Publicidade

 


Resultados 1 a 3 de 3

Tópico: Educação Tecnologica - Trabalhos

  1. #1
    G-Sat VIP Avatar de satpa
    Data de Inscrição
    Nov 2006
    Localização
    Perto do Coração
    Mensagens
    1.440
    Agradecer
    91
    Agradecido 177 vezes
    Em 131 tópicos

    Vodafone Yorn

     

    40 Educação Tecnologica - Trabalhos

     

    Trabalho de Educ. Tecnológica - 7º Ano

    Autores: Frederico Branco
    Escola: Escola EB 2/3 da Costa da Caparica

    Resumo do Trabalho:Trabalho realizado no âmbito da Disciplina de Educação Tecnológica tem como principal objectivo conhecer e dar a conhecer as madeiras, os seus diversos tipos e aplicações, etc


    A Madeira

    INTRODUÇÃO

    Desde o aparecimento do homem sobre a terra até aos nossos dias, a técnica e a arte de trabalhar a madeira tem evoluído desde o processo manual e primitivo, até à vasta e engenhosa indústria moderna.
    A madeira esteve sempre ao alcance do homem desde os tempos mais antigos.
    Foi um dos primeiros materiais utilizados pelo homem; para sua defesa (como arma ou fazendo parte dela) para se aquecer, cozinhar, para a iluminação, nos primeiros abrigos, nas primeiras jangadas e barcos...
    A evolução traz novos materiais, mas a madeira e seus derivados continuam a ser muito usados.
    O trabalho que vou realizar tem como tema “a madeira”. Nele vou fazer uma abordagem à origem e tipos de madeira, com se faz a sua extracção e quais as suas propriedades. Vou ainda falar nas técnicas de transformação da madeira, os instrumentos utilizados e as suas aplicações.
    A madeira é em grande parte responsável pelo avanço da Civilização, sobretudo, porque é através dela que se obtém o papel.
    A MADEIRA
    1. Origem

    A madeira é uma matéria sólida e dura, derivada das árvores, conhecida e utilizada desde a pré-história. Grandes extensões de terra cobertas de árvores constituem as florestas, que fornecem a madeira necessárias à indústria. É um excelente material de construção.
    As árvores que fornecem a madeira dividem-se em dois grandes grupos:

    • Resinosas ou coníferas - possuem resina e os frutos são em forma de cone ou pinha e geralmente a sua folhagem é persistente.
    • Folhosas ou de folha caduca – perdem a folhagem periodicamente.

    2. Tipos de madeira

    • Pinho – tem cor amarelo-clara, é moderadamente dura e pesada, é fácil de trabalhar e aplica-se na fabricação de mobiliário, construção civil, fabrico de aglomerados e carpintaria.
    • Carvalho – tem cor acastanhada, é dura e moderadamente pesada, é fácil de trabalhar e muito durável. É utilizada na marcenaria, tanoaria e fabrico de tacos.
    • Eucalipto – de cor clara ou castanho rosado, é dura e pesada, fácil de trabalhar mas empena e fende facilmente. É utilizada no fabrico da pasta de papel, marcenaria e construção civil.
    • Castanho – de cor castanho-clara, é dura e leve, muito durável e fácil de trabalhar. Utiliza-se na marcenaria, carpintaria, tanoaria e construção civil.
    • Plátano – de cor clara, é moderadamente dura e pesada, é fácil de trabalhar, apresenta boa apresentação no âmbito da decoração, mas empena quando não está bem seca. É utilizada na marcenaria.
    • Faia – é clara ou castanho rosada, é dura e moderadamente pesada, tem boa conservação. Utiliza-se em revestimentos interiores, material de escritório e mobiliário.
    • Sobreiro – de cor avermelhada, é muito dura e pesada, tem tendência para fender e aplica-se na marcenaria, carpintaria e construção civil.

    Além das madeiras apresentadas existem outras de origem estrangeira, tais como: Mogno, câmbala, mussibi, sucupira e tola branca, pau-rosa, pau-preto, teca, pau-santo, etc.

    3. Extracção

    Ao analisarmos o interior da árvore verificamos que é formada pelo cerne, borne e casca, no centro há a medula, pequena coroa central também chamada madeira primária. No corte transversal também verificamos os anéis de crescimento.
    O corte do tronco das árvores é feito aproveitando o seu interior de forma a responder aos vários fins a que ela se destina, tábuas, ripas ou barrotes.
    O corte das árvores pode ser feito manual ou mecanicamente.
    No abate mecânico é usada a moto-serra. Esta máquina é portátil e muito utilizada, pode cortar com facilidade e rapidez troncos com mais de um metro de diâmetro.

