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Tópico: Anatomia Peniana

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    G-Sat VIP Avatar de isabeldmc
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    Padrão Anatomia Peniana



    Anatomia Peniana




    Anatomia peniana - O p�nis � formado por dois corpos cavernosos e um corpo esponjoso, funcionalmente tecido er�til. A por��o distal do corpo esponjoso avoluma-se para formar a glande. Esses tr�s elementos s�o envoltos por uma bainha fibrosa denominada fascia de Buck e o conjunto � fixado � s�nfise p�bica pelo ligamento suspensor do p�nis.



    Arteriograf�a Peniana




    Tem hoje indica��es muito restritas. Indicada em pacientes jovens com hist�ria de traumatismos perineais nos quais a revasculariza��o peniana seja indicada.



    B
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    Bioplastia Peniana


    Pl�sticas genitais, geralmente indicadas para os casos de les�es traum�ticas com atrofia ou falta de desenvolvimento. As pl�sticas de aumento peniano, tanto no comprimento quanto no di�metro, s�o indicadas somente nos casos extremos. Em casos normais � importante conhecer os poss�veis resultados n�o satisfat�rios ou esperados.



    Bi�psia da Pr�stata


    Realizada quando se suspeita de algum processo tumoral (c�ncer) da pr�stata, indica��o esta que depende de diversos fatores como:

    hist�ria clinica ou queixas do paciente, como por exemplo altera��es urin�rias ou a presen�a de sangue na urina
    toque retal
    PSA prost�tico
    ultrasom da pr�stata
    ou outros exames que sejam relevantes na avalia��o do m�dico urologista.
    Normalmente � realizado sob anestesia, e retirado 12 ou mais fragmentos atrav�s de uma agulha especial, guiada pelo ultrasom. Necessita de cuidados como antibioticoterapia e outros acompanhamentos.


    Bomba de V�cuo


    Normalmente consistem em um aparelho em forma de um cilindro que produz uma press�o negativa manualmente ou automaticamente (motor) criando um v�cuo no interior e ao redor do p�nis fazendo com que haja um intumescimento ou crescimento do p�nis, estimulando a circula��o sangu�nea.
    Quando o p�nis atinge uma ere��o, � liberado um anel de borracha que faz uma compress�o na base peniana, segurando o sangue e mantendo o p�nis ereto, devendo-se ter o cuidado de n�o comprimir demasiadamente para impedir a circula��o normal.
    � indicado em casos de curvatura e fibroses penianas para estimular o tecido cavernoso e promover ere��es, mas podem existir contra-indica��es e causar les�es penianas se utilizados sem orienta��o.


    C
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    Cavernosograf�a




    Exame muito utilizado no passado, tendo por objetivo avaliar radiologicamente, pela inje��o intracavernosa de contraste, os corpos cavernosos e a drenagem peniana. Atualmente sua indica��o � restrita aos casos de doen�a cavernosovaso-oclusiva de origem traum�tica, em pacientes candidatos a cirurgia vascular.



    Cintilografia �ssea e escrotal


    � um exame de imagem, onde s�o utilizados diferentes contrastes para visualizar regi�es com altera��es que ajudam a diagnosticar processos tumorais (met�stases de c�ncer da pr�stata). Utilizada tamb�m para o diagn�stico da varicocele, revelando maior concentra��o de sangue na regi�o escrotal, com uso do Tc tecnesium e pirofosfato.



    Cirurgia arterial para impot�ncia sexual


    Cirurgias arteriais de revasculariza��o, s�o indicadas para os casos de perda da circula��o peniana, devido a embolias (obstru��es) ou traumas, exames espec�ficos dar�o o diagn�stico preciso bem como os resultados.
    Devem ser muito bem indicados nos casos de disfun��o er�til, para se ter um bom resultado.


