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Tpico: Jos Saramago - Memorial do Convento - Resumo Por Captulos

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    Padro Jos Saramago - Memorial do Convento - Resumo Por Captulos





    Resumo Por Captulos


    Captulo I

    Anncio da ida de D. Joo V ao quarto da rainha.
    Desejo de D. Maria Ana: satisfazer o desejo do rei de ter um herdeiro para o reino.
    Passatempo do rei: construo, em miniatura, da Baslica de S. Pedro de Roma.
    Premonio de um franciscano: o rei ter um filho se erguer um convento franciscano em Mafra.
    Promessa do rei: mandar construir um convento se a rainha lhe der um filho no prazo de um ano.
    Chegada do Rei ao quarto da rainha, decidido a ver cumprida a promessa feita a Frei Antnio de S. Jos.


    Captulo II

    Referncia a milagres franciscanos que auguram a promessa real: histria de Frei Miguel da Anunciao (o corpo que no corrompia e os milagres); histria de Sto. Antnio (seus milagres e castigos); os precedentes franciscanos.
    Viso crtica do narrador face s promessas e milagres dos franciscanos: o mundo marcado por excesso de riqueza e extrema pobreza.


    Captulo III

    Reflexes sobre Lisboa: condies de vida; viso abjecta da cidade no Entrudo; crtica a hbitos religiosos, procisso da penitncia, Quaresma.
    O estado de gravidez da rainha (da condio de mulher comum sua infinita religiosidade).
    O sonho da rainha com o cunhado (tpico da traio).


    Captulo IV

    Apresentao de Baltasar Mateus: Sete-Sis, 26 anos, natural de Mafra, maneta esquerda, na sequncia da Batalha de Jerez de los Caballeros (Espanha).
    Estada em vora, onde pede esmola para pagar um gancho de ferro e poder substituir a mo
    Percurso at Lisboa, onde vive muitas dificuldades.
    Indeciso de Baltasar: regressar a Mafra ou dirigir-se ao Terreiro do Pao (Lisboa) e pedir dinheiro pela mutilao na guerra.
    Encontro de Baltasar Sete-Sis com um amigo, antigo soldado: Joo Elvas.
    Referncias ao crime na cidade lisboeta e ao Limoeiro.


    Captulo V

    Fragilidade de D. Maria Ana, com a gravidez e com a morte do seu irmo Jos (imperador da ustria).
    Apresentao de Sebastiana Maria de Jesus, me de Blimunda (Sete Luas) - condenada ao degredo (Angola), por ter vises e revelaes.
    Espectculo do auto de f assistido por Blimunda, na companhia do padre Bartolomeu Loureno.
    Proximidade de Baltasar Mateus (Sete-Sis), que trava conhecimento com Blimunda assim que esta lhe pergunta o nome.
    Paixo de Baltasar pelos olhos de Blimunda.
    Unio de Bartolomeu Loureno, Blimunda e Baltasar, aps o auto de f, tendo o ex-soldado acompanhado o padre e Blimunda a casa desta, onde comeram uma sopa.
    Apresentao de Blimunda como vidente (quando est em jejum v as pessoas por dentro).
    Consumao do amor de Baltasar e Blimunda (19 anos, virgem), com esta a prometer que nunca o olhar por dentro.


    Captulo VI

    Viso crtica das leis comerciais.
    Narrativa de Joo Elvas, a Baltasar, sobre um suposto ataque dos franceses a Lisboa (que mais no era do que a chegada de uma frota com bacalhau).
    Conflito de Baltasar: saber a cor dos olhos de Blimunda.
    Deslocao do Padre Bartolomeu Loureno ao Pao para interceder por Baltasar (a fim de este receber uma penso de guerra) e compromisso de falar com o Rei, caso tarde a resposta.
    Apresentao, por Joo Elvas, de Bartolomeu Loureno como o Voador (as diversas tentativas levadas a cabo pelo padre para voar, justificando-se, este, que a necessidade est na base das conquistas do homem; o conhecimento da me de Blimunda, dadas as vises que esta tinha de pessoas a voar).
    Questo de Baltasar ao padre: o facto de Blimunda comer po, de manh, antes de abrir os olhos.
    Apresentao da passarola a Baltasar, pelo Padre B. Loureno (S. Sebastio da Pedreira).
    Descrio da passarola, a partir do desenho que o padre mostra a Baltasar.
    Convite do Padre para que Baltasar o ajude na construo da passarola.