    4. Transporte

    A melhor solução para o transporte de elevadas toneladas de madeira é o caminho-de-ferro.
    Com material exclusivamente afecto a este tipo de transporte a CP Carga reúne todas as condições para fazer chegar a sua mercadoria ao destino indicado de forma segura.
    Brevemente está previsto o início de um novo serviço de transporte de madeira entre o Porto de Setúbal e Louriçal / fábrica da Soporcel. Haverão dois comboios diários em cada direcção: - um deles será com Locomotivas 1960 (Bombardier) entre Louriçal e Poceirão e Poceirão e Louriçal.O outro serviço é feito ida e volta com locomotivas da série 5600, directamente entre Louriçal e Praias-Sado.
    Os dois comboios serão composições com locomotivas mais 18 vagões.

    5. Propriedades da madeira

    As propriedades da madeira dividem-se em físicas, mecânicas e químicas.
    Propriedades físicas:

    • Cor – as madeiras apresentam as mais variadas cores. Ex: pinho – amarelo claro
    • Cheiro – as madeiras podem apresentar um cheiro ou perfume característico. Ex: pau-rosa.
    • Grau de humidade – a madeira contém uma percentagem de água que se chama grau ou teor de humidade. Conforme diminui o teor de humidade, também diminuem as suas dimensões.
    • Densidade – As madeiras classificam-se de acordo com a sua densidade, em:

    - pesadas (pau-ferro e ébano)
    - leves (acácia)
    - muito leves (choupo e tília).

    • Peso específico – chama-se peso específico de uma substância ao peso da unidade de volume dessa substância.
    • Durabilidade – resistência que as madeiras apresentam à acção dos organismos destruidores (fungos, bolores, insectos). A durabilidade das madeiras depende do tratamento a que forem sujeitas, do grau de humidade e da aplicação adequada. Ex: o castanho e o carvalho são madeiras muito duráveis.

    Propriedades mecânicas:

    • Dureza – é a resistência que a madeira oferece à penetração de um prego ou outros materiais. Ex: - muito duras: ébano e buxo.

    - duras: carvalho e freixo
    - macias: pinho e choupo
    - muito macias: tília e balsa.

    • Resistência à tracção – quando uma peça de madeira sofre forças opostas que tendem a aumentar-lhe o comprimento. Exemplos de boa resistência: carvalho e azinho.
    • Resistência à compressão – quando uma peça de madeira está submetida a um esforço de compreensão, quando sobre ela actuam forças que tendem a diminui-lhe o comprimento. Pouca resistência – tília e balsa.
    • Resistência à flexão – quando sobre uma peça de madeira actuam forças que tendem a encurvá-la. A madeira é muito usada em trabalhos de flexão.
    • Resistência ao choque – capacidade das madeiras resistirem aos choques sem apresentarem roturas. Madeiras com resistência ao choque: freixo, carvalho e faia.
    • Resistência ao corte – uma peça de madeira está sujeita ao corte quando sobre ela actuam duas forças em sentido contrário, que tendem a separar a peça em duas partes. A madeira resiste muito melhor a um esforço de corte perpendicular às fibras, do que paralelo a estas.

    Propriedades químicas:

    As paredes das células lenhosas são constituídas essencialmente por celulose e lenhina. A celulose é quimicamente mais estável que a lenhina. Estes dois componentes da madeira formam o esqueleto resistente do tecido lenhoso, cabendo à lenhina o papel de um cimento envolvente das cadeias da celulose, aptas para resistirem a esforços mecânicos, mas extremamente sensíveis a flutuações de humidade.

    6. Técnicas de transformação da madeira

    A medição será a primeira técnica a executar quando se realiza um trabalho em madeira. Os instrumentos de medição deverão ser usados conforme a tarefa a executar.
    Traçar será marcar com rigor a madeira nas zonas a serem trabalhadas
    Recortar é efectuar um corte curvo com o auxílio de uma serra de recortes.
    Cortar significa separar ou dividir a madeira pelas traçagens feitas. As ferramentas a utilizar são os serrotes.
    Furar será trespassar a madeira com o auxílio de um berbequim e de uma broca.
    Desbastar e limar consiste em retirar pedaços de madeira utilizando uma plaina ou uma lima.
    Pregar será unir peças de madeira através de pregos utilizando um martelo.

    7. Perfis ou formas comerciais

    A madeira pode apresentar vários perfis ou formas comerciais, tais como:

    • Pilares e vigas
    • Perfil quadrado
    • Esquadro
    • Tubo redondo
    • Barra
    • Tubo quadrado
    • Perfil em L (cantoneira)
    • Perfil redondo
    • Perfil em T

    8. Instrumentos de trabalho

    Na aplicação das diversas técnicas de transformação da madeira, são usadas muitas ferramentas e utensílios na execução de peças e objectos.