    Criptorquidia


    Quando os test�culos n�o est�o localizados no saco escrotal, ficam em posi��o elevada na regi�o inguinal, a bolsa escrotal fica vazia. Pode ocorrer uni ou bilateralmente.
    Normalmente ocorre devido a falta de descida do test�culo na forma��o intrauterina do feto devido a falta de desenvolvimento do cord�o esperm�tico ou apresentar um fechamento do anel inguinal externo n�o permitindo a descida do test�culo. Em rec�m nascidos ocorrem em aproximadamente em 1-2 %, mas ap�s o primeiro m�s podem descer e ap�s 1 ano de vida a incid�ncia � de 0,1 %. Deve-se tratar antes da puberdade para evitar les�es testiculares definitivas que levar�o a esterilidade ou defici�ncia na produ��o de horm�nios.
    O tratamento � cir�rgico (orquidopexia), podendo ser tentado antes um tratamento hormonal. Ap�s a puberdade os test�culos tendem a atrofiar e, tem maior tend�ncia a maligniza��o (tumor).
    D
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    DAEM - Dist�rbio Androg�nico do Envelhecimento Masculino


    Nos homens � partir dos 40 anos, a quantidade de testosterona no sangue diminue.
    A testosterona � produzida principalmente pelos test�culos, acontecendo um aumento at� 30% mais alto nas primeiras horas da manh�. Basicamente � a explica��o de porqu� as ere��es matutinas ocorrem. Os n�veis s�o mais baixos entre 18 e 20 horas. A testosterona estimula o aumento da libido (desejo sexual) e a qualidade e freq��ncia de orgasmos, ela � essencial para que as ere��es ocorram, por isso os pacientes com disfun��o er�til t�m muitas vezes baixos n�veis de testosterona.



    Diabetes


    � o aumento da taxa de glicose no sangue. Como conseq��ncia leva as neuropatias que levam a disfun��o er�til, que varia de 10 a 75% aumentando com a idade. Mesmo controlada pode trazer les�es definitivas, tendo a pr�tese peniana como �nico recurso para o tratamento da disfun��o er�til.



    Disfun��o Er�til


    Disfun��o er�til � a incapacidade persistente de se obter ou manter ere��o peniana adequada para atividade sexual satisfat�ria. A ere��o peniana envolve v�rios sistemas, isto �, nervos, vasos, horm�nios, tecidos especiais, entre outros. V�rias s�o as possibilidades org�nicas que geram a disfun��o er�til. A disfun��o venoclusiva decorre do relaxamento parcial e inadequado do tecido cavernoso e a conseq�ente compress�o insuficiente do plexo vascular subalbug�neo levaria a uma diminui��o da capacidade er�til. Podem ter como causa:

    Les�es arteriais - a arterosclerose pode ocluir total ou parcialmente as art�rias pudendas e a redu��o do fluxo sangu�neo para os espa�os lacunares, diminuindo a capacidade er�til.
    Les�es neurol�gicas - o p�nis possui tr�plice inerva��o e qualquer les�o dos nervos pode levar a disfun��o er�til. Por exemplo, a neuropatia diab�tica, a esclerose m�ltipla, neuropatia alco�lica e traumatismos raquimedulares.
    Altera��es hormonais - os andr�genos, principalmente a testosterona, desempenham um papel importante na ere��o e libido. Assim, o hipogonadismo prim�rio ou secund�rio, pode influir negativamente na fun��o er�til.
    Medicamentos - v�rios medicamentos podem causar disfun��o er�til, dentre eles os hipotensores, antagonistas H2, ansiol�ticos, digoxina e a finasterida.
    Altera��es teciduais - a substitui��o das fibras el�sticas por fibras col�genas no n�vel das trab�culas, vasos e musculatura lisa do tecido er�til pode produzir a disfun��o er�til. Al�m disso, a t�nica albug�nea, como nas fraturas de p�nis e Doen�a de Peyronie, podem tamb�m dificultar a ere��o.
    T�xicos - principalmente o fumo e os efeitos colaterais de alguns medicamentos.


    Disfun��o er�til - Medicamentos injet�veis




    Prostaglandina e alprostadil - A prostaglandina � uma subst�ncia que injetada nos corpos cavernosos promove uma dilata��o das art�rias e conseq�entemente o enchimento dos corpos cavernosos, promovendo uma ere��o que pode durar horas dependendo da dose.
    A indica��o bem como a dosagem � realizada em nossa clinica, tendo indica��es para cada caso.



