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Tpico: Educao Tecnologica - Trabalhos

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    40 Educao Tecnologica - Trabalhos



    Trabalho de Educ. Tecnolgica - 7 Ano

    Autores: Frederico Branco
    Escola: Escola EB 2/3 da Costa da Caparica

    Resumo do Trabalho:Trabalho realizado no mbito da Disciplina de Educao Tecnolgica tem como principal objectivo conhecer e dar a conhecer as madeiras, os seus diversos tipos e aplicaes, etc


    A Madeira

    INTRODUO

    Desde o aparecimento do homem sobre a terra at aos nossos dias, a tcnica e a arte de trabalhar a madeira tem evoludo desde o processo manual e primitivo, at vasta e engenhosa indstria moderna.
    A madeira esteve sempre ao alcance do homem desde os tempos mais antigos.
    Foi um dos primeiros materiais utilizados pelo homem; para sua defesa (como arma ou fazendo parte dela) para se aquecer, cozinhar, para a iluminao, nos primeiros abrigos, nas primeiras jangadas e barcos...
    A evoluo traz novos materiais, mas a madeira e seus derivados continuam a ser muito usados.
    O trabalho que vou realizar tem como tema a madeira. Nele vou fazer uma abordagem origem e tipos de madeira, com se faz a sua extraco e quais as suas propriedades. Vou ainda falar nas tcnicas de transformao da madeira, os instrumentos utilizados e as suas aplicaes.
    A madeira em grande parte responsvel pelo avano da Civilizao, sobretudo, porque atravs dela que se obtm o papel.
    A MADEIRA
    1. Origem

    A madeira uma matria slida e dura, derivada das rvores, conhecida e utilizada desde a pr-histria. Grandes extenses de terra cobertas de rvores constituem as florestas, que fornecem a madeira necessrias indstria. um excelente material de construo.
    As rvores que fornecem a madeira dividem-se em dois grandes grupos:

    • Resinosas ou conferas - possuem resina e os frutos so em forma de cone ou pinha e geralmente a sua folhagem persistente.
    • Folhosas ou de folha caduca perdem a folhagem periodicamente.

    2. Tipos de madeira

    • Pinho tem cor amarelo-clara, moderadamente dura e pesada, fcil de trabalhar e aplica-se na fabricao de mobilirio, construo civil, fabrico de aglomerados e carpintaria.
    • Carvalho tem cor acastanhada, dura e moderadamente pesada, fcil de trabalhar e muito durvel. utilizada na marcenaria, tanoaria e fabrico de tacos.
    • Eucalipto de cor clara ou castanho rosado, dura e pesada, fcil de trabalhar mas empena e fende facilmente. utilizada no fabrico da pasta de papel, marcenaria e construo civil.
    • Castanho de cor castanho-clara, dura e leve, muito durvel e fcil de trabalhar. Utiliza-se na marcenaria, carpintaria, tanoaria e construo civil.
    • Pltano de cor clara, moderadamente dura e pesada, fcil de trabalhar, apresenta boa apresentao no mbito da decorao, mas empena quando no est bem seca. utilizada na marcenaria.
    • Faia clara ou castanho rosada, dura e moderadamente pesada, tem boa conservao. Utiliza-se em revestimentos interiores, material de escritrio e mobilirio.
    • Sobreiro de cor avermelhada, muito dura e pesada, tem tendncia para fender e aplica-se na marcenaria, carpintaria e construo civil.

    Alm das madeiras apresentadas existem outras de origem estrangeira, tais como: Mogno, cmbala, mussibi, sucupira e tola branca, pau-rosa, pau-preto, teca, pau-santo, etc.

    3. Extraco

    Ao analisarmos o interior da rvore verificamos que formada pelo cerne, borne e casca, no centro h a medula, pequena coroa central tambm chamada madeira primria. No corte transversal tambm verificamos os anis de crescimento.
    O corte do tronco das rvores feito aproveitando o seu interior de forma a responder aos vrios fins a que ela se destina, tbuas, ripas ou barrotes.
    O corte das rvores pode ser feito manual ou mecanicamente.
    No abate mecnico usada a moto-serra. Esta mquina porttil e muito utilizada, pode cortar com facilidade e rapidez troncos com mais de um metro de dimetro.

    4. Transporte

    A melhor soluo para o transporte de elevadas toneladas de madeira o caminho-de-ferro.
    Com material exclusivamente afecto a este tipo de transporte a CP Carga rene todas as condies para fazer chegar a sua mercadoria ao destino indicado de forma segura.
    Brevemente est previsto o incio de um novo servio de transporte de madeira entre o Porto de Setbal e Lourial / fbrica da Soporcel. Havero dois comboios dirios em cada direco: - um deles ser com Locomotivas 1960 (Bombardier) entre Lourial e Poceiro e Poceiro e Lourial.O outro servio feito ida e volta com locomotivas da srie 5600, directamente entre Lourial e Praias-Sado.
    Os dois comboios sero composies com locomotivas mais 18 vages.