    • Utensílios de medição e traçagem:

    . escala
    . metro articulado
    . fita métrica
    . metro articulado
    . esquadro
    . graminho metro articulado
    . suta
    . compasso de pontas
    . compasso de volta

    • Ferramentas de corte

    . serrote de espada ou universal
    . serrote de ponta
    . serrote de costas
    . serrote de traçar
    . serrote de rodear
    . serrote de ferro
    . serra braçal
    . serrote de cabelo ou ourives
    ● Ferramentas de furar
    . berbequim eléctrico
    . berbequim manual
    . arco de pua
    . verruma
    . brocas

    · Ferramentas de desbastar e alisar

    . limatão triangular
    . grosa
    . lima bastarda
    . limatão redondo
    . grosa redonda
    . lima paralela
    . lima quadrada
    . plaina
    . guilherme
    . formão
    . goiva
    . goiva em V
    . escova para limpar limas

    · Ferramentas de percussão:

    . martelo de orelhas
    . martelo de pena
    . maço de madeira

    · Ferramentas auxiliares:

    . pedra de afiar
    . esmeril
    . alicates
    . chave de fendas / chave de bocas
    . grampo de esquadria
    . grampo simples
    . chave de bocas
    . chave inglesa

    9. Processos de ligação

    1. Junções em T pregadas, aparafusadas e com agrafos
    Nas junções em T pregadas, ao martelar do lado exterior devem-se inclinar os pregos.
    Ao martelar por dentro, deve executar-se a técnica alternadamente dos dois lados.
    2. Junção em T sobreposta
    Na junção em T sobreposta, os parafusos devem ser introduzidos na diagonal para evitar que a madeira rache.
    Na junção em T tipo prateleiras, aparafusa-se a peça de apoio à peça vertical, e seguidamente aparafusa-se a prateleira.
    3.Junção com envaziado
    4. Junções em L
    As colas modernas, os parafusos e os pregos permitem a execução de junções de canto muito resistentes.
    10. Aplicações da madeira e seus derivados

    A madeira é utilizada como combustível (lenhas) e como matéria prima para as indústrias de celulose e papel, que têm aumentado extraordinariamente de ano para ano.


    Existem vários produtos derivados da madeira:


    - Os folheados consistem, basicamente, em folhas de madeira natural, muito finas. Estas folhas são obtidas de toros de madeira de várias espécies, através de máquinas próprias.

    Estes materiais destinam-se ao fabrico e revestimento de mobiliário e à indústria de contraplacados.

    - Contraplacados são o produto obtido pela colagem de folhas finas de madeira umas sobre as outras.


    O número de folhas é impar e estas são sobrepostas som a fibra cruzada, sendo em seguida coladas e depois prensadas.


    Estas placas são mais baratas que a madeira maciça, aplicam-se na fabricação de mobiliário, portas e ainda para forrar tectos e paredes.


    - Os aglomerados de madeira são constituídos por fibras ou partículas de madeira, prensadas juntamente com resina sintética a uma temperatura de cerca de 200º C.


    As placas de aglomerado podem ser revestidas na sua superfície com folha de madeira. O aglomerado é muito utilizado em móveis, revestimentos de tectos, paredes e divisórias.
    - O cartão prensado (tipo plátex) tem normalmente cor castanha e com espessuras que variam entre 2mm e 4mm.


    Este material resulta da ligação das fibras celulósicas com resinas sintéticas. É utilizado em revestimentos e tem pouca durabilidade.


    A madeira também é utilizada na indústria de marcenaria para fabricação de móveis, na carpintaria para construção de diversas estruturas, incluindo navios. A madeira é um dos materiais mais utilizados em arquitectura e engenharia civil.


    11. Técnicas de acabamento


    A aplicação de determinadas substâncias com a função de proteger e embelezar a madeira, são designadas por técnicas de acabamento.

    • Raspar – consiste em retirar todas as imperfeições deixadas na madeira.
    • Lixar – consiste em alisar as superfícies da madeira, de modo a restituir a sua cor e textura original. Para lixarmos uma superfície de madeira devemos usar um taco de cortiça ou de madeira. Estes tacos facilitam a aplicação da técnica e tornam a superfície da madeira mais plana.
    • Encerar – consiste em aplicar cera sobre a madeira. Com o auxílio de um pano aplica-se uma camada espessa e com um pano espalhar a cera no sentido dos veios da madeira
    • Envernizar – a aplicação de verniz sobre a madeira é uma técnica que pode ser aplicada a pincel ou com uma boneca. Depois de secar deve-se lixar com uma lixa fina e tornar a dar uma passagem final com verniz.

    BIBLIOGRAFIA
    Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, Volume12, Lisboa, Editorial Verbo.
    Manual de Educação Tecnológica, (2007), 7º e 8º anos, Ideias e Projectos, Porto, Porto Editora.
    Informação recolhida dos sites seguintes:
    http://www.jcpaiva.net/files/ensino/alunos/20022003/teses/020370017/madeiras/madeiras.htm
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Madeira
    http://clientes.netvisao.pt/alme0020/historia_madeiras.htm

    Fonte: Nota Positiva.com

  2. # ADS
    ========
    Data de Inscrição
    03-10-2006
    Localização
    G-Sat
    Mensagens
    Muitas

       Publicidade

     

     

  3. #2
    G-Sat VIP Avatar de satpa
    Data de Inscrição
    Nov 2006
    Localização
    Perto do Coração
    Mensagens
    1.440
    Agradecer
    91
    Agradecido 177 vezes
    Em 131 tópicos

    40 História da Bicicleta

    Trabalhos de Educ. Tecnológica - 8º Ano

    Autores: Eliana Barros
    Resumo do Trabalho: O presente trabalho realizado no âmbito da Disciplina de Educação Tecnológica tem como principal objectivo conhecer e dar a conhecer a história da bicicleta.