    Disfun��o er�til - Medicamentos orais



    Sildenafil (Viagra �) - Lan�ado em 1998 e que foi um grande avan�o no tratamento da disfun��o er�til � um vasodilatador seletivo das art�rias dos corpos cavernosos, agindo como inibidor seletivo nas PDE5 levando � uma ere��o peniana.
    � contra-indicado para pacientes com problemas card�acos ou que fazem uso de nitrato. Os efeitos colaterais mais comuns s�o taquicardia, dor de cabe�a, hipotens�o, diarr�ia, dist�rbios visuais, entre outros. Em pacientes card�acos ou hipertensos que utilizam nitratos, s�o contra-indicados.

    Helleva (Lodenafil) - Deve ser ingerido uma hora antes, devendo como os outros ter indica��o m�dica.

    Vivanza (Vardenafil) - � o mais potente e seletivo inibidor da PDE-5.
    Tomado tamb�m de 1 a 2 horas antes, seu efeito pode durar at� 12 horas.
    Pode ser administrado com alimentos ou bebidas alco�licas em quantidades moderadas.

    Mesilato de fentolamina (Vasomax�, Heryvil� ou Regitina�) - Devem ser tomados uma hora antes da rela��o sexual e s�o indicados para pequenos problemas arteriais, sempre com prescri��o m�dica.

    Taladafil (Cialis�) - O efeito desse medicamento � mais prolongado, chegando a 48 horas. Efeitos colaterais tais como cefal�ia, rinite, entre outros, podem aparecer. O medicamento deve ser tomado algum tempo antes da hora prevista para a atividade sexual. Existem contra-indica��es tamb�m com o uso de nitratos.

    Apomorfina (Uprima �) - � um comprimido sublingual, levando aproximadamente 20 minutos para agir.
    A apomorfina � um antagonista dopamin�rgico que atua na regi�o do hipot�lamo no c�rebro estimulando a ere��o peniana.
    A estimula��o sexual � necess�ria, existem indica��es e tamb�m podem ocorrer efeitos colaterais como cefal�ia, tonturas e v�mitos.

    Yoimbina - O cloridrato de Yoimbina foi muito utilizado no passado, mas os resultados s�o inferiores aos medicamentos atuais.




    Disfun��o er�til - Pomadas (medicamento via uretral)




    Alprostadil (MUSE) - � aplicado via intra-uretal e que relaxa a musculatura lisa promovendo uma ere��o. O alprostadil � absorvido pela mucosa uretral, mas o efeito � menor que os injetados diretamente nos corpos cavernosos, mas tem a vantagem de n�o utilizar agulhas.



    E
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    Ecodoppler vascular




    Tem sido utilizado atualmente para avaliar o influxo sangu�neo peniano ap�s inje��o intracavernosa de droga vaso ativa. Esse teste permite avaliar o aumento do fluxo sangu�neo para o p�nis ap�s a inje��o da referida droga e tamb�m o efluxo na fase diast�lica. A presen�a de um efluxo elevada � sugestiva de disfun��o veno-oclusiva.



    Ejacula��o Precoce


    � a incapacidade de poder controlar o momento do orgasmo e ejacula��o. O l�quido ejaculado ou seminal � secretado pelas gl�ndulas pr�stata e ves�culas semi-anais de modo que devem ser avaliadas por um m�dico urologista. Altera��es hormonais e processos inflamat�rios e/ou infecciosos tamb�m podem interferir no controle da ejacula��o.
    Outras causas, como uso de medicamentos e doen�as como diabetes, doen�as prost�ticas e geniturin�rias entre outras tamb�m podem ser o motivo. 6 a 15% dos homens que fazem uso de antidepressivos que inibem a recepta��o da serotonina e da noradrenalina apresentam dist�rbios ejaculat�rios, sendo mais freq�ente a ejacula��o retardada. Esse efeito colateral tem sido utilizado amplamente na pr�tica cl�nica para o tratamento da ejacula��o precoce. Para uma orienta��o segura e efetiva, procure uma orienta��o m�dica.



    Ere��o Peniana - Detumesc�ncia Peniana


    Ocorre pela reativa��o do t�nus adren�rgico que promove a contra��o da musculatura lisa das diversas estruturas anat�micas penianas, em especial das art�rias helicinais e trab�culas. O resultado hemodin�mico � uma redu��o do fluxo sangu�neo arterial com conseq�ente redu��o volum�trica dos espa�os lacunares e descompress�o do plexo venoso subalbug�neo, aumentando a drenagem venosa peniana, resultando na flacidez peniana. A ere��o e a detumesc�ncia peniana s�o resultantes da contra��o e relaxamento da musculatura lisa dos diversos componentes anat�micos do p�nis.