    5. Propriedades da madeira

    As propriedades da madeira dividem-se em fsicas, mecnicas e qumicas.
    Propriedades fsicas:

    • Cor as madeiras apresentam as mais variadas cores. Ex: pinho amarelo claro
    • Cheiro as madeiras podem apresentar um cheiro ou perfume caracterstico. Ex: pau-rosa.
    • Grau de humidade a madeira contm uma percentagem de gua que se chama grau ou teor de humidade. Conforme diminui o teor de humidade, tambm diminuem as suas dimenses.
    • Densidade As madeiras classificam-se de acordo com a sua densidade, em:

    - pesadas (pau-ferro e bano)
    - leves (accia)
    - muito leves (choupo e tlia).

    • Peso especfico chama-se peso especfico de uma substncia ao peso da unidade de volume dessa substncia.
    • Durabilidade resistncia que as madeiras apresentam aco dos organismos destruidores (fungos, bolores, insectos). A durabilidade das madeiras depende do tratamento a que forem sujeitas, do grau de humidade e da aplicao adequada. Ex: o castanho e o carvalho so madeiras muito durveis.

    Propriedades mecnicas:

    • Dureza a resistncia que a madeira oferece penetrao de um prego ou outros materiais. Ex: - muito duras: bano e buxo.

    - duras: carvalho e freixo
    - macias: pinho e choupo
    - muito macias: tlia e balsa.

    • Resistncia traco quando uma pea de madeira sofre foras opostas que tendem a aumentar-lhe o comprimento. Exemplos de boa resistncia: carvalho e azinho.
    • Resistncia compresso quando uma pea de madeira est submetida a um esforo de compreenso, quando sobre ela actuam foras que tendem a diminui-lhe o comprimento. Pouca resistncia tlia e balsa.
    • Resistncia flexo quando sobre uma pea de madeira actuam foras que tendem a encurv-la. A madeira muito usada em trabalhos de flexo.
    • Resistncia ao choque capacidade das madeiras resistirem aos choques sem apresentarem roturas. Madeiras com resistncia ao choque: freixo, carvalho e faia.
    • Resistncia ao corte uma pea de madeira est sujeita ao corte quando sobre ela actuam duas foras em sentido contrrio, que tendem a separar a pea em duas partes. A madeira resiste muito melhor a um esforo de corte perpendicular s fibras, do que paralelo a estas.

    Propriedades qumicas:

    As paredes das clulas lenhosas so constitudas essencialmente por celulose e lenhina. A celulose quimicamente mais estvel que a lenhina. Estes dois componentes da madeira formam o esqueleto resistente do tecido lenhoso, cabendo lenhina o papel de um cimento envolvente das cadeias da celulose, aptas para resistirem a esforos mecnicos, mas extremamente sensveis a flutuaes de humidade.

    6. Tcnicas de transformao da madeira

    A medio ser a primeira tcnica a executar quando se realiza um trabalho em madeira. Os instrumentos de medio devero ser usados conforme a tarefa a executar.
    Traar ser marcar com rigor a madeira nas zonas a serem trabalhadas
    Recortar efectuar um corte curvo com o auxlio de uma serra de recortes.
    Cortar significa separar ou dividir a madeira pelas traagens feitas. As ferramentas a utilizar so os serrotes.
    Furar ser trespassar a madeira com o auxlio de um berbequim e de uma broca.
    Desbastar e limar consiste em retirar pedaos de madeira utilizando uma plaina ou uma lima.
    Pregar ser unir peas de madeira atravs de pregos utilizando um martelo.

    7. Perfis ou formas comerciais

    A madeira pode apresentar vrios perfis ou formas comerciais, tais como:

    • Pilares e vigas
    • Perfil quadrado
    • Esquadro
    • Tubo redondo
    • Barra
    • Tubo quadrado
    • Perfil em L (cantoneira)
    • Perfil redondo
    • Perfil em T

    8. Instrumentos de trabalho

    Na aplicao das diversas tcnicas de transformao da madeira, so usadas muitas ferramentas e utenslios na execuo de peas e objectos.