    Captulo VII

    Trabalho de Baltasar num aougue.
    Evoluo da gravidez da rainha, tendo o rei de se contentar com uma menina.
    Rendio das frotas portuguesas do Brasil aos franceses.
    Visita de Baltasar e Blimunda zona enfeitada para o baptismo da princesa, estando aquele mais cansado do que habitualmente, por carregar tanta carne para o evento.
    Morte do frade que formulou a promessa real; fidelidade de D. Joo V promessa.


    Captulo VIII

    Relao amorosa de Baltasar e Blimunda.
    Procura de Baltasar a propsito do misterioso acordar de Blimunda: esta conta-lhe que, em jejum, consegue ver o interior das pessoas; da comer o po ao acordar para no ver o interior de Baltasar.
    Indicao de Blimunda, a Baltasar, acerca do seu dom: v o interior dos outros e v a nova gravidez da rainha.
    Falha na obteno da tena pedida ao Pao para Baltasar e despedimento do local onde este trabalhava (aougue).
    Nascimento do segundo filho do rei, o infante D. Pedro.
    Deslocao de El-rei a Mafra, para escolher a localizao do convento (um alto a que chamam Vela).


    Captulo IX

    Auxlio de Baltasar ao padre Loureno na construo da passarola, tendo-lhe este dado a chave da quinta do duque de Aveiro, onde se encontra a mquina de voar.
    Visita de Baltasar quinta, acompanhado de Blimunda.
    Inspeco de Blimunda, em jejum, mquina em construo para descobrir as suas fragilidades.
    Atribuio, pelo Padre B. Loureno, dos apelidos de Sete-Sis e Sete-Luas, respectivamente, a Baltasar e a Blimunda (ele v s claras e ela v s escuras).
    Deslocao do Padre Holanda, para aprender com os alquimistas a fazer descer o ter das nuvens (necessrio para fazer voar a passarola).
    Realizao de novo auto-de-f, mas Baltasar e Blimunda permanecem em S. Sebastio da Pedreira.
    Partida de Baltasar e Blimunda para Mafra e do padre para a Holanda, ficando aqueles responsveis pela passarola.
    Ida tourada, antes de Baltasar e Blimunda partirem de Lisboa.


    Captulo X

    Visita de Baltasar famlia, com apresentao de Blimunda e explicao da perda da mo.
    Vivncia conjunta e harmoniosa na famlia de Baltasar.
    Venda das terras do pai de Baltasar, por causa da construo do convento.
    Trabalho procurado por Baltasar.
    Comparao entre a morte e o funeral do filho de dois anos da irm de Baltasar e a morte do infante D. Pedro.
    Nova gravidez da rainha, desta vez do futuro rei.
    Comparao dos encontros de Baltasar com Blimunda e do rei com a rainha.
    A frequncia dos desmaios do rei e a preocupao da rainha.
    O desejo de D. Francisco, irmo do rei, casar com a rainha, morte deste.


    Captulo XI

    Regresso de Bartolomeu Loureno da Holanda, passados trs anos, e o abandono da abegoaria (quinta de S. Sebastio da Pedreira).
    Constatao do padre de que Baltasar cuidara da passarola, conforme lhe havia pedido.
    Deslocao a Coimbra, passando por Mafra para saber de Baltasar e Blimunda.
    Reflexo sobre o papel que cada um tem na construo do futuro, no estando este apenas nas mos de Deus.
    Atribuio de bno a quem a pede, deparando o padre, no caminho para Mafra, com trabalhadores (comparados a formigas).
    Conversa do Padre com um proco, ficando a saber que Baltasar e Blimunda casaram e onde vivem.
    Visita do padre ao casal de amigos e conversa sobre a passarola.
    Bartolomeu Loureno na casa do padre Francisco Gonalves, a pernoitar.
    Encontro de Blimunda e Baltasar com padre B. Loureno, de manh muito cedo, quando ela ainda est em jejum.
    Apresentao, a Baltasar e Blimunda, do resultado de aprendizagem do Padre na Holanda: o ter que far voar a passarola vive dentro das pessoas (no a alma dos mortos, mas a vontade dos vivos).
    Pedido de auxlio do Padre a Blimunda: ver a vontade dos homens (esta consegue ver a vontade do padre) e colh-la num frasco.
    Deslocao de Bartolomeu Loureno a Coimbra para aprofundar os seus estudos e se tornar doutor.
    Ida de Blimunda e Baltasar para Lisboa: ela, para recolher as vontades; ele, para construir a passarola.