    Ere��o Peniana - Flacidez Peniana


    O estado de flacidez peniana, ao contr�rio do que se poderia imaginar, � mantido ativamente pelos est�mulos t�nicos dos nervos simp�ticos. Atrav�s da estimula��o simp�tica, a musculatura lisa das trab�culas penianas, dos sinus�ides e das art�rias cavernosas mant�m-se contra�da. Esse estado contr�til, mantido pelo t�nus simp�tico, faz com que o afluxo sangu�neo para o p�nis seja diminu�do e, portanto, o p�nis mant�m-se no estado fl�cido.


    Ere��o Peniana � Fisiologia




    1 - Est�mulo sexual
    2 - Libera��o neuro-transmissor
    3 - Relaxamento sinusoidal
    4 - Aumento do fluxo arterial
    5 - Tumesc�ncia
    6 - Bloqueio drenagem venosa
    7 - Aumento da press�o intracavernosa
    8 - ERE��O
    As ere��es penianas podem ser desencadeadas por est�mulos sensitivos locais dos �rg�os genitais (ere��es reflexog�nicas) e/ou por est�mulos psicog�nicos de origem central (ere��es psicog�nicas). As ere��es reflexog�nicas s�o desencadeadas por est�mulos dos receptores t�teis da pele peniana e glande, transmitidas pelo nervo dorsal do p�nis ao nervo pudendo. Participa das ere��es psicog�nicas uma gama de est�mulos, incluindo-se os visuais, olfativos, auditivos e gustativos, que promove uma resposta er�til supra-espinhal.
    A ere��o peniana ocorre secundariamente a um est�mulo sexual que produz relaxamento da musculatura lisa das art�rias cavernosas e helicinas, bem como dos espa�os lacunares, que se enchem de sangue, levando a dilata��o dos espa�os sinusoidais e conseq�ente tumesc�ncia e ere��o peniana.


    Espermograma


    Exame do esperma ou l�quido seminal. Coletado atrav�s da masturba��o com abstin�ncia sexual de pelo menos 3 dias. O laborat�rio far� an�lise quantitativa e qualitativa dos espermatoz�ides. Segundo OMS o normal � que a concentra��o esperm�tica seja maior que 20 milh�es de espermatoz�ides por mililitro, desde que com volume e qualidade (atividade e morfologia) normal.


    F
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    Fuga venosa


    Termo popular em que ocorre uma vaz�o ou sa�da aumentada do sangue dos corpos cavernosos penianos, dificultando a ere��o peniana ou diminuindo o tempo, levando a uma perda da manuten��o da ere��o.
    Ocorre devido a uma defici�ncia no sistema que controla o fluxo sangu�neo (incompet�ncia venoclusiva dos corpos cavernosos).
    Cirurgia vascular realizada nos anos 80, mas com resultados pouco satisfat�rios, sendo atualmente muito pouco indicada, somente em alguns casos muito espec�ficos, devendo o m�dico andrologista / vascular indicar o tratamento.



    A sensa��o prazerosa, conhecida como orgasmo, est� associada a uma s�rie de eventos neurol�gicos complexos. A freq��ncia de altera��es ejaculat�rias tem aumentado significativamente em fun��o do uso de antidepressivos que inibem a recapta��o da serotonina. Cabe ao m�dico urologista ter uma vis�o ampla dos mecanismos de emiss�o e ejacula��o, a fim de se avaliarem e prevenirem tais altera��es. Durante a ejacula��o, o l�quido previamente acumulado na uretra posterior � eliminado por via uretral, numa seq��ncia de quatro eventos:

    a estimula��o simp�tica fecha o colo vesical
    o esf�ncter uretral externo se relaxa
    a c�psula prost�tica se contrai
    os m�sculos bulbocavernosos e isquiocavernosos se contraem ritmicamente, eliminando o s�men.