    • Utenslios de medio e traagem:

    . escala
    . metro articulado
    . fita mtrica
    . metro articulado
    . esquadro
    . graminho metro articulado
    . suta
    . compasso de pontas
    . compasso de volta

    • Ferramentas de corte

    . serrote de espada ou universal
    . serrote de ponta
    . serrote de costas
    . serrote de traar
    . serrote de rodear
    . serrote de ferro
    . serra braal
    . serrote de cabelo ou ourives
    ● Ferramentas de furar
    . berbequim elctrico
    . berbequim manual
    . arco de pua
    . verruma
    . brocas

    Ferramentas de desbastar e alisar

    . limato triangular
    . grosa
    . lima bastarda
    . limato redondo
    . grosa redonda
    . lima paralela
    . lima quadrada
    . plaina
    . guilherme
    . formo
    . goiva
    . goiva em V
    . escova para limpar limas

    Ferramentas de percusso:

    . martelo de orelhas
    . martelo de pena
    . mao de madeira

    Ferramentas auxiliares:

    . pedra de afiar
    . esmeril
    . alicates
    . chave de fendas / chave de bocas
    . grampo de esquadria
    . grampo simples
    . chave de bocas
    . chave inglesa

    9. Processos de ligao

    1. Junes em T pregadas, aparafusadas e com agrafos
    Nas junes em T pregadas, ao martelar do lado exterior devem-se inclinar os pregos.
    Ao martelar por dentro, deve executar-se a tcnica alternadamente dos dois lados.
    2. Juno em T sobreposta
    Na juno em T sobreposta, os parafusos devem ser introduzidos na diagonal para evitar que a madeira rache.
    Na juno em T tipo prateleiras, aparafusa-se a pea de apoio pea vertical, e seguidamente aparafusa-se a prateleira.
    3.Juno com envaziado
    4. Junes em L
    As colas modernas, os parafusos e os pregos permitem a execuo de junes de canto muito resistentes.
    10. Aplicaes da madeira e seus derivados

    A madeira utilizada como combustvel (lenhas) e como matria prima para as indstrias de celulose e papel, que tm aumentado extraordinariamente de ano para ano.


    Existem vrios produtos derivados da madeira:


    - Os folheados consistem, basicamente, em folhas de madeira natural, muito finas. Estas folhas so obtidas de toros de madeira de vrias espcies, atravs de mquinas prprias.

    Estes materiais destinam-se ao fabrico e revestimento de mobilirio e indstria de contraplacados.

    - Contraplacados so o produto obtido pela colagem de folhas finas de madeira umas sobre as outras.


    O nmero de folhas impar e estas so sobrepostas som a fibra cruzada, sendo em seguida coladas e depois prensadas.


    Estas placas so mais baratas que a madeira macia, aplicam-se na fabricao de mobilirio, portas e ainda para forrar tectos e paredes.


    - Os aglomerados de madeira so constitudos por fibras ou partculas de madeira, prensadas juntamente com resina sinttica a uma temperatura de cerca de 200 C.


    As placas de aglomerado podem ser revestidas na sua superfcie com folha de madeira. O aglomerado muito utilizado em mveis, revestimentos de tectos, paredes e divisrias.
    - O carto prensado (tipo pltex) tem normalmente cor castanha e com espessuras que variam entre 2mm e 4mm.


    Este material resulta da ligao das fibras celulsicas com resinas sintticas. utilizado em revestimentos e tem pouca durabilidade.


    A madeira tambm utilizada na indstria de marcenaria para fabricao de mveis, na carpintaria para construo de diversas estruturas, incluindo navios. A madeira um dos materiais mais utilizados em arquitectura e engenharia civil.


    11. Tcnicas de acabamento


    A aplicao de determinadas substncias com a funo de proteger e embelezar a madeira, so designadas por tcnicas de acabamento.

    • Raspar consiste em retirar todas as imperfeies deixadas na madeira.
    • Lixar consiste em alisar as superfcies da madeira, de modo a restituir a sua cor e textura original. Para lixarmos uma superfcie de madeira devemos usar um taco de cortia ou de madeira. Estes tacos facilitam a aplicao da tcnica e tornam a superfcie da madeira mais plana.
    • Encerar consiste em aplicar cera sobre a madeira. Com o auxlio de um pano aplica-se uma camada espessa e com um pano espalhar a cera no sentido dos veios da madeira
    • Envernizar a aplicao de verniz sobre a madeira uma tcnica que pode ser aplicada a pincel ou com uma boneca. Depois de secar deve-se lixar com uma lixa fina e tornar a dar uma passagem final com verniz.

    BIBLIOGRAFIA
    Enciclopdia Luso-Brasileira de Cultura, Volume12, Lisboa, Editorial Verbo.
    Manual de Educao Tecnolgica, (2007), 7 e 8 anos, Ideias e Projectos, Porto, Porto Editora.
    Informao recolhida dos sites seguintes:
    http://www.jcpaiva.net/files/ensino/alunos/20022003/teses/020370017/madeiras/madeiras.htm
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Madeira
    http://clientes.netvisao.pt/alme0020/historia_madeiras.htm

    Fonte: Nota Positiva.com


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    40 Histria da Bicicleta

    Trabalhos de Educ. Tecnolgica - 8 Ano

    Autores: Eliana Barros
    Resumo do Trabalho: O presente trabalho realizado no mbito da Disciplina de Educao Tecnolgica tem como principal objectivo conhecer e dar a conhecer a histria da bicicleta.