    Captulo XII

    Tomada da hstia, em jejum: Blimunda descobre que o que est dentro desta o mesmo que est dentro do homem a religio.
    Festividades da inaugurao da construo do convento e do lanamento da primeira pedra (trs dias), a ter lugar numa igrejatenda ricamente decorada e com a presena de D. Joo V.
    Baltasar e Blimunda na inaugurao.
    Passada uma semana, partida do casal para Lisboa.


    Captulo XIII

    Verificao de Baltasar relativamente ao estado enferrujado da mquina, seguida dos arranjos necessrios e da construo de uma forja enquanto o padre no chega.
    Chegada do padre, dizendo a Blimunda que sero necessrias, pelo menos, duas mil vontades para a passarola voar (tendo ela apenas recolhido cerca de trinta).
    Conselho do Padre para que Blimunda recolha vontades na procisso do Corpo de Deus.
    Regresso do Padre a Coimbra para concluir os seus estudos.
    Trabalho de Baltasar e Blimunda na mquina, durante o Inverno e a Primavera, e chegada, por vezes, do padre com esferas de mbar amarelo (que guardava numa arca).
    Perspectivas de a procisso do Corpo de Deus ser diferente do normal.
    Perda da capacidade visionria de Blimunda, com a chegada da lua nova.
    Sada da procisso (8 de Junho de 1719) s no dia seguinte, com a mudana da lua, Blimunda recupera o seu poder.


    Captulo XIV

    Regresso do Padre Bartolomeu Loureno de Coimbra, doutor em cnones.
    Novo estatuto do padre: fidalgo capelo do rei, vivendo nas varandas do Terreiro do Pao.
    Relao do padre com o rei: este apoia a aventura da passarola, exprimindo o desejo de voar nela.
    Lio de msica (cravo) da infanta D. Maria Brbara (8 anos), sendo o seu professor o maestro Domenico Scarlatti.
    Conversa do padre com Scarlatti, depois da lio.
    Audio, em toda a Lisboa, de Scarlatti a tocar cravo, em privado.
    Scarlatti em S. Sebastio da Pedreira, a convite de Bartolomeu Loureno (aps dez anos de Baltasar e Blimunda terem entrado na quinta).
    Apresentao a Scarlatti do casal e da mquina de voar.
    Convite a Scarlatti para visitar a quinta sempre que quiser.
    Ensaio do sermo de Bartolomeu Loureno para o Corpo de Deus (tema: Et ego in illo).


    Captulo XV

    Censura do sermo de Bartolomeu Loureno por um consultor do Santo Ofcio.
    S. Sebastio da Pedreira recebe o cravo de Scarlatti.
    Vontade de Scarlatti voar na passarola e tocar no cu.
    Ida de Baltasar e Blimunda a Lisboa (dominada pela peste), procura de vontades.
    Doena estranha de Blimunda, aps a recolha de duas mil vontades.
    Apoio de Baltasar e recuperao de Blimunda aps audio da msica de Scarlatti.
    Encontro do casal com o padre Bartolomeu Loureno.
    Remorsos de Bartolomeu Loureno por ter colocado Blimunda em perigo de vida.
    Vontade de Bartolomeu Loureno informar o rei de que a mquina est pronta, no sem a experimentar primeiro.


    Captulo XVI

    Reflexo sobre o valor da justia.
    Morte de D. Miguel, irmo do rei, devido a naufrgio.
    Necessidade de o Rei devolver a quinta de S. Sebastio da Pedreira ao Duque de Aveiro, aps anos de discusso na Justia.
    Vontade do Padre experimentar a mquina para, depois, a apresentar ao rei.
    Receio do Padre face ao Santo Ofcio: o voo entendido como arte demonaca.
    Fuga do Padre, procurado pela Inquisio, na passarola.
    Destruio da abegoaria para a passarola poder voar.
    Voo da mquina com o Padre, Baltasar e Blimunda e descrio de Lisboa vista do cu.
    Abandono do cravo num poo da quinta para Scarlatti no ser perseguido pelo Santo Ofcio.
    Perseguio de Bartolomeu Loureno pela Inquisio.
    Diviso de tarefas na passarola e preocupao do Padre: se faltar o vento a passarola comea a cair e o mesmo acontecer quando o sol se puser.
    Viso de Mafra a partir do cu: a obra do convento, o mar.
    Cepticismo dos habitantes que vem a passarola nos cus.
    Descida e pouso da passarola numa espcie de serra, com a chegada da noite.
    Tentativa de destruio da passarola, por Bartolomeu Loureno (fogo), mas Baltasar e Blimunda impedem-no.
    Fuga do padre e camuflagem da mquina com ramos das moitas, na serra do Barregudo.
    Chegada de Baltasar e Blimunda, dois dias depois, a Mafra, fingindo que vm de Lisboa.
    Procisso em Mafra em honra do Esprito Santo, que sobrevoou as obras da baslica (na perspectiva dos habitantes).


    Captulo XVII

    Trabalho procurado por Baltasar e lvaro Diogo com a hiptese de ele trabalhar nas obras do convento.
    Baltasar na Ilha da Madeira, local de alojamento para os trabalhadores do convento.
    Descrio da vida nas barracas de madeira (mais de 200 homens que no so de Mafra).
    Verificao do atraso das obras (feita por Baltasar) motivos: chuva e transporte dos materiais dificultam o avano.
    Notcias de um terramoto em Lisboa.
    Regresso de Baltasar ao Monte Junto, onde se encontra a passarola.
    Visita de Scarlatti ao convento e encontro com Blimunda, sendo esta informada de que Bartolomeu de Gusmo morreu em Toledo, no dia do terramoto.


    Captulo XVIII

    Enumerao dos bens do Imprio de D. Joo V.
    Enumerao dos bens comprados para a construo do convento.
    Realizao de uma missa numa capela situada entre o local do futuro convento e a Ilha da Madeira.
    Apresentao dos trabalhadores do convento e apresentao de Baltasar Mateus (j com 40 anos).


    Captulo XIX

    Os trabalhos de transporte de pedra-me (Benedictione).
    Mudana de servio no trabalho de Baltasar: dos carros de mo junta de bois.
    Notcia da necessidade de ir a Pro Pinheiro buscar uma pedra enorme (Benedictione).
    Trabalho dos homens em poca de calor e descrio da pedra.
    Ferimento de um homem (perda do p) no transporte da pedra (Nau da ndia).
    Narrativa de Manuel Milho (histria de uma rainha e de um ermito).
    Segundo dia do transporte da pedra e retoma da narrativa de Manuel Milho.
    Chegada a Cheleiros e morte de Francisco Marques (atropelado pelo carro que transporta a pedra) bem como de dois bois.
    Velrio do corpo do trabalhador.
    Manuel Milho retoma a narrativa.
    Missa e sermo de domingo.
    Final da histria narrada por Manuel Milho.
    Chegada da pedra ao local da Baslica, aps oito dias de percurso.


    Captulo XX

    Regresso de Baltasar, na Primavera, ao Monte Junto, depois de seis ou sete tentativas.
    Companhia de Blimunda, passados trs anos da descida da passarola, nesse regresso.
    Confidncia de Baltasar ao pai: o destino da sua viagem e o voo na passarola.
    Renovao da passarola graas limpeza feita por Baltasar e Blimunda.
    Descida do casal a Mafra, localidade infestada por doenas venreas.
    Morte do pai de Baltasar.


    Captulo XXI

    Auxlio desmotivado da Infanta D. Maria e do Infante D. Jos na construo da Baslica de S. Pedro (brinquedo de D. Joo V).
    Encomenda de D. Joo V ao arquitecto Ludovice para construir uma baslica como a de S. Pedro na corte portuguesa.
    Desencorajamento de Ludovice, convencendo o rei a construir um convento maior em Mafra.
    Conversa de D. Joo V com o guarda-livros sobre as finanas portuguesas e preparativos para o aumento da construo do convento em Mafra.
    Intimao de um maior nmero de trabalhadores para cumprimento da vontade real.
    O rei e o medo da morte (que o possa impedir de ver a obra final).
    Vontade de D. Joo V em sagrar a baslica no dia do seu aniversrio, da a dois anos (22/10/1830).
    Chegada de um maior nmero de trabalhadores a Mafra (500).


    Captulo XXII

    Casamento da Infanta Maria Brbara com o prncipe D. Fernando de Castela e casamento do prncipe D. Jos com Mariana Vitria.
    Participao de Joo Elvas no cortejo real para encontro dos prncipes casadoiros.
    Parida do rei para Vendas Novas.
    Percurso do rei na direco de Montemor.
    Trabalho de Joo Elvas no arranjo das ruas, aps chuva torrencial, para que o carro da rainha e da princesa possa prosseguir para Montemor.
    Esforo dos homens para tirar o carro da rainha de um atoleiro.
    Joo Elvas recorda o companheiro Baltasar Mateus junto de Julio Mau-Tempo.
    Conversa destes e a suspeita de que Baltasar voou com Bartolomeu de Gusmo.
    Tempo chuvoso no percurso de Montemor a vora.
    Lembrana da princesa de que desconhece o convento que se est a erguer em favor do seu nascimento, depois de ver homens presos a serem enviados para trabalhar em Mafra.
    Encontro do rei com a rainha e os infantes em vora.
    Cortejo real dirigido para Elvas, oito dias aps a partida de Lisboa para troca das princesas peninsulares.
    Reis de Espanha em Badajoz.
    Chegada do rei, da rainha e dos infantes ao Caia, a 19 de Janeiro.
    Cerimnia da troca das princesas peninsulares.


    Captulo XXIII

    Cortejo de esttuas de santos em Fanhes.
    Deslocao de novios para Mafra nas vsperas de sagrao do convento.
    Chegada dos novios.
    Regresso de Baltasar a casa depois do trabalho.
    Ida de Baltasar e Blimunda ao local onde se encontram as esttuas.
    Apreenso de Blimunda ao saber que passados seis meses Baltasar vai ver a passarola.
    O casal no crculo das esttuas e reflexo sobre a vida e a morte.
    Despedida amorosa de Baltasar e Blimunda na barraca do quintal.
    Chegada de Baltasar Serra do Barregudo.
    Entrada de Baltasar na passarola, seguida da queda deste e do voo da mquina.


    Captulo XXIV

    Espera de Blimunda e posterior busca de Baltasar.
    Entrada do rei em Mafra.
    Grito de Blimunda ao chegar ao Monte Junto, depois de descobrir que a passarola no se encontrava no local habitual.
    Encontro de Blimunda com um frade dominicano que a convida a recolher-se numa runas junto ao convento.
    Tentativa de violao de Blimunda pelo frade e morte deste com o espigo que ela lhe enterra entre as costelas.
    Blimunda faz o caminho de regresso a casa.
    A ansiedade de Blimunda depois de duas noites sem dormir.
    Final das festividades do dia, em Mafra.
    Informao de lvaro Diogo sobre quem est para chegar a Mafra.
    Dia do aniversrio do rei e da sagrao da baslica.
    Cortejo assistido por Ins Antnia e lvaro Diogo, acompanhados por Blimunda.
    Bno do patriarca na Benedictione.
    Final do primeiro dos oito dias de sagrao e sada de Blimunda para procurar Baltasar.


    Captulo XXV

    Procura de Baltasar por Blimunda ao longo de nove anos.
    Apelido de Blimunda: a voadora.
    Identificao de Blimunda com a terra onde ela permaneceu por largo tempo a ajudar os que dela se socorriam: Olhos de gua.
    Passagem de Blimunda por Mafra e tomada de conhecimento da morte de lvaro Diogo.
    Stima passagem desta por Lisboa.
    Encontro de Blimunda (em jejum) com Baltasar, que est a ser queimado num auto-de-f, junto com Antnio Jos da Silva (O Judeu).
    Recolha da vontade de Baltasar por Blimunda.


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