo, a célebre Anaconda.
Encontramos a seguir um grupo de peixes, os ciclídeos, provenientes dos grandes lagos africanos, que se diversificaram rapidamente ao longo da sua evolução. As exposições complementares mostram em lugar de destaque alguns dos outros habitantes interessantes da região, tais como o peixe-casulo, o bagre respirador de ar e o peixe-elefante.
Exposição Percurso de um Rio
Ao entrarmos na galeria de exposições principal, a nossa visita inicia-se na nascente do rio, a fazer lembrar uma nascente de montanha, que desce em cascata para a primeira exposição viva, a ribeira. A ribeira apresenta-nos aos pequenos peixes nativos e a outras espécies aquáticas nativas que habitam normalmente nos frescos e transparentes regatos de montanha.
Continuando deparamos-se então com os pegos, por entre as folhas flutuantes dos nenúfares e outras plantas aquáticas, vislumbramos peixes e invertebrados típicos das águas mais repousadas dos pegos. Junto a esta exposição encontramos vários pequenos micro-habitats, os quais revelam um vasto número de insectos, répteis e anfíbios coloridos que frequentam habitualmente a borda ribeirinha.
Em seguida encontramos as margens lamacentas e rochosas de um grande afluente onde podemos observar as Tartarugas mediterrânicas.
Deixando as tartarugas para trás, começamos a observar o riacho. Aqui, encontramos espécies típicas da pesca desportiva, como a truta e o salmão, no seu habitat natural.
Ao virar da esquina, de um lado temos a barragem, do outro, a cascata. Dentro da barragem, observamos vários peixes de maior porte, tais como o barbos e lúcios. No lado contrário podemos observar a tenca e a verdemã, sacudidos entre as rochas pelas águas turbulentas e oxigenadas.
Seguidamente encontramos as espécies migradoras, tais como, o salmão, a enguia, a lampreia, o sável, entre outras a nadar para montante. Encontramos depois as espécies exóticas, um dos mais profundos impactos do homem nos cursos de água. Achamos aqui a perca, a carpa e o achigã, onde estão acompanhadas por outros vestígios recentes da influência humana.
De seguida sentimos a influência da proximidade do mar. Surge perante nós a fascinante zona de transição do estuário, onde encontramos activos peixes de águas salobras, como o fundulo e o muge, a viver numa exposição de fundo vasoso.
Emergimos na costa, onde encontramos uma atraente praia de areia, com raias a nadar numa exposição de águas rasas e fundo arenoso. Aqui, é-nos permitido tocar gentilmente nas raias e, por vezes, dar-lhes alimento.
O habitat das lontras, podemos observar estes elegantes animais e de apreciarmos as suas brincadeiras, quer à superfície, quer debaixo de água.
Aqui ficam algumas imagens
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Algumas das espécies observáveis
Achigã
Anaconda-amarela ou Sucuri (Eunectes noctaeus)
Barbo (Barbus bocagei)
Bichir-cinzento ou Enguia-dinossauro (Polypterus senegalus)
Boga (Chondrostoma polylepis)
Bordalo (Squalius alburnoides)
Caboz-de-água-doce (Salaria fluviatilis)
Cágado-mediterrânico (Mauremys leprosa)
Dourada (Sparus aurata)
Esturjão (Acipenser sturio)
Góbio (Gobio gobio)
Lontra
Panjorca (Chondrostoma arcasil)
Peixe-faca, Fantasma-negro ou Itui-cavalo (Apteronotus albifrons)
Peixe-gato (Synodontis acellifer)
Perca
Perereca-venenosa-de-faixa-amarela (Dendrobates leucomelas)
Piranha-vermelha (Pygocentrus nattereri)
Raia-curva (Raja undulata)
Saramugo (Anaecypris hispanica)
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