    Histria da Bicicleta

    Introduo


    A inveno da bicicleta como meio de locomoo algo muito difcil de precisar no tempo. Vrios autores defendem que a bicicleta surgiu pela mo do conde francs Mede de Sivrac, outros consideram que a sua criao posterior quela data.
    No entanto existem registos de que os antigos egpcios j conheciam aquele meio de locomoo, ou pelo menos j idealizavam nos seus hierglifos a figura de um veculo de duas rodas com uma barra sobreposta.


    Depois deste acontecimento sucessivas modificaes tcnicas foram introduzidas na bicicleta, tais como as mudanas e a roda livre.


    Hoje em dia, foram feitos novos aperfeioamentos nas bicicletas no sentido de aperfeioar cada tipo de bicicleta, tornando-as cada vez mais eficazes para os desportos de competio ou mais confortveis para o lazer.


    Com este trabalho pretendo apresentar uma breve histria da evoluo da bicicleta desde o seu aparecimento at aos nossos dias.
    Fao ainda uma aluso aos diversos tipos de bicicletas que existem actualmente e quais as suas funes.


    A Histria da bicicleta


    1490


    Em 1966, monges italianos, no restauro de manuscritos de Leonardo da Vinci, descobriram tambm desenhos datados de 1490, em que se podia distinguir uma mquina muito semelhante s modernas bicicletas, dotada inclusivamente de pedais e traco por corrente.





    1580


    Em 1850, na janela de uma igreja de Buckinghamshire, Inglaterra, h o desenho de uma pessoa sentada num instrumento de rodas e que usava os ps para impulsion-lo. No se sabe porm, se trata de mera imaginao do artista ou da reproduo de um veculo de facto existente na poca.


    1761


    Muitas tentativas engenhosas foram testadas nos sculos XV e XVI, tendo sido desenvolvidos pesados e complicados veculos de duas e quatro rodas, accionados por mecanismos compostos de correntes, alavancas e outos dispositivos.
    Num museu alemo existe um modelo chamado bicicleta de Kassler que data de 1761, no entanto a sua verdadeira origem ainda conhecida, dado que os franceses afirmam que este modelo foi exportado de Frana.





    1790


    Em 1790, o conde francs Sivrac inventou uma mquina a que deu o nome de Celerfero (Clerefre) e que alguns historiadores consideram o antepassado mais antigo da bicicleta moderna. Muito simples, consistia num corpo de madeira. No tinha movimento de direco, j que a roda dianteira era fixa, nem pedais, o que obrigava o utilizador a empurr-la com os ps, ou seja, caminhava sentado sobre ela.





    1816


    O prximo passo no processo de evoluo da bicicleta ocorreu em 1816, pela mo do baro alemo Karl Friederich Cheistian Ludwing Von Drais que adaptou uma direco ao Celerfero. Junto com o primeiro guiador, apareceu a Draisiana, bicicleta que Von Drais usou para percorrer o trajecto ente Beaun e Dijon, na Frana, velocidade mdia de 15km/h, primeiro recorde ciclstico. Drais (1785-1851), inspector florestal e inventor nas horas vagas, foi o primeiro a construir um biciclo dirigvel, que ficou conhecido como draisiana.





    1818


    A 5 de Abril, o baro Drais apresenta o seu invento no Parque de Luxemburgo, em Paris, e meses mais tarde fez o treajecto Beaum-Dijon na velocidade mdia de 15km/h, primeiro recorde ciclstico.


    1820


    Em 1820 foi dado o grande passo da histria ciclstica: o escocs Kikpatrick McMillan (1810-1878) adapta ao eixo traseiro duas bielas, ligadas por barras de ferro. Estas duas barras tinham a funo de um pisto, eram accionadas pelos ps, o que provoca o avano da roda traseira.


    1839


    Em 1839, o mesmo escocs Kirkpatrick Mac Millan, um humilde ferreiro do interior, fez o que Drais tinha testado sem sucesso: criou pedais que, ligados por barras de ferro ao eixo da roda traseira, movimentavam o velocpede. Foram quatro anos de rduas experincias. Mac Millan percorria com ele o caminho de 22km entre seu povoado, Courthill, e a capital do condado, Dumfries. Sem vocao para negcios, Mac Millan no sabia ao certo o que fazer com o veculo, que logo foi esquecido.