    H
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    HBP - Hiperplasia Benigna da Pr�stata


    � uma das doen�as mais comuns que afetam os homens acima de 50 anos. A pr�stata � uma gl�ndula localizada entre a bexiga e a uretra, cresce e pode impedir a passagem da urina.
    Cerca de 50% dos indiv�duos do sexo masculino acima de 65 anos t�m esse problema e 15% deles precisam ser submetidos a cirurgia.
    Os sintomas s�o:

    jato urin�rio fraco
    dificuldade para iniciar a mic��o (ato de urinar)
    fazer for�a para esvaziar a bexiga
    sensa��o que ainda h� urina para sair
    aumento da freq��ncia urin�ria
    gotejamento no final
    vontade urgente de urinar
    dor no baixo-ventre
    Os tratamentos, variam desde apenas um acompanhamento m�dico, o uso de medicamentos para os casos m�dios at� cirurgias, para os mais graves.


    Hemat�ria


    � a presen�a de sangue na urina. N�o � uma doen�a e sim um sintoma. Pode indicar a possibilidade de s�rias doen�as do trato urin�rio, que consiste nos rins, bexiga e pr�stata. Podendo ser conseq�ente de c�lculos, infec��es, tumores, aumento da pr�stata e uso de determinados medicamentos anticoagulantes.



    I
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    ICSI - Fertiliza��o Artificial




    O ICSI consiste na inje��o de um espermatoz�ide no �vulo a fim de uma fertiliza��o.
    Primeiramente a mulher deve ser estimulada com medicamentos para se retirar os �vulos.
    Os espermatoz�ides podem ser obtidos pelo ejaculado ou pela aspira��o dos test�culos caso n�o tenham espermatoz�ides no espermograma.
    Atrav�s da micromanipula��o com microsc�pio e agulhas se faz a inje��o dos espermatoz�ides dentro dos �vulos > fertilizando para posteriormente serem implantados no �tero da futura m�e.



    Incontin�ncia urin�ria - Cirurgias


    Perda da urina aos esfor�os podem ser tratados clinicamente ou atrav�s de cirurgias com a eleva��o, compress�o da uretra.
    Existem diferentes t�cnicas cir�rgicas, mas as mais atuais consistem um colocar um �cinto� (sling) de silicone em volta da uretra, que comprimindo evita a perda da urina aos esfor�os. A press�o � calculada atrav�s de testes e medi��o da press�o com a perda involunt�ria da urina.
    Pacientes p�s cirurgias da pr�stata podem ser beneficiados com esta cirurgia.





    L
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    Litotripsia e Laser


    Realizados para o tratamento de c�lculos urin�rios, s�o aparelhos acoplados ao Ultra-som, onde se tem a imagem das estruturas internas bem como os c�lculos, que s�o submetidos �s vibra��es ultra-s�nicas e laser para serem fragmentados.
    Normalmente uma �nica sess�o elimina a maioria dos casos, os c�lculos uretrais s�o mais freq�entes, sendo os c�lculos intra renais tamb�m tratados, mas com melhores resultados os de tamanhos menores.
    O m�dico saber� indicar o melhor procedimento.
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    O
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    Orquiectomia


    É a retirada cirúrgica do testículo, devido normalmente a processos tumorais.
    São também indicados no tratamento do câncer da próstata.
    No momento da cirurgia pode-se implantar uma prótese testicular, a qual mantém um aspecto natural.



    P
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    Priapismo


    � uma ere��o peniana prolongada, muitas vezes acompanhada de fortes dores.
    As causas podem ser desconhecidas, por altera��es sangu�neas (anemia falciforme), tumores p�lvicos e pela a��o de drogas.
    O tratamento consiste em evitar a isquemia da musculatura lisa do corpo cavernoso, fazendo-se aspira��o do sangue atrav�s de uma drenagem nos corpos cavernosos e utilizar drogas alfa-adren�rgicas para evitar a sua recorr�ncia.
    Pacientes usu�rios de drogas vaso-ativas para conseguirem a ere��o peniana, podem ter a ere��o prolongada, que muitas vezes necessitam da atua��o m�dica para a sua redu��o.



    T
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    Tabagismo




    H�bito que predisp�e o indiv�duo a arterosclerose, induzindo uma vaso constric��o perif�rica, dificultando a ere��o. Al�m de causar o agravamento ou doen�as como tumores, cardiopatias, gastrites, ulceram e altera��es no comportamento psicoemocional.



    Termografia Escrotal

    Exame para avalia��o da temperatura da bolsa escrotal, nos processos inflamat�rios, infecciosos, tumorais, hidrocele e varicocele.