    História da Bicicleta

    Introdução


    A invenção da bicicleta como meio de locomoção é algo muito difícil de precisar no tempo. Vários autores defendem que a bicicleta surgiu pela mão do conde francês Mede de Sivrac, outros consideram que a sua criação é posterior àquela data.
    No entanto existem registos de que os antigos egípcios já conheciam aquele meio de locomoção, ou pelo menos já idealizavam nos seus hieróglifos a figura de um veículo de duas rodas com uma barra sobreposta.


    Depois deste acontecimento sucessivas modificações técnicas foram introduzidas na bicicleta, tais como as mudanças e a roda livre.


    Hoje em dia, foram feitos novos aperfeiçoamentos nas bicicletas no sentido de aperfeiçoar cada tipo de bicicleta, tornando-as cada vez mais eficazes para os desportos de competição ou mais confortáveis para o lazer.


    Com este trabalho pretendo apresentar uma breve história da evolução da bicicleta desde o seu aparecimento até aos nossos dias.
    Faço ainda uma alusão aos diversos tipos de bicicletas que existem actualmente e quais as suas funções.


    A História da bicicleta


    1490


    Em 1966, monges italianos, no restauro de manuscritos de Leonardo da Vinci, descobriram também desenhos datados de 1490, em que se podia distinguir uma máquina muito semelhante às modernas bicicletas, dotada inclusivamente de pedais e tracção por corrente.





    1580


    Em 1850, na janela de uma igreja de Buckinghamshire, Inglaterra, há o desenho de uma pessoa sentada num instrumento de rodas e que usava os pés para impulsioná-lo. Não se sabe porém, se trata de mera imaginação do artista ou da reprodução de um veículo de facto existente na época.


    1761


    Muitas tentativas engenhosas foram testadas nos séculos XV e XVI, tendo sido desenvolvidos pesados e complicados veículos de duas e quatro rodas, accionados por mecanismos compostos de correntes, alavancas e outos dispositivos.
    Num museu alemão existe um modelo chamado bicicleta de Kassler que data de 1761, no entanto a sua verdadeira origem é ainda conhecida, dado que os franceses afirmam que este modelo foi exportado de França.





    1790


    Em 1790, o conde francês Sivrac inventou uma máquina a que deu o nome de Celerífero (“Célerefère”) e que alguns historiadores consideram o antepassado mais antigo da bicicleta moderna. Muito simples, consistia num corpo de madeira. Não tinha movimento de direcção, já que a roda dianteira era fixa, nem pedais, o que obrigava o utilizador a empurrá-la com os pés, ou seja, “caminhava” sentado sobre ela.





    1816


    O próximo passo no processo de evolução da bicicleta ocorreu em 1816, pela mão do barão alemão Karl Friederich Cheistian Ludwing Von Drais que adaptou uma direcção ao Celerífero. Junto com o primeiro guiador, apareceu a “Draisiana”, bicicleta que Von Drais usou para percorrer o trajecto ente Beaun e Dijon, na França, à velocidade média de 15km/h, primeiro “recorde ciclístico”. Drais (1785-1851), inspector florestal e inventor nas horas vagas, foi o primeiro a construir um biciclo dirigível, que ficou conhecido como draisiana.





    1818


    A 5 de Abril, o barão Drais apresenta o seu invento no Parque de Luxemburgo, em Paris, e meses mais tarde fez o treajecto Beaum-Dijon na velocidade média de 15km/h, primeiro “recorde ciclístico”.


    1820


    Em 1820 foi dado o grande passo da história ciclística: o escocês Kikpatrick McMillan (1810-1878) adapta ao eixo traseiro duas bielas, ligadas por barras de ferro. Estas duas barras tinham a função de um pistão, eram accionadas pelos pés, o que provoca o avanço da roda traseira.


    1839


    Em 1839, o mesmo escocês Kirkpatrick Mac Millan, um humilde ferreiro do interior, fez o que Drais tinha testado sem sucesso: criou pedais que, ligados por barras de ferro ao eixo da roda traseira, movimentavam o velocípede. Foram quatro anos de árduas experiências. Mac Millan percorria com ele o caminho de 22km entre seu povoado, Courthill, e a capital do condado, Dumfries. Sem vocação para negócios, Mac Millan não sabia ao certo o que fazer com o veículo, que logo foi esquecido.


    1840


    O escocês Kirkpatrick Mac Millan adapta duas bielas ao eixo da roda traseira, que serviam como pedais. No entanto, havia desconforto na pedalada e dificuldade de equilíbrio.
    O primeiro pedal, no entanto, surgiu em 1855, inventado pelo francês Ernest Michaux, que o instalou num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira; os pedais eram ligados à roda dianteira e o invento ficou conhecido como “Velocípede”.