    1840


    O escocs Kirkpatrick Mac Millan adapta duas bielas ao eixo da roda traseira, que serviam como pedais. No entanto, havia desconforto na pedalada e dificuldade de equilbrio.
    O primeiro pedal, no entanto, surgiu em 1855, inventado pelo francs Ernest Michaux, que o instalou num veculo de duas rodas traseiras e uma dianteira; os pedais eram ligados roda dianteira e o invento ficou conhecido como Velocpede.





    1861


    Em 1861, o francs Pierre Michaux (1813-1883) construiu outra bicicleta com pedais, mas agora adaptados roda da frente.
    Pierre e seu filho Ernest fundaram, com sucesso a primeira fbrica de bicicletas do mundo. A sua mquina, apesar da estrutura de ferro e madeira lhe ter valido a alcunha de Chucalha-ossos, rapidamente conquistou grandes entusiastas. Num ano, Pierre e Ernest Michaux produziram 142 mquinas.


    1865


    Nesta altura j se fabricavam cerca de 400 por ano. Ernest Michaux inventou o primeiro pedal com a ajuda do seu filho, Pierre Michaux, de apenas 14 anos de idade. Esse pedal foi aplicado primeiro num velocpede de duas rodas traseiras e uma dianteira, cujo inconveniente era o seu excessivo peso de 45 kg.
    S seis anos mais tarde os mesmos pedais foram aplicados a um velocpede com apenas duas rodas.


    Nasce a primeira fbrica de bicicletas do mundo, a Companhia Michaux, com 200 operrios, que fabricavam cerca de 140 bicicletas por ano. Cada uma era vendida, na poca por um preo exorbitante de 450 francos.


    Toda a Europa multiplica esforos para aperfeioar a bicicleta e os aperfeioamentos comeam a ser usados com todo o equipamento de campismo e a ser levados para excurses longas nas estradas da Europa, surgindo o cicloturismo.


    1862


    O crescente nmero de entusiastas, destes veculos obrigou as autoridades de Paris, a criar, por volta de 1862, caminhos especiais para os velocpedes nos parques. O objectivo era evitar que se misturassem com charretes e carroas.
    Surgiram, assim, as primeiras ciclovias, no mesmo ano em que divulgada a primeira estatstica: Ernest Michaux consegue fabricar 142 unidades em 12 meses.


    1868


    1 Prova masculina com bciclos, vencida pelo ingls James Moore, Parque Saint Cloud Paris.
    1 Prova Feminina, ocorrida no parque Bordelais, em Paris no dia 1 de Novembro


    1877


    Roseau apresenta um dispositivo que por meio de duas correntes multiplicava o giro da roda dianteira. Alm deste muitas alteraes foram feitas, nomeadamente pela colocao de travoes e de tiras de borracha coladas aos aros das rodas, inventando por Robert Thompson.





    1880


    Nesta altuta Starley e o seu sobrinho, inventaram a bicicleta que assumiu as caractersticas que hoje conhecemos. Foram introduzidos os pedais no centro a traco passou para a roda dianteira, atravs de uma corrente de transmisso.



    1887


    James Boyd Dunlop, inventa o pneu que vem trazer aos novos veculos um maior conforto e resistncia. Este mecanismo consistia na colocao de um rolo de pano engomado cheio de ar. No entanto esta inveno tinha o inconveniente da manuteno.






    1891


    Os franceses Edouard e Andr Michelin lanam o pneu desmontvel, que vem resolver o problema das rodas de ferro e madeira. Em resposta aos avanos de Dunlop, os irmos Michelin inventaram um pneu de mais fcil manuteno, que enchia atravs de uma vlvula e ainda permitia a sua remoo e substituio em caso de dano.


    1895


    No dia 9 de Outubro toda a cidade de Milo aplaude a chegada de Raffaelle Gatti, que retorna do Tour do Crculo Polar rtico.
    Depois deste acontecimento sucessivas modificaes tcnicas foram introduzidas na bicicleta, tais como as mudanas e a roda livre.


    A roda livre foi criada para oferecer maior conforto ao ciclista. Este dispositivo permitia interromper a pedalada especialmente em descidas, em trajectos com vento a favor e em alguns momentos de calma na corrida.



    As mudanas permitem o aproveitamento de vrias engrenagens e com isso imprimir maiores velocidades. a ltima inveno que aperfeioou tecnicamente a bicicleta.
    Desta forma, at aos nossos dias, a bicicleta tem vindo a ser aperfeioada, em relao aos materiais utilizados, aos vrios tipos relacionados com as modalidades, etc.


    Ciclismo


    Foi Inglaterra, o primeiro pas que promoveu uma regulao ciclstica, criando o Bicicle Union. Na Itlia, a legislao sobre o ciclismo surgiu 5 anos mais tarde, com a criao da Unio Velocipdica Italiana.