    Teste de Ere��o Farmaco-induzida




    Tem por finalidade avaliar o tecido er�til mediante a inje��o intracavernosa de drogas vaso ativas, identificar fator org�nico por meio de uma resposta negativa ou parcial e tamb�m iniciar a titula��o da dose, quando o paciente opta pela terapia intracavernosa. Diferentes drogas podem ser utilizadas, como a papaverina, prostaglandinas, fentolaminas, dentre outras. A rea��o adversa mais preocupante � a ere��o prolongada, que pode requerer as mesmas medidas necess�rias para o tratamento do priapismo.



    Teste de Tumesc�ncia Peniana Noturna (TPN)


    Utilizado para distinguir a disfun��o er�til de etiologia org�nica da psicog�nica. Homens normais apresentam 3 a 5 epis�dios de ere��o durante o sono, que podem ser monitorados por sensores de estiramento colocados ao redor do p�nis.



    Testosterona


    � o principal horm�nio androg�nico no homem, produzido principalmente pelos test�culos.
    Atua principalmente:

    no mecanismo da ere��o peniana. A sua defici�ncia pode levar a disfun��o er�til;
    na musculatura, aumentando a massa e for�a muscular;
    na produ��o do sangue, estimulando diretamente a medula �ssea, aumentando os gl�bulos vermelhos e a hemoglobina;
    no c�rebro, no desempenho mental, na sensa��o de bem-estar geral e bom humor;
    na pele. Estimula a atividade das gl�ndulas seb�ceas. A sua falta pode levar ao ressecamento excessivo e a pele sens�vel, por outro lado o aumento de produ��o seb�cea na puberdade pode causar acne;
    no osso, relacionado a osteoporose, dor nos ombros, fraturas e diminui��o da estatura.
    Existem tratamentos preventivos e de reposi��o hormonal.


    Tratamentos hormonais


    Altera��es hormonais prim�rias ou secund�rias, sejam de causa testicular ou do sistema nervoso central, tem tratamentos espec�ficos, tanto de reposi��o como de estimular as gl�ndulas respons�veis pela produ��o dos horm�nios respons�veis.



    Tumor de Test�culo


    O risco do homem desenvolver c�ncer de test�culo ao longo da vida � de 1 em cada 500, sendo o tipo de c�ncer mais comum o que ocorre na idade reprodutiva.
    Todo homem pode aumentar a chance de encontrar um tumor (c�ncer) no test�culo se realizar o autoexame, uma vez ao m�s.
    Ap�s um banho morno, o calor relaxa o escroto, ficando mais f�cil o exame:


    em p� frente ao espelho, observe se existe algum incha�o na pele escrotal
    examine cada test�culo com ambas as m�os, deslizando os dedos sobre os test�culos, � normal que um test�culo seja maior do que o outro
    o epid�dimo (estrutura macia em forma de tubo, localizada atr�s do test�culo) � respons�vel pelo amadurecimento do esperma. N�o confundir com algum caro�o anormal
    se encontrar algum n�dulo (cisto), procure um urologista imediatamente. Lembrando que o c�ncer de test�culo � altamente cur�vel, desde que descoberto precocemente.
    Existem exames complementares que darão um diagn�stico preciso.


    U
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    Ultrasonografia Peniana


    Ultrasom do p�nis - exame que avalia os corpos cavernosos, procurando avaliar a presen�a de fibroses e calcifica��es que possam trazer curvaturas (Doen�a de Peyronie) ou disfun��o er�til.
    Pode ser realizado com ou sem uso de medicamentos vasoativos que dilatam ou entumescem os corpos cavernosos.



    Ultrasonografia Transretal da Pr�stata


    � o exame de ultrasom, mas realizado pelo reto, fornece dados mais precisos que a ultrasonografia abdominal.



    Uretrocistoscopia


    � um exame endosc�pico para visualiza��o diagn�stica da uretra, regi�o prost�tica e da bexiga, podendo ser realizado ambulatorialmente, sob seda��o ou anestesia dependendo do caso.
    Bi�psias e cauteriza��es podem ser realizadas durante o exame dependendo da indica��o.
    Geralmente � indicada nos casos de avalia��o de infec��es, tumores, c�lculos, sangramentos, suspeita de obstru��o em infertilidade, e outros.
    � um exame de rotina em cl�nicas de urologia.


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