    1861


    Em 1861, o francês Pierre Michaux (1813-1883) construiu outra bicicleta com pedais, mas agora adaptados à roda da frente.
    Pierre e seu filho Ernest fundaram, com sucesso a primeira fábrica de bicicletas do mundo. A sua máquina, apesar da estrutura de ferro e madeira lhe ter valido a alcunha de “Chucalha-ossos”, rapidamente conquistou grandes entusiastas. Num ano, Pierre e Ernest Michaux produziram 142 máquinas.


    1865


    Nesta altura já se fabricavam cerca de 400 por ano. Ernest Michaux inventou o primeiro pedal com a ajuda do seu filho, Pierre Michaux, de apenas 14 anos de idade. Esse pedal foi aplicado primeiro num velocípede de duas rodas traseiras e uma dianteira, cujo inconveniente era o seu excessivo peso de 45 kg.
    Só seis anos mais tarde os mesmos pedais foram aplicados a um velocípede com apenas duas rodas.


    Nasce a primeira fábrica de bicicletas do mundo, a Companhia Michaux, com 200 operários, que fabricavam cerca de 140 bicicletas por ano. Cada uma era vendida, na época por um preço exorbitante de 450 francos.


    Toda a Europa multiplica esforços para aperfeiçoar a bicicleta e os aperfeiçoamentos começam a ser usados com todo o equipamento de campismo e a ser levados para excursões longas nas estradas da Europa, surgindo o cicloturismo.


    1862


    O crescente número de entusiastas, destes veículos “obrigou” as autoridades de Paris, a criar, por volta de 1862, caminhos especiais para os velocípedes nos parques. O objectivo era evitar que se misturassem com charretes e carroças.
    Surgiram, assim, as primeiras ciclovias, no mesmo ano em que é divulgada a primeira estatística: Ernest Michaux consegue fabricar 142 unidades em 12 meses.


    1868


    1ª Prova masculina com bíciclos, vencida pelo inglês James Moore, Parque Saint Cloud Paris.
    1ª Prova Feminina, ocorrida no parque Bordelais, em Paris no dia 1 de Novembro


    1877


    Roseau apresenta um dispositivo que por meio de duas correntes multiplicava o giro da roda dianteira. Além deste muitas alterações foram feitas, nomeadamente pela colocação de travãoes e de tiras de borracha coladas aos aros das rodas, inventando por Robert Thompson.





    1880


    Nesta altuta Starley e o seu sobrinho, inventaram a bicicleta que assumiu as características que hoje conhecemos. Foram introduzidos os pedais no centro a tracção passou para a roda dianteira, através de uma corrente de transmissão.



    1887


    James Boyd Dunlop, inventa o pneu que vem trazer aos novos veículos um maior conforto e resistência. Este mecanismo consistia na colocação de um rolo de pano engomado cheio de ar. No entanto esta invenção tinha o inconveniente da manutenção.






    1891


    Os franceses Edouard e André Michelin lançam o pneu desmontável, que vem resolver o problema das rodas de ferro e madeira. Em resposta aos avanços de Dunlop, os irmãos Michelin inventaram um pneu de mais fácil manutenção, que enchia através de uma válvula e ainda permitia a sua remoção e substituição em caso de dano.


    1895


    No dia 9 de Outubro toda a cidade de Milão aplaude a chegada de Raffaelle Gatti, que retorna do “Tour do Círculo Polar Ártico”.
    Depois deste acontecimento sucessivas modificações técnicas foram introduzidas na bicicleta, tais como as mudanças e a roda livre.


    A roda livre foi criada para oferecer maior conforto ao ciclista. Este dispositivo permitia interromper a pedalada especialmente em descidas, em trajectos com vento a favor e em alguns momentos de calma na corrida.



    As mudanças permitem o aproveitamento de várias engrenagens e com isso imprimir maiores velocidades. É a última invenção que aperfeiçoou tecnicamente a bicicleta.
    Desta forma, até aos nossos dias, a bicicleta tem vindo a ser aperfeiçoada, em relação aos materiais utilizados, aos vários tipos relacionados com as modalidades, etc.


    Ciclismo


    Foi Inglaterra, o primeiro país que promoveu uma regulação ciclística, criando o “Bicicle Union”. Na Itália, a legislação sobre o ciclismo surgiu 5 anos mais tarde, com a criação da União Velocipédica Italiana.


    Em 1892 na Europa foi constituída a Internacional Cyclist Association que teve sua sede em Londres, agrupando as Federações Nacionais dos Estados Unidos, Bélgica, França, Canadá, Alemanha, Holanda, Inglaterra e Itália. Um dos primeiros actos da ICA foi a criação dos primeiros campeonatos do Mundo, substituindo as provas até então promovidas por entidades particulares.