    Em 1892 na Europa foi constituda a Internacional Cyclist Association que teve sua sede em Londres, agrupando as Federaes Nacionais dos Estados Unidos, Blgica, Frana, Canad, Alemanha, Holanda, Inglaterra e Itlia. Um dos primeiros actos da ICA foi a criao dos primeiros campeonatos do Mundo, substituindo as provas at ento promovidas por entidades particulares.


    Porm, somente em 1886, graas a alguns ingleses, foram organizados os primeiros campeonatos mundiais, com boa consistncia e organizao mais sria, na cidade de Leicester. Em 1893 devido a uma polmica com os rgos italianos, nasce a actual UCI, Unio Ciclstica Internacional.


    Tipos de Bicicletas


    Nos nossos dias, os novos aperfeioamentos nas bicicletas ocorrem no sentido de melhorar cada tipo de bicicleta, tornando-as cada vez mais eficazes para os desportos de competio ou mais confortveis para o lazer. Hoje existem bicicletas especficas para cada desporto ciclstico, e dentro de cada desporto, especificas para as necessidades de cada utilizador, tamanha foi a evoluo ao longo dos anos.
    Assim temos os seguintes tipos de bicicletas:


    Ciclismo de estrada


    Com estruturas muito leves, com quadros e acessrios muito aerodinmicos de diversos tipos de materiais, rodas grandes e pneus finos. Em competio podem trocar-se determinados acessrios, como o tipo de roda, para favorecer uma boa aerodinmica.





    BTT ou Bicicleta de Todo-o-terreno


    As bicicletas de montanha so muito diferentes das restantes bicicletas: so bicicletas especificamente concebidas para uma utilizao fora-de-estrada, adaptadas rodagem em todo o tipo de pisos, dispondo, para isso, de caractersticas tcnicas especficas. Normalmente, uma boa bicicleta B.T.T. constituda por um duplo tringulo fabricado em materiais diversos, como o cromolibdnio uma liga de ao-, o alumnio, o titnio ou o carbono. H igualmente traves de vrios tipos: cantilver, V-brake, hidrulicos ou de disco. As B.T.T. podem ter uma suspenso dianteira e traseira, pneus Kevlar, 21 ou 24 mudanas e pedais de encaixe automtico, os SPD. Os pneus so largos, rodas de 26 polegadas com rastos grossos para agarrar melhor no terreno irregular, sistema de transmisso que permite uma melhor performance em subidas ou descidas. Esta uma bicicleta mais pesada devido a uma maior necessidade de resistncia do material: tal como o nome indica, esta bicicleta est preparada para superar qualquer tipo de terreno.






    Bicicleta de montanha


    A prtica desta modalidade teve o seu incio h cerca de 20 anos, nas regies montanhosas do Estado da Califrnia (Estados Unidos). No entanto a sua origem remonta ao ano de 1933, quando Ignaz Schwinn construiu uma bicicleta a que deu o nome de Scwinn Excelsior. Durante a dcada de 70, quando proliferavam a bicicletas BMX (bicicletas de Cross utilizadas pelos adolescentes) e se organizavam provas de descida, foram redescobertas as Schwinn Excelsior.


    Estas bicicletas demonstram possuir a caractersticas ideais para a realizao de percursos em terrenos acidentados e, rapidamente, evoluram, mantendo as suas caractersticas de base: pneus grossos, sistema de mudanas mais complexo e quadros robustos (estrutura metlica da bicicleta).


    Gary Fisher modificou a Schiwinn desenvolvendo um sistema de mudanas que permitisse utilizar a bicicleta em subidas ngremes e no s nas descidas abruptas e acidentadas.
    Joe Breeze descobriu que o segredo do quadro das antigas Schinn no era a espessura dos tubos que formavam, mas sim a sua geometria.


    Estes praticamente e impulsionadores juntamente com outros, como Charlie Cunnigham, Tom Richey, Mike Sinyard e Tim Neenan, que criaram um dos modelos mais famosos ( Stumpjumper), dinamizaram a prtica desta modalidade criando as primeiras competies nos estados Unidos.


    Graas a uma rpida expanso, hoje em dia so realizadas competies por todo o mundo tendo como base os regulamentos vigentes na U.C.I (Unio Ciclista Universal).


    Em Portugal, como em todo mundo, pode-se praticar a B.T.T. (como vulgarmente conhecida) de duas formas com caractersticas prprias e com os seus especialistas: Cross Country, Downhill e Raide Maratona.
    Como muitas outras actividades de ar livre, exige que o praticante se rodeie de uma srie de apetrechos (capacete, cantil e cales almofadados) para tornar a prtica mais gratificante, segura e eficaz.


