Publicidade

 


Resultados 1 a 1 de 1

Tópico: Estrutura do DNA e código genético I

  1. #1
    G-Sat VIP Avatar de alexandra
    Data de Inscrição
    Oct 2006
    Localização
    lisboa
    Idade
    41
    Mensagens
    4.799
    Agradecer
    610
    Agradecido 774 vezes
    Em 623 tópicos
    Entradas no Blog
    4

    Vodafone Yorn

     

    Padrão Estrutura do DNA e código genético I

     

    O ácido desoxirribonucleico (DNA) e o ácido ribonucleico (RNA) são os reservatórios moleculares da

    informação genética. O DNA contém todas as informações genéticas de cada indivíduo, tendo a capacidade de transmiti-las à sua descendência (Figura 1).

    A seqüência do DNA de uma célula especifica uma seqüência de RNA bem como uma seqüência de aminoácidos.

    Um segmento de DNA que contém a informação necessária para a síntese de um produto biológico funcional (proteína ou RNA) é referido como um gene.


    Logo, um gene é um fragmento de DNA responsável pela produção de uma proteína específica. Os genes se localizam nos cromossomos, que nada mais são do que enormes moléculas de DNA que contêm além dos genes, longos segmentos de DNA sem função específica. Em eucariotos, dentro dos genes também existem regiões que não codificam a proteína e são .chamados de íntrons.

    As regiões dentro do gene que codifica a proteína são chamadas de exon. Ao conjunto de genes de um organismo dá-se o nome de genoma e ao conjunto de proteínas produzidas por um organismo dá-se o nome de proteoma. Os termos genoma e proteoma aparecem com grande freqüência na mídia porque conhecer os genes e as proteínas que compõem um organismo permite o desenvolvimento de métodos novos para o diagnóstico de doenças e também de novas terapias para seu tratamento.
    O DNA é uma molécula formada por unidades de desoxirribonucleotídeos que, por sua vez, são formados por: um açúcar (a desoxirribose); uma base nitrogenada, que pode ser uma purina (Adenina [A] e Guanina [G]) ou uma pirimidina (Timina [T] e Citosina [C]) e por um grupo fosfato. O DNA tem a forma de uma dupla hélice, cujas fitas se enrolam em torno do próprio eixo.

    As desoxirriboses localizam-se externamente, como se fosse o corrimão de uma escada circular e as bases nitrogenadas ficam orientadas para o interior.

    As bases estão pareadas entre as duas fitas da molécula, mantendo sua estrutura através de pontes de hidrogênio. Assim, entre T ou A são formadas duas pontes de hidrogênio e entre C e G três pontes (Figura 2).

    Esta característica de pareamento tem grande significância fisiológica
    e, devido a ela, as duas fitas de DNA são ditas complementares.

    Essa propriedade garante a replicação precisa do DNA e a transmissão das informações genéticas via transcrição, pois devido ao pareamento específico, o DNA serve como molde para a síntese de novas moléculas complementares.

    Toda a informação genética de um organismo encontra-se acumulada na seqüência das quatro bases (A, T, C e G); deste modo a seqüência de aminoácidos de todas as proteínas deve estar codificada por um alfabeto destas quatro letras.

    O RNA é uma molécula intermediária na síntese de proteínas. Faz a intermediação entre o DNA e as proteínas. As principais diferenças entre o RNA e o DNA são sutis, mas essas diferenças fazem com que o DNA seja mais estável.

    O RNA é formado por uma fita simples, o açúcar do seu esqueleto é a ribose, em vez de desoxirribose como no DNA e, uma de suas bases nitrogenadas é diferente da do DNA: o RNA possui uma Uracila (U) em vez de Timina (T) (Figura 3).








    Os principais tipos de RNA são os RNAs mensageiros (mRNAs), os transportadores (tRNAs) e os ribossomais (rRNA). Os RNAs mensageiros são aqueles que codificam as proteínas.

    Os RNAs ribossomais fazem parte da estrutura do ribossomo, junto com diversas proteínas e são eles que permitem a ligação entre dois aminoácidos na síntese de proteínas.

    Os RNAs transportadores carregam o aminoácido específico para complementar a seqüência de nucleotídeos do mRNA, quando este está ligado ao ribossomo.

    Todas as nossas células contêm os mesmos genes. Só que, em determinado tecido, as células expressam uns, e, em outro tecido, expressam outros. Se quisermos entender a diferença entre as células do músculo, as células do fígado e as células do sistema nervoso, nós temos que entender como se dá o controle da expressão gênica.








    O estudo da expressão gênica envolve a análise das regiões do DNA (genes) que são ativadas para a produção de proteínas em tecidos específicos e em momentos específicos, bem como os mecanismos que controlam a quantidade de proteína a ser produzida. Quando se diz que um gene é expresso em um dado tecido, significa que neste tecido é feita uma molécula de mRNA usando este gene como molde e esta molécula de RNA serve como molde para a "montagem" da proteína correspondente. As moléculas de RNA são sintetizadas por um processo conhecido como transcrição, que é similar à replicação do DNA. Em síntese, o DNA pode se replicar e dar origem a novas moléculas de DNA; pode ainda ser transcrito em RNA, e este por sua vez traduz o código genético em proteínas. Isso é conhecido como o Dogma Central da Biologia .











    CONTINUA .....
    Miniaturas de Anexos Miniaturas de Anexos 1.JPG   2.JPG   3.JPG   4.JPG  

  2. # ADS
    ========
    Data de Inscrição
    03-10-2006
    Localização
    G-Sat
    Idade
    6
    Mensagens
    Muitas

       Publicidade

     

     

Patrocínio em Destaque

Marcadores
DESCUBRA A DECO PROTESTE
Experimente já, durante 2 meses por apenas 2€ e receba um leitor MP5 multimédia de presente!
Saiba mais aqui.

Permissões de Postagem

  • Você não pode iniciar novos tópicos
  • Você não pode enviar respostas
  • Você não pode enviar anexos
  • Você não pode editar suas mensagens
  •