    Porém, somente em 1886, graças a alguns ingleses, foram organizados os primeiros campeonatos mundiais, com boa consistência e organização mais séria, na cidade de Leicester. Em 1893 devido a uma polémica com os órgãos italianos, nasce a actual UCI, União Ciclística Internacional.


    Tipos de Bicicletas


    Nos nossos dias, os novos aperfeiçoamentos nas bicicletas ocorrem no sentido de melhorar cada tipo de bicicleta, tornando-as cada vez mais eficazes para os desportos de competição ou mais confortáveis para o lazer. Hoje existem bicicletas específicas para cada desporto ciclístico, e dentro de cada desporto, especificas para as necessidades de cada utilizador, tamanha foi a evolução ao longo dos anos.
    Assim temos os seguintes tipos de bicicletas:


    Ciclismo de estrada


    Com estruturas muito leves, com quadros e acessórios muito aerodinâmicos de diversos tipos de materiais, rodas grandes e pneus finos. Em competição podem trocar-se determinados acessórios, como o tipo de roda, para favorecer uma boa aerodinâmica.





    BTT ou Bicicleta de Todo-o-terreno


    As bicicletas de montanha são muito diferentes das restantes bicicletas: são bicicletas especificamente concebidas para uma utilização fora-de-estrada, adaptadas à rodagem em todo o tipo de pisos, dispondo, para isso, de características técnicas específicas. Normalmente, uma boa bicicleta B.T.T. é constituída por um duplo triângulo fabricado em materiais diversos, como o cromolibdénio – uma liga de aço-, o alumínio, o titânio ou o carbono. Há igualmente travões de vários tipos: cantilver, V-brake, hidráulicos ou de disco. As B.T.T. podem ter uma suspensão dianteira e traseira, pneus Kevlar, 21 ou 24 mudanças e pedais de encaixe automático, os SPD. Os pneus são largos, rodas de 26 polegadas com rastos grossos para agarrar melhor no terreno irregular, sistema de transmissão que permite uma melhor performance em subidas ou descidas. Esta é uma bicicleta mais pesada devido a uma maior necessidade de resistência do material: tal como o nome indica, esta bicicleta está preparada para superar qualquer tipo de terreno.






    Bicicleta de montanha


    A prática desta modalidade teve o seu início há cerca de 20 anos, nas regiões montanhosas do Estado da Califórnia (Estados Unidos). No entanto a sua origem remonta ao ano de 1933, quando Ignaz Schwinn construiu uma bicicleta a que deu o nome de Scwinn Excelsior. Durante a década de 70, quando proliferavam a bicicletas BMX (bicicletas de Cross utilizadas pelos adolescentes) e se organizavam provas de descida, foram redescobertas as Schwinn Excelsior.


    Estas bicicletas demonstram possuir a características ideais para a realização de percursos em terrenos acidentados e, rapidamente, evoluíram, mantendo as suas características de base: pneus grossos, sistema de mudanças mais complexo e quadros robustos (estrutura metálica da bicicleta).


    Gary Fisher modificou a Schiwinn desenvolvendo um sistema de mudanças que permitisse utilizar a bicicleta em subidas íngremes e não só nas descidas abruptas e acidentadas.
    Joe Breeze descobriu que o segredo do quadro das antigas Schinn não era a espessura dos tubos que formavam, mas sim a sua geometria.


    Estes praticamente e impulsionadores juntamente com outros, como Charlie Cunnigham, Tom Richey, Mike Sinyard e Tim Neenan, que criaram um dos modelos mais famosos ( Stumpjumper), dinamizaram a prática desta modalidade criando as primeiras competições nos estados Unidos.


    Graças a uma rápida expansão, hoje em dia são realizadas competições por todo o mundo tendo como base os regulamentos vigentes na U.C.I (União Ciclista Universal).


    Em Portugal, como em todo mundo, pode-se praticar a B.T.T. (como vulgarmente conhecida) de duas formas com características próprias e com os seus especialistas: Cross Country, Downhill e Raide Maratona.
    Como muitas outras actividades de ar livre, exige que o praticante se rodeie de uma série de apetrechos (capacete, cantil e calções almofadados) para tornar a prática mais gratificante, segura e eficaz.


    Crosss contry
    Crross contry é uma prova de bicicleta (B.T.T.) realizada em circuito fechado que consiste em efectuar um número certo de voltas (de acordo com a classe dos atletas), que podem perfazer uma distância de 6 a 10Km. As classes existentes são as seguintes: Séniores, Juniores, Cadetes, Veteranos, Senhoras e Elite. Existe também a classe de Promoção que não conta para o Campeonato mas que possibilita que praticantes que nunca entraram em competições o façam. Normalmente nesta classe só é dada uma volta ao circuito, mas podem ser dadas mais.



    Downhill
    Downhill é uma prova de descida, em bicicleta B.T.T., em que entra em jogo a capacidade de domínio da bicicleta em descidas abruptas, percorridas a grande velocidade. Estas provas são disputadas individualmente em duas mangas (cada concorrente desce duas vezes), das quais é apurado o melhor tempo.


    Raide Maratona
    Raide Maratona é uma prova em circuito aberto, em que é percorrido um trajecto de ida e volta entre dois locais. É realizada em dois dias e exige uma boa resistência por parte dos competidores pois é uma prova de longa duração.


    BMX
    Sendo esta uma bicicleta mais pequena, com rodas de 20 e 24 polegadas no caso das cruiser. As suas dimensões reduzidas e a escassez de acessórios, tornam esta bicicleta mais leve e, também devido ao pequeno raio de roda, muito ágil. Estas bicicletas não têm mudanças.





    Bicicletas de passeio


    Finalmente existem as bicicletas de passeio ou lazer que adoptam vários tipos de quadros e tamanhos, quer do próprio quadro, quer do raio da roda. Normalmente as bicicletas de passeio também não vêm providas de sistema de mudanças, embora possa ocorrer. Existem bicicletas de passeio duplas, que permitem a sua utilização por dois ciclistas.





    Conclusão


    Com este trabalho concluí que a história da bicicleta começou há muitos anos atrás quando Leonardo da Vinci representou num desenho, datado de 1490, uma máquina muito semelhante às modernas bicicletas, dotada inclusivamente de pedais e tracção por corrente.
    Em 1790, um francês chamado Sivrac, construiu um veículo que denominou “Celífero” o que alguns historiadores consideram o antepassado mais antigo da bicicleta moderna.
    Em 1816, o barão alemão Karl Friederich Cheistian Ludwing Von Drais adaptou uma direcção ao “Celerífero” e apareceu a “Draisiana”
    Em 1820 o escocês Kikpatrick McMillan (1810-1878) adapta ao eixo traseiro duas bielas, ligadas por barras de ferro. Este foi um grande passo na história da bicicleta.
    Em 1861, o francês Pierre Michaux (1813-1883) construiu outra bicicleta com pedais, mas agora adaptados à roda da frente. A partir de então, a bicicleta passou a ser cada vez mais aperfeiçoada e o ciclismo conta hoje com muitos adeptos.



    Bibliografia
    www.tudosobrerodas.pt
    www.google.pt
    www.aeiou.pt
    www.terravista.pt
    Diciopédia 2005 (Porto Editora)


    Fonte: Nota Positiva.com




  4. #3
    G-Sat VIP Avatar de satpa
    Data de Inscrição
    Nov 2006
    Localização
    Perto do Coração
    Mensagens
    1.440
    Agradecer
    91
    Agradecido 177 vezes
    Em 131 tópicos

    40 Instrumentos de Medida

    Trabalhos de Educ. Tecnológica - 9º Ano
    Instrumentos de Medida
    Autores: Andreia Pais
    Escola: Escola E.B 2,3 Dr. José de Jesus Neves Júnior
    Resumo do Trabalho: Trabalho, realizado no âmbito da Disciplina de Educação Tecnológica, que procura apresentar e caracterizar diversos tipos de instrumentos de medida.


    Introdução

    Neste trabalho pretendo avaliar os conteúdos do tema de Instrumentos de Medida.


    Instrumentos de Medida


    Os instrumentos de medições sempre foram uma necessidade da ciência. Nos dias de hoje, cada vez maior é um desafio tecnológico. Medidas precisas podem resultar em resultados adequados para as actividades humanas. O seu interesse é tão grande que seu estudo é objecto de um ramo da ciência conhecido como Metrologia. Consiste no estudo do melhor método de obter a medição precisa de diferentes grandezas, estabelece as unidades de medição dessas grandezas aceitas universalmente e define critérios de apresentação das unidades internacionalmente aceitas.


    O tamanho do Objecto


    Dependendo do tamanho do objecto a ser medido, são necessários aparelhos ou métodos diferentes. É possível medir com precisão adequada desde insectos pequenos até o diâmetro da Lua e dos planetas ou, então, distâncias entre dois sulcos de um disco a laser até a distância entre a Terra e a Lua.
    As réguas, fitas métricas, bússolas são instrumentos são adequados para medir a largura e o comprimento de uma folha de papel, o comprimento de uma saia e o tamanho de uma sala, assim como a sua orientação magnética.


    Instrumentos delicados e precisos


    Existem instrumentos delicados e precisos, apropriados para se medir dimensões bem pequenas. Por exemplo, o parquímetro e o micrómetro. O parquímetro é adequado para se medir o diâmetro de uma agulha fina, o diâmetro de esferas de rolamento, profundidade de sulcos em peças de aparelhos que requerem alta precisão. O micrómetro é utilizado para medir espessuras de folhas, fios e diâmetros de tubos com alta precisão.


    Distâncias


    Para distâncias e objectos de dimensões ainda menores são necessários métodos indirectos de medida, como através de difracção da luz, ou então microscópios especiais, devidamente calibrados. Já para distâncias muito grandes como, por exemplo, diâmetro da Lua, altura de uma montanha são utilizados métodos que usam relações simples de trigonometria ou então de triângulos semelhantes. Esse método é conhecido como triangulação.


    Áreas


    Para a mensurarão de áreas foi importante a evolução do teodolito.


    Precisão Necessária


    Dependendo da precisão necessária a uma determinada medida é que escolhemos o aparelho mais adequado para efectuá-la. Tem que ser usado o conhecimento e o bom senso. Não tem sentido usar um aparelho de alta precisão para medir objectos nitidamente não-uniformes. Se o objecto a ser medido é muito menor que a menor divisão do instrumento usado, obviamente não se pode obter precisão alguma na medida.


    Materiais



    Altímetro



    O altímetro é o instrumento usado para medir alturas ou as altitudes, geralmente em forma de um barómetro aneróide destinado a registrar alterações da pressão atmosférica que acompanham as variações de altitude.





    Ampulheta



    A ampulheta é, com o quadrante solar e a clepsidra, um dos meios mais antigos de medir o tempo.





    Barómetro


    O Barómetro ou barómetro é um instrumento para medir a pressão atmosférica. Ele pode ser do tipo coluna de mercúrio ou do tipo aneróide (metálico). Hoje em dia, com o avanço da tecnologia, podem-se encontrar barómetros acoplados a relógios digitais desportivos a um custo razoável.





    Régua



    A régua é um instrumento utilizado para medida de distâncias pequenas e desenho de rectas. É composta por uma lâmina de madeira, plástico ou metal e pode conter uma escala, geralmente centimétrica e milimétrica.





    Teodolito


    O teodolito é um instrumento óptico utilizado na Topografia e na Agrimensura para realizar medidas de ângulos verticais e horizontais, usado em redes de triangulação. Basicamente é um telescópio com movimentos graduados na vertical e na horizontal, e montado sobre um tripé, podendo possuir ou não uma bússola incorporada.





    Transferidor



    O Transferidor é um instrumento utilizado para medida e marcação de ângulos. É composto basicamente por uma escala circular, ou de secções de círculo, dividida e marcada em ângulos espaçados regularmente, tal qual numa régua. Seu uso é diversificado tendo emprego em educação, matemática, engenharia, topografia, construção e diversas outras actividades que requeiram o uso e a medição de ângulos com precisão.





    Voltímetro



    O voltímetro é um aparelho que realiza medições de tensão eléctrica em um circuito, geralmente usando a unidade volt. Muitos voltímetros, na verdade, não são nada mais do que amperímetros com alta resistência interna. O projecto dos voltímetros é tal que, com sua alta resistência interna, introduzam o mínimo de alterações no circuito que está sendo monitorizado. O galvanómetro de bobina móvel é um exemplo deste tipo de voltímetro.


    Para aferir a diferença de tensão entre dois pontos de um circuito, convém colocar o voltímetro em paralelo com a secção do circuito compreendida entre estes dois pontos. Por isso, para as medições serem precisas, é esperado que o voltímetro tenha uma resistência muito grande comparada às do circuito.
    Voltímetros podem medir tensões contínuas ou tensões alternadas, dependendo das qualidades do aparelho.


    Pode-se também implementar um voltímetro através do uso de um potenciómetro linear. Este tipo de voltímetro é chamado de passivo.





    Conclusão


    Neste trabalho explorei o tema que me foi proposto, acerca dos “ Instrumentos de Medida”.
    Aprendi que os instrumentos de medições sempre foram uma necessidade da ciência , as medidas são precisas para a conclusão em resultados adequados para as actividades humanas, na nossa vida quotidiana.
    Medir é comparar duas grandezas da mesma espécie (dois comprimentos, dois pesos, etc. …)
    Para efectuar uma medição temos que utilizar o instrumento de medida adequado, isto é, para medir um comprimento utilizamos uma régua, para medir a temperatura utilizamos um termómetro, etc.



    Bibliografia
    Motor de busca: Internet
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Instrumento_de_medida
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Alt%C3%ADmetro
    http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%A9gua
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Teodolito
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Transferidor


    Fonte Nota positiva.com

Tópicos Similares

  1. Portugal constitui Plataforma Tecnológica para a Redução das Emissões de CO2
    Por satpa no fórum Ambiente e Energias Alternativas
    Respostas: 0
    Última Mensagem: 27-01-2010, 19:55
  2. Respostas: 0
    Última Mensagem: 23-10-2007, 19:32
  3. Adidas aposta em loja 'tecnológica'
    Por Jac no fórum Ciência & Tecnologia
    Respostas: 0
    Última Mensagem: 17-03-2007, 23:37

Patrocínio em Destaque

Marcadores
DESCUBRA A DECO PROTESTE
Experimente já, durante 2 meses por apenas 2€ e receba um leitor MP5 multimédia de presente!
Saiba mais aqui.

Permissões de Postagem

  • Você não pode iniciar novos tópicos
  • Você não pode enviar respostas
  • Você não pode enviar anexos
  • Você não pode editar suas mensagens
  •