    Crosss contry
    Crross contry uma prova de bicicleta (B.T.T.) realizada em circuito fechado que consiste em efectuar um nmero certo de voltas (de acordo com a classe dos atletas), que podem perfazer uma distncia de 6 a 10Km. As classes existentes so as seguintes: Sniores, Juniores, Cadetes, Veteranos, Senhoras e Elite. Existe tambm a classe de Promoo que no conta para o Campeonato mas que possibilita que praticantes que nunca entraram em competies o faam. Normalmente nesta classe s dada uma volta ao circuito, mas podem ser dadas mais.



    Downhill
    Downhill uma prova de descida, em bicicleta B.T.T., em que entra em jogo a capacidade de domnio da bicicleta em descidas abruptas, percorridas a grande velocidade. Estas provas so disputadas individualmente em duas mangas (cada concorrente desce duas vezes), das quais apurado o melhor tempo.


    Raide Maratona
    Raide Maratona uma prova em circuito aberto, em que percorrido um trajecto de ida e volta entre dois locais. realizada em dois dias e exige uma boa resistncia por parte dos competidores pois uma prova de longa durao.


    BMX
    Sendo esta uma bicicleta mais pequena, com rodas de 20 e 24 polegadas no caso das cruiser. As suas dimenses reduzidas e a escassez de acessrios, tornam esta bicicleta mais leve e, tambm devido ao pequeno raio de roda, muito gil. Estas bicicletas no tm mudanas.





    Bicicletas de passeio


    Finalmente existem as bicicletas de passeio ou lazer que adoptam vrios tipos de quadros e tamanhos, quer do prprio quadro, quer do raio da roda. Normalmente as bicicletas de passeio tambm no vm providas de sistema de mudanas, embora possa ocorrer. Existem bicicletas de passeio duplas, que permitem a sua utilizao por dois ciclistas.





    Concluso


    Com este trabalho conclu que a histria da bicicleta comeou h muitos anos atrs quando Leonardo da Vinci representou num desenho, datado de 1490, uma mquina muito semelhante s modernas bicicletas, dotada inclusivamente de pedais e traco por corrente.
    Em 1790, um francs chamado Sivrac, construiu um veculo que denominou Celfero o que alguns historiadores consideram o antepassado mais antigo da bicicleta moderna.
    Em 1816, o baro alemo Karl Friederich Cheistian Ludwing Von Drais adaptou uma direco ao Celerfero e apareceu a Draisiana
    Em 1820 o escocs Kikpatrick McMillan (1810-1878) adapta ao eixo traseiro duas bielas, ligadas por barras de ferro. Este foi um grande passo na histria da bicicleta.
    Em 1861, o francs Pierre Michaux (1813-1883) construiu outra bicicleta com pedais, mas agora adaptados roda da frente. A partir de ento, a bicicleta passou a ser cada vez mais aperfeioada e o ciclismo conta hoje com muitos adeptos.



    Bibliografia
    www.tudosobrerodas.pt
    www.google.pt
    www.aeiou.pt
    www.terravista.pt
    Diciopdia 2005 (Porto Editora)


    Fonte: Nota Positiva.com





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    40 Instrumentos de Medida

    Trabalhos de Educ. Tecnolgica - 9 Ano
    Instrumentos de Medida
    Autores: Andreia Pais
    Escola: Escola E.B 2,3 Dr. Jos de Jesus Neves Jnior
    Resumo do Trabalho: Trabalho, realizado no mbito da Disciplina de Educao Tecnolgica, que procura apresentar e caracterizar diversos tipos de instrumentos de medida.


    Introduo

    Neste trabalho pretendo avaliar os contedos do tema de Instrumentos de Medida.


    Instrumentos de Medida


    Os instrumentos de medies sempre foram uma necessidade da cincia. Nos dias de hoje, cada vez maior um desafio tecnolgico. Medidas precisas podem resultar em resultados adequados para as actividades humanas. O seu interesse to grande que seu estudo objecto de um ramo da cincia conhecido como Metrologia. Consiste no estudo do melhor mtodo de obter a medio precisa de diferentes grandezas, estabelece as unidades de medio dessas grandezas aceitas universalmente e define critrios de apresentao das unidades internacionalmente aceitas.


    O tamanho do Objecto


    Dependendo do tamanho do objecto a ser medido, so necessrios aparelhos ou mtodos diferentes. possvel medir com preciso adequada desde insectos pequenos at o dimetro da Lua e dos planetas ou, ento, distncias entre dois sulcos de um disco a laser at a distncia entre a Terra e a Lua.
    As rguas, fitas mtricas, bssolas so instrumentos so adequados para medir a largura e o comprimento de uma folha de papel, o comprimento de uma saia e o tamanho de uma sala, assim como a sua orientao magntica.


    Instrumentos delicados e precisos


    Existem instrumentos delicados e precisos, apropriados para se medir dimenses bem pequenas. Por exemplo, o parqumetro e o micrmetro. O parqumetro adequado para se medir o dimetro de uma agulha fina, o dimetro de esferas de rolamento, profundidade de sulcos em peas de aparelhos que requerem alta preciso. O micrmetro utilizado para medir espessuras de folhas, fios e dimetros de tubos com alta preciso.


    Distncias


    Para distncias e objectos de dimenses ainda menores so necessrios mtodos indirectos de medida, como atravs de difraco da luz, ou ento microscpios especiais, devidamente calibrados. J para distncias muito grandes como, por exemplo, dimetro da Lua, altura de uma montanha so utilizados mtodos que usam relaes simples de trigonometria ou ento de tringulos semelhantes. Esse mtodo conhecido como triangulao.


    reas


    Para a mensuraro de reas foi importante a evoluo do teodolito.


    Preciso Necessria


    Dependendo da preciso necessria a uma determinada medida que escolhemos o aparelho mais adequado para efectu-la. Tem que ser usado o conhecimento e o bom senso. No tem sentido usar um aparelho de alta preciso para medir objectos nitidamente no-uniformes. Se o objecto a ser medido muito menor que a menor diviso do instrumento usado, obviamente no se pode obter preciso alguma na medida.


    Materiais



    Altmetro



    O altmetro o instrumento usado para medir alturas ou as altitudes, geralmente em forma de um barmetro aneride destinado a registrar alteraes da presso atmosfrica que acompanham as variaes de altitude.





    Ampulheta



    A ampulheta , com o quadrante solar e a clepsidra, um dos meios mais antigos de medir o tempo.





    Barmetro


    O Barmetro ou barmetro um instrumento para medir a presso atmosfrica. Ele pode ser do tipo coluna de mercrio ou do tipo aneride (metlico). Hoje em dia, com o avano da tecnologia, podem-se encontrar barmetros acoplados a relgios digitais desportivos a um custo razovel.





    Rgua



    A rgua um instrumento utilizado para medida de distncias pequenas e desenho de rectas. composta por uma lmina de madeira, plstico ou metal e pode conter uma escala, geralmente centimtrica e milimtrica.





    Teodolito


    O teodolito um instrumento ptico utilizado na Topografia e na Agrimensura para realizar medidas de ngulos verticais e horizontais, usado em redes de triangulao. Basicamente um telescpio com movimentos graduados na vertical e na horizontal, e montado sobre um trip, podendo possuir ou no uma bssola incorporada.





    Transferidor



    O Transferidor um instrumento utilizado para medida e marcao de ngulos. composto basicamente por uma escala circular, ou de seces de crculo, dividida e marcada em ngulos espaados regularmente, tal qual numa rgua. Seu uso diversificado tendo emprego em educao, matemtica, engenharia, topografia, construo e diversas outras actividades que requeiram o uso e a medio de ngulos com preciso.





    Voltmetro



    O voltmetro um aparelho que realiza medies de tenso elctrica em um circuito, geralmente usando a unidade volt. Muitos voltmetros, na verdade, no so nada mais do que ampermetros com alta resistncia interna. O projecto dos voltmetros tal que, com sua alta resistncia interna, introduzam o mnimo de alteraes no circuito que est sendo monitorizado. O galvanmetro de bobina mvel um exemplo deste tipo de voltmetro.


    Para aferir a diferena de tenso entre dois pontos de um circuito, convm colocar o voltmetro em paralelo com a seco do circuito compreendida entre estes dois pontos. Por isso, para as medies serem precisas, esperado que o voltmetro tenha uma resistncia muito grande comparada s do circuito.
    Voltmetros podem medir tenses contnuas ou tenses alternadas, dependendo das qualidades do aparelho.


    Pode-se tambm implementar um voltmetro atravs do uso de um potencimetro linear. Este tipo de voltmetro chamado de passivo.





    Concluso


    Neste trabalho explorei o tema que me foi proposto, acerca dos Instrumentos de Medida.
    Aprendi que os instrumentos de medies sempre foram uma necessidade da cincia , as medidas so precisas para a concluso em resultados adequados para as actividades humanas, na nossa vida quotidiana.
    Medir comparar duas grandezas da mesma espcie (dois comprimentos, dois pesos, etc. )
    Para efectuar uma medio temos que utilizar o instrumento de medida adequado, isto , para medir um comprimento utilizamos uma rgua, para medir a temperatura utilizamos um termmetro, etc.



    Bibliografia
    Motor de busca: Internet
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Instrumento_de_medida
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Alt%C3%ADmetro
    http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%A9gua
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Teodolito
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Transferidor


    Fonte Nota positiva